Lançado o filme Benedita Fernandes – O legado da superação

Lançado o filme Benedita Fernandes – O legado da superação

 

O filme “Benedita Fernandes – Uma heroína invisível – O legado da superação” já está sendo exibido. O lançamento ocorreu dentro de programa da Estação Dama da Caridade Benedita Fernandes transmitido na tarde do dia 25 de novembro. O presidente da USE Regional de Araçatuba, Roberto Cesar dos Santos, entrevistou dirigentes das duas instituições que iniciaram com as exibições do filme: Paulo Witter (exibição no dia 25, no C.E. Allan Kardec, de Conchal (SP); Maria Luiza Mota (exibição no dia 26, na Fraternidade Espírita Casa de Maria, de Angra dos Reis (RJ), e também Cesar Perri (São Paulo), autor do livro “Benedita Fernandes. A dama da caridade” (Ed.Cocriação), que é a base do enredo da película.

Há vários agendamentos próximos: Boca Raton (Flórida, EUA), Rio de Janeiro e Araçatuba. As exibições em circuito alternativo ocorrem mediante agendamentos. Podem ser em: sala de cinema, espaço cultural, teatro e na Casa Espírita. O percentual da venda de ingressos fica para os promotores locais. Quer saber como exibir e viabilizar recursos extras para a instituição? Entre em contato com Sirlei Nogueira: WA 18 99709.4684.

Acesso ao trailer:

Em Santo André, seminário sobre Paulo no Bezerra de Menezes

Em Santo André, seminário sobre Paulo no Bezerra de Menezes

 

Na tarde do sábado, dia 25/11, o Centro Espírita Doutor Bezerra de Menezes, de Santo André (SP), promoveu o seminário presencial “Paulo de Tarso – exemplo de superação”, desenvolvido por Cesar Perri. Foi coordenado por Miguel de Jesus Sardano e incluiu lanche de confraternização. Miguel e Terezinha (desencarnada há poucos meses) fundaram esse Centro e a Instituição Amélia Rodrigues.

O filme “Napoleão” – repercussões e visão espiritual

O filme “Napoleão” – repercussões e visão espiritual

Antonio Cesar Perri de Carvalho

O filme “Napoleão” exibido nos cinemas brasileiros desde 23 de novembro, tem provocado continuados comentários nas redes sociais sobre a história do vulto. Dirigido por Ridley Scott, o filme é um olhar original sobre Napoleão Bonaparte, com foco na sua vida pessoal e relações com a esposa Josephine, mas desfilando lances da trajetória militar e política de glórias até a derrota e exílio na ilha de Santa Helena.

Há muitas nuances importantes e destacadas de Napoleão, em geral lembrado apenas como conquistador da Europa.

Esse contexto nos reavivou as leituras sobre alguns momentos da vida do grande vulto europeu do século XIX, relacionados com o Brasil, que não foram objeto do filme, e sobre a pouco divulgada ótica espiritual.

Em seguida à Revolução Francesa, com os desatinos do período do “terror”, emergiu o personagem militar e político Napoleão Bonaparte para reorganizar a nação. Ele se preocupava em restaurar a autoestima e um melhor estado de espírito do cidadão. Foi o responsável por estabelecer uma nova maneira de relacionamento com a Igreja Católica, até então tida como oficial. A Concordata de 1801, celebrada entre Napoleão e o Papa Pio VII, foi um acordo que visava a restauração da Igreja Católica na França pós-revolução. Como Imperador favoreceu um novo Código Civil e preocupou-se com a educação, com estímulo à Escola Normal (formação de professores) e a Escola Politécnica (engenharia, ciências e tecnologia).

Destacamos que o Brasil Império se formou, indiretamente, devido a Napoleão Bonaparte que provocou a fuga da família real portuguesa para o Brasil. Com a sede do Império português fixada no Rio de Janeiro e, na sequência, com a independência proclamada por Dom Pedro, evitou-se a divisão do Brasil em três províncias, conforme um projeto existente na época, o que ocorreu com as colônias espanholas da América do Sul, gerando diversas repúblicas.

Há especulações que teria havido um plano frustrado de correligionários franceses de resgatar o imperador exilado na ilha de Santa Helena, em pleno Oceano Atlântico, e trazê-lo inicialmente para o Brasil.

Interessantes são fatos post mortem gerando outra influência de Napoleão.

Curiosamente, o corpo de Napoleão ficou durante algum tempo a bordo de uma fragata francesa ancorada na Baía da Guanabara, nos idos de 1840.1 O fato é relatado em biografia sobre o príncipe Dom João de Orléans e Bragança (1916-2005), bisneto de Dom Pedro II. O biógrafo comenta que Francisco de Orléans, o príncipe de Joinville, filho do rei da França Luís Felipe de Orléans, atendendo determinação do pai viajou para a ilha de Santa Helena para repatriar os restos mortais do Imperador falecido em 1821. Em função dos ventos, a fragata na vinda e na volta dirigiu-se ao Rio de Janeiro. Nesse retorno de Santa Helena, o príncipe casou-se no Rio de Janeiro com a princesa Francisca de Bragança, irmã do jovem imperador D. Pedro II. Como dote, a princesa recebeu algumas terras que, adotando o nome do marido, depois originou a designação da cidade de Joinville, em Santa Catarina.

Assim, passando pelo porto do Rio de Janeiro, o corpo de Napoleão foi levado para a França e ocorreram as solenes exéquias em Paris e foi erigido o histórico mausoléu em Les Invalides. Aliás, tivemos oportunidade de visitar o local histórico.

Anos depois essa irmã de Pedro II indicava um sobrinho Orléans para se casar com a princesa Isabel, o Conde D’Eu. Desse consórcio desenvolveu-se a família real brasileira.

Outro detalhe, é que a primeira esposa de Napoleão – a Imperatriz Josephine -, resultante de seu primeiro consórcio teve uma neta, Amélia Leuchtenberg, que se casou com o viúvo Dom Pedro I, tornando-se Imperatriz consorte do Brasil (1829-1831). O curioso é que seus restos mortais foram trasladados para o Brasil em 1982 e jazem na Cripta Imperial do Monumento à Independência do Brasil, em São Paulo, juntamente com os restos de Pedro I e da Imperatriz Leopoldina.

No final do século XIX foram adotadas no Brasil as experiências francesas de Escolas Normal e Politécnica, a tradição militar notadamente na cavalaria, e houve influências do Código Civil francês.

Por outro lado, torna-se interessante uma visão espiritual com os comentários de Emmanuel:

“[…] atribuições de missionário, foi Napoleão Bonaparte, filho de obscura família corsa, chamado às culminâncias do poder. O humilde soldado corso, destinado a uma grande tarefa na organização social do século XIX, não soube compreender as finalidades da sua grandiosa missão. Bastaram as vitórias de Árcole e de Rívoli, com a paz de Campoformio, em 1797, para que a vaidade e a ambição lhe ensombrassem o pensamento. […] Sua história está igualmente cheia de traços brilhantes e escuros, demonstrando que a sua personalidade de general manteve-se oscilante entre as forças do mal e do bem. Com as suas vitórias, garantia a integridade do solo francês, mas espalhava a miséria e a ruína no seio de outros povos. […] Sua fronte de soldado pode ficar laureada, para o mundo, de tradições gloriosas, e verdade é que ele foi um missionário do Alto, embora traído em suas próprias forças; mas, no Além, seu coração sentiu melhor a amplitude das suas obras, considerando providencial a pouca piedade da Inglaterra que o exilou em Sta. Helena após o seu pedido de amparo e proteção. Santa Helena representou para o seu espírito o prólogo das mais dolorosas e mais tristes meditações, na vida do Infinito.”2

O espírito Humberto de Campos (Irmão X), relata uma reunião no mundo espiritual que teria acontecido em 1799, quando o então 1o Consul Napoleão – “César ontem” -, legiões dos Césares, vultos do Império Romano, guerreiros das Gálias, vários paladinos da cultura, teriam se encontrado no mundo espiritual com o espírito daquele que reencarnaria como Allan Kardec.

Napoleão teria sido advertido:

“Indicado para consolidar a paz e a segurança, necessárias ao êxito do abnegado apóstolo que descortinará a era nova, serás visitado pelas monstruosas tentações do poder. Não te fascines pela vaidade que buscará coroar-te a fronte… Lembra-te de que o sofrimento do povo francês perseguido pelos flagelos da guerra civil…” Nesse encontro espiritual era anunciado: “Dentro do novo século, começaremos a preparação do terceiro milênio do Cristianismo na Terra”.3

Com base na informação de Emmanuel que Napoleão viveu em Santa Helena “as tristes meditações, na vida do Infinito” e “no Além, seu coração sentiu melhor a amplitude das suas obras” torna-se cabível o raciocínio espírita sobre a Justiça Divina e não o antigo, vinculado a condenações.

Sabe-se que a misericórdia Divina, com base no espiritismo, oferece oportunidades de arrependimento e muitos vultos que se equivocaram tiveram reencarnações intermediárias de expiações e provas para prosseguir na trajetória de regeneração espiritual. Muitos vultos da História que cometeram enganos prosseguem em processos de refazimento de rotas no nosso mundo.

Na leitura de vários romances, notadamente os históricos assinados por Emmanuel, pode-se inferir que vários se encontram em processos de ajustes espirituais nas terras do chamado mundo novo.

Por isso, provavelmente, o espírito notabilizado como Napoleão permaneceria bem distante dos cenários das marcantes lutas e, quem sabe, como muitos outros, não estaria em novos testes educativos nas plagas “lá embaixo da linha do Equador” (expressão que já escutei de um francês) onde ele provocou influências a distância e que seus restos mortais ficaram passageiramente atracados?

Em realidade, “cada individualidade, na prova, como na redenção, como na glória divina, tem uma função definida de trabalho e elevação dos seus próprios valores”.2

Referências:

1) Gueiros, José Alberto. História de um príncipe. Cap. VII. Rio de Janeiro: Record. 1997.

2) Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. A caminho da luz. Cap. XXII e VIII. Brasília: FEB.

3) Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Irmão X. Cartas e crônicas. Cap. 28. Brasília: FEB.

Significado da palavra “consolador”

Significado da palavra “consolador”

Antonio Cesar Perri de Carvalho (*)

O capítulo VI de O evangelho segundo o espiritismo – O Cristo Consolador – contém transcrição de versículos de João que têm muita significação para a compreensão da missão do Espiritismo em nossos tempos:

“Se me amais, guardai os meus mandamentos; e Eu rogarei a meu Pai e Ele vos enviará outro Consolador, a fim de que fique eternamente convosco: O Espírito de Verdade, que o mundo não pode receber, porque o não vê e absolutamente o não conhece. Mas quanto a vós, conhecê-lo-eis, porque ficará convosco e estará em vós. Porém, o Consolador, que é o Santo Espírito, que meu Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará recordar tudo o que vos tenho dito” (João, 14:15 a 17 e 26).1,2

A palavra chave “consolador” merece algumas considerações sobre seu significado. Mas, há substituições deste verbete em diversas versões do Novo Testamento.

Bíblia adotada por Kardec

Ao se referir aos textos do Evangelho, na Introdução de O evangelho segundo o espiritismo, Allan Kardec esclarece: “Nas citações, conservamos o que é útil ao desenvolvimento da ideia, pondo de lado unicamente o que se não prende ao assunto. Além disso, respeitamos escrupulosamente a tradução de Sacy, assim como a divisão em versículos.”1

Cabem algumas informações sobre o citado tradutor e seu trabalho. Louis-Isaac Lemaistre de Sacy (1613 – 1684) foi um sacerdote, teólogo e humanista de Port-Royal, mais conhecido por sua tradução da Bíblia, a chamada Bíblia de Port-Royal. O convento de Port Royal, localizado próximo de Paris, tornou-se conhecido pela contribuição ao desenvolvimento cultural, reunindo muitos religiosos intelectuais, como Pascal. Lemaistre de Sacy deu continuidade e completou a tradução iniciada por seu irmão Antoine Le Maistre, falecido em 1658. A tradução foi feita da Vulgata, a Bíblia traduzida para o latim por Jerônimo, na passagem do século IV para o século V. A tradução da Bíblia para o francês era uma necessidade para se garantir a inteligibilidade deste texto ao homem comum. A tradução da Bíblia de Sacy tornou-se a mais difundida na França, desde o século XVIII, com sucessivas reedições inclusive contemporâneas de Kardec, no século XIX. Aí já fica clara a razão da escolha do Codificador pela versão bíblica de Sacy.

Opções à palavra “consolador” e seus significados

A tradução de Sacy foi feita a partir da versão em latim – a Vulgata – e, como esta adota textos do Novo Testamento, originalmente redigidos em grego, torna-se interessante comentar-se o emprego da palavra “consolador” ou de seus substitutos a partir de traduções deste idioma original. O pesquisador bíblico Russell Norman Champlin faz pormenorizado estudo de O Novo Testamento, baseando-se fundamentalmente na literatura bíblica na língua inglesa, mas também cita João Ferreira Almeida. Champlin emprega a palavra “ajudador” e faz uma série de observações: “A tradução para o português João Ferreira Almeida diz Consolador, concorda com outras traduções, como King James, João Ferreira Almeida Revista e Corrigido e Imprensa Bíblica Brasileira; mas há outras traduções, como a inglesa Revised Standard Version que dizem “Conselheiro”; a tradução Charles B. Williams diz “Ajudador”, com o que concorda a tradução inglesa Goodspeed. Já a tradução inglesa New English Bible diz “Advogado”, concordando com a palavra original em muitas traduções”.3

Várias “Bíblias de Estudo” disponíveis em português, como adotam o texto bíblico Almeida Revista e Corrigido, empregam a palavra “consolador”. Já a tradicional “Bíblia de Estudo” da Editora Ave Maria, muito utilizada nos ambientes católicos, utilizada a palavra “parácleto”. Traduções recentes, do grego para o português, trazem alguns esclarecimentos sobre a citada palavra chave empregada pelo evangelista João. Na tradução de O Novo Testamento, Haroldo Dutra Dias emprega a palavra “Parácleto” e em nota de rodapé, esclarece: “alguém chamado ou enviado para prestar auxílio, consolar, confortar; defensor do réu (advogado); intercessor; alguém que exorta, instrui”.4

O especialista em idioma grego e tradutor da Bíblia do grego para o português Frederico Lourenço no citado versículo de João, emprega a palavra “auxiliador” e justifica em nota de rodapé: “[…] ‘outro auxiliador’: o sentido da palavra paráklêtos (“parácleto”) mistura a idéia de auxílio com a de advocacia; o espírito santo é o auxiliador mas também advogado e conselheiro da Humanidade”.5

Papel do Consolador

A mensagem de Cristo sobreviveu ao longo dos séculos e, em nossos dias, há o esforço para a implantação e a difusão da mensagem do “Consolador Prometido” pelo Mestre e de acordo com O evangelho segundo o espiritismo, vivemos a época do “Consolador Prometido”.6 Allan Kardec define claramente seu papel: “[…] realiza o que Jesus disse do Consolador prometido: conhecimento das coisas, fazendo que o homem saiba donde vem, para onde vai e por que está na Terra; atrai para os verdadeiros princípios da Lei de Deus e consola pela fé e pela esperança.”1

No capítulo já citado de O evangelho segundo o espiritismo, o Codificador inclui quatro mensagens do Espírito da Verdade, como Instruções dos Espíritos. Destas, destacamos alguns trechos1:

“Espíritas! amai-vos, este o primeiro ensinamento; instruí-vos, este o segundo. No Cristianismo encontram-se todas as verdades; são de origem humana os erros que nele se enraizaram.” “[…] os que carregam seus fardos e assistem os seus irmãos são bem-amados meus.” “Tomai, pois, por divisa estas duas palavras: devotamento e abnegação, e sereis fortes, porque elas resumem todos os deveres que a caridade e a humildade vos impõem”.

Entendemos que no texto do Codificador ficam claras as significações das várias traduções da palavra grega “paracleto”: auxiliador, ajudador, advogado, conselheiro, confortador, ou seja, no conjunto: um esclarecedor consolador.

Referências:

1. Kardec, Allan. O evangelho segundo o espiritismo. Trad. Ribeiro, Guillon. Cap. Introdução e VI. Brasília: FEB.

2. Le nouveau testament de Notre-Seigneur Jésus-Christ. Trad.Le Maistre de Sacy. Bruxelles: La Société Biblique Britannique et Éstrangère. 1846.

3. Champlin, Russell Norman. O Novo Testamento interpretado: versículo por versículo. Vol. 2. São Paulo: Hagnos. 2014. p. 691.

4. O novo testamento. Trad. Dias, Haroldo Dutra. 1.ed. Brasília: FEB, 2013. p. 446-447.

5. Bíblia, Novo Testamento: os quatro Evangelhos. Vol.I. Trad. Lourenço, Frederico. 1.ed. São Paulo: Companhia das Letras. 2017. P. 387.

6. Carvalho, Antonio Cesar Perri. Cristianismo nos séculos iniciais: aspectos históricos e visão espírita. Matão: O Clarim. 2018.

(*) Artigo do autor, publicado na Revista Internacional de Espiritismo, em 2018.

Revue spirite – de Kardec a nossos dias

Revue spirite – de Kardec a nossos dias

  

A Revue spirite, fundada por Kardec em 1858, prossegue sendo editada, desde 2010 por Le Mouvement Spirite Francophone-LMSF.

Na edição do 3º trimestre de 2023, o editor Jean-Paul Evrard reafirma a fidelidade à histórica revista fundada pelo Codificador e destaca a divulgação de atividades da francofonia, independentemente das fronteiras terrestres. Reitera homenagens a Roger Perez e Nestor Masotti por terem passado tal responsabilidade ao LMSF.

Nesse número, a matéria de capa “Reflexão filosófica em torno dos exercícios espirituais”, considera as variedades deles de acordo com preferências culturais, os preceitos de Jesus e que o “Espiritismo propõe uma base filosófica e uma metodologia baseada na razão e na ciência”, lembra também “a promoção do amor, da caridade e da fraternidade”, e “deixa cada seguidor livre para praticar os exercícios espirituais que melhor lhe convêm”.

Fato marcante nessa edição é o início de publicação conjunta com a União Espírita Belga, trazendo a parte inicial de artigo sobre a história do movimento espírita belga. A Revue spirite traz matéria sobre “a depressão, a doença do século, apresentando indicações para a prevenção e superação”. Há artigo sobre perispírito e prosseguem as análises sobre obras de Chico Xavier, como A vida triunfa, de estudos sobre mensagens familiares assinadas por vários espíritos, e, a obra Pão nosso, do espírito Emmanuel. Há informação que os vídeos das conferências do Congresso Medicina e Espiritualidade se encontram disponíveis no canal do You Tube “Médecine et Spiritualité”. Já se divulga o 24º Simpósio para a Francofonia, programado para o Castelo de Wégimont, 11-12 de maio de 2024, com o tema central “Crescimento interior; remédio para as dores da humanidade”.

Informações:

E-mail (copie e cole): info@lmsf.org; http://www.revue-spirite.org

(Resenha ACPC)

Paulo de Tarso em “Espiritismo e Mediunidade”

Paulo de Tarso em “Espiritismo e Mediunidade”

Em palestra virtual promovida pela “EM Lives TV – Espiritismo e Mediunidade”, programa Solo Fértil, na noite do dia 22 de novembro, Cesar Perri desenvolveu o tema “A vertente espiritual de Paulo de Tarso”, sintetizando seu livro “Paulo de Tarso. A vertente espiritual da montanha” (Ed. O Clarim). O programa foi coordenado por Regina Mercadante, abrindo no final para participação dos internautas. Esse programa é transmitido em parceria com vários canais webTV.

Acesse pelo link:

Filme toca corações e favorece obras do bem

Filme toca corações e favorece obras do bem

BENEDITA: UMA HEROÍNA INVISÍVEL. O LEGADO DA SUPERAÇÃO, é um filme (docudrama) para exibir a obra do bem e gerar bilheteria às obras do bem. Entre os participantes do filme, Divaldo Pereira Franco comentou nessa época de lançamento do filme: “Com imensa alegria recebi sua mensagem e exulto com o êxito do trabalho sobre a amada Missionária. Faço votos que ele toque muitos corações que buscam a felicidade” (out./23). O trailer do filme está disponível e já há vários locais programados para exibição no final de novembro e início de dezembro. As exibições em circuito alternativo ocorrem mediante agendamentos. Podem ser em: sala de cinema, espaço cultural, teatro e na Casa Espírita. O percentual da venda de ingressos fica para os promotores locais. Quer saber como exibir e viabilizar recursos extras para a instituição? Entre em contato com Sirlei Nogueira: WA 18 99709.4684.

Acesso ao trailer:

Palestra “a vida futura” e confraternização

Palestra “a vida futura” e confraternização

 

Na reunião vespertina no dia 21 de novembro no Grupo Espírita Casa do Caminho, de São Paulo, Afonso Moreira proferiu palestra presencial e transmitida pela internet sobre o tema “a vida futura”, com base no cap. II de “O Evangelho segundo o Espiritismo”. O expositor tem ativa atuação em grupos interreligiosos da cidade de São Paulo. A reunião foi coordenada por Inês Bareia Peres e contou com apresentação de canto por Sandro Salas. Esse Grupo mantém atividades diárias em vários horários. Na tarde do dia 23 de novembro, após as reuniões, houve confraternização do grupo dirigido por Alcina Ribas, para comemoração dos aniversários do mês, de Lúcia e Glória Martins Miranda.

Acesse a palestra pelo link:

A arte e o audiovisual na obra de Chico Xavier

A arte e o audiovisual na obra de Chico Xavier

 

Na noite do dia 21 de novembro, o tema “a arte e o audiovisual na obra de Chico Xavier”, foi desenvolvido no curso virtual do CCDPE, com exposição feita por Oceano Vieira de Melo, apresentando imagens e gravações históricas. Oceano é um especialista com várias produções nessa área, contribuindo com o movimento espírita. Em seguida, houve diálogos. Foi disponibilizada ao grupo, mensagem do ator Renato Prieto aos participantes desse curso do CCDPE, obtida por Lismar Franklin, integrante do curso e amiga pessoal do ator. O encontro virtual foi coordenado por Cesar Perri e Pedro Nakano.

Com essa reunião foi concluída a programação do curso “Literatura psicográfica de Chico Xavier”, estudo a distância oferecido pelo Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo, de São Paulo, desde março, com coordenação de Cesar Perri.

Privações, reencarnação, laços familiares

Privações, reencarnação, laços familiares

Na reunião pública e transmitida pela internet na manhã do dia 19 de novembro, na Instituição Nosso Lar (Araçatuba, SP), Hélio de Matos Correa Júnior comentou questões sobre “privações voluntárias, mortificações” de “O Livro dos Espíritos”; Paulo Sérgio Perri de Carvalho expôs sobre itens “laços familiares” do Cap. IV de “O Evangelho segundo o Espiritismo”. Há transmissão simultânea pela Estação Dama da Caridade Benedita Fernandes.

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