Centenário do Espiritismo em Araçatuba

Centenário do Espiritismo em Araçatuba

Inicia-se no sábado, dia 17e abril, às 14 horas as transmissões da palestras virtuais comemorativas do Centenário do Espiritismo em Araçatuba, sempre pela Estação Dama da Caridade Benedita Fernandes. O marco inicial do Espiritismo em Araçatuba foi a fundação da União Espírita Paz e Caridade, no dia 21 de abril de 1921. O evento “Araçatuba 100 anos de Espiritismo – Especiais A Origem” terá apresentações virtuais diárias até o dia 25 de abril. Araçatubenses e convidados estarão apresentando registros e depoimentos históricos e desenvolvendo temas doutrinários. Há várias parcerias e conexões para o evento histórico.

157 anos do Evangelho

157 anos do Evangelho

157 Anos de “O Evangelho Segundo Espiritismo”, foi o tema de palestra virtual com Antonio Cesar Perri de Carvalho, na noite do dia 15/04 às 20h pelo canal do Youtube do IELAR MEIMEI, de São José do Rio Preto, com retransmissões pelo Canal da Rede Luz Espírita e Facebook do CEFA (Centro Espírita Francisco de Assis, de São José do Rio Preto).

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Estudo do Evangelho na Casa do Caminho

Estudo do Evangelho na Casa do Caminho

O estudo livro “O Evangelho segundo o Espiritismo” tem sido desenvolvido no Grupo Espírita Casa do Caminho, de São Paulo, coordenado por Cesar Perri de Carvalho e com atuação de Célia Maria Rey de Carvalho e Flávio Rey de Carvalho. No dia 14 de abril, homenageou-se as duas efemérides da semana: lançamentos de obras de Allan Kardec – dia 15 de abril de 1864,“O Evangelho segundo o Espiritismo”; no dia 18 de abril de 1857, “O Livro dos Espíritos”, seguindo-se o estudo do Capítulo VI “O Cristo Consolador”. Sempre às 4as. feiras, em dois horários: um vespertino e outro noturno, totalizando mais de cem participantes.

Estudo do dia 14 abril, acesse pelo link:

NA TV – ESPECIAL EFEMÉRIDES ESPÍRITAS

NA TV – ESPECIAL EFEMÉRIDES ESPÍRITAS

No programa “O Evangelho e sua simplicidade”, da web TV da Rádio Brasil Espírita, de Maceió Cesar Perri, na noite do dia 14 de abril, homenageou as duas efemérides da semana: lançamentos de obras de Allan Kardec – dia 15 de abril de 1864 ,“O Evangelho segundo o Espiritismo”; no dia 18 de abril de 1857, “O Livro dos Espíritos”. O expositor apresentou versões de suas primeiras edições e comentou episódios da época do lançamento dessas obras básicas de Allan Kardec e o papel delas na atualidade. Este é apresentado todas 4as. feiras às 19 horas.

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As “portas” após a desencarnação

As “portas” após a desencarnação

Na tarde do dia 15 de abril, houve mais uma reunião de vibrações virtual de equipe do Grupo Espírita Casa do Caminho, de São Paulo. A reunião foi coordenada por Glória Martins Miranda; na exposição evangélica, Rosane Lombardi comentou o capítulo “Às portas celestes”, do livro Pontos e contos (espírito Humberto de Campos, FCX, FEB), relacionado com estados de espírito após a desencarnação. As vibrações foram conduzidas por Elmara Moreira Leamari; Maristela Harada fez a prece de encerramento. No início e ao final houve música ao piano por Margarida Helena Garabedian. Após o encerramento ainda ocorreram vários comentários sobre o tema por parte dos integrantes do grupo.

Batei à porta…

Batei à porta…

Na reunião virtual de estudos de “O evangelho segundo o espiritismo”, da equipe do Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa Espírita, de São Paulo, no dia 13 de abril, André Fernandes iniciou o estudo do Cap. 25 – Buscai e achareis, analisando versículos como: “Pedi e se vos dará; buscai e achareis; batei à porta e se vos abrirá; porquanto, quem pede recebe e quem procura acha e, àquele que bata à porta, abrir-se-á” (Mateus 7,7), focalizando comentários de Kardec e mensagens de Emmanuel. Seguiram-se vários comentários pelos integrantes do grupo. Haverá continuidade do estudo desse capítulo. A coordenação foi feita por Cesar Perri e as preces abertura e de encerramento, por Scheila Maria e Mirna Nakano.

Os gozos e o amor ao próximo

Os gozos e o amor ao próximo

Na reunião virtual da Instituição Nosso Lar, de Araçatuba (SP), na manhã do dia 11 de abril, ocorreram com exposições de Osvaldo Magro Filho sobre o item “penas e gozos terrenos” (“O Livro dos Espíritos”, questões 920 a 933) e sobre “Amar ao próximo como a si mesmo” (“O Evangelho segundo o Espiritismo”, cap. 11) por Hélio Matos. Dois temas oportunos para o momento. A reunião é transmitida pela Estação Dama da Caridade Benedita Fernandes.

Link para acesso (copie e cole):

https://www.youtube.com/watch?v=3hvThXlK_JY

A importância do trabalho federativo na construção do mundo de regeneração

“A importância do trabalho federativo na construção do mundo de regeneração”

- Em: Federação Espírita do Estado do Espírito Santo festeja seu centenário –

A efeméride foi comemorada com um amplo evento virtual no dia 27 de março, comandado pelo confrade Fabiano Santos, presidente da FEEES, com participação dos ex-presidentes Júlio David Archanjo, Marcelo Paes Barreto, Dalva Silva Souza e Maria Lúcia Rezende Dias Faria, de vários ex-diretores, bem como de membros da atual diretoria, coordenadores de áreas da federativa e dirigentes de órgãos regionais e centros espíritas. A prece de abertura foi proferida pelo ex-presidente Júlio David Archanjo. Tanto na abertura como no encerramento ocorreram apresentações musicais por parte de jovens espíritas. Os ex-presidentes também se manifestaram com sua saudação ao público. Na sequência, o vice-presidente José Ricardo do Lírio apresentou uma síntese histórica da Federação. Foram então exibidos alguns vídeos históricos. O representante da Juventude Espírita também fez uma saudação. E, como não podia faltar, houve um momento informal comemorativo do aniversário com bolo e velinha marcando os 100 anos de fundação da entidade.

Convidado especialmente para o evento, Antonio Cesar Perri de Carvalho, ex-presidente da USE-SP e da FEB, proferiu palestra focalizando o tema proposto pela FEEES.

Eis uma síntese do que o palestrante disse na oportunidade:

“A importância do trabalho federativo na construção do mundo de regeneração”

“Em meio a uma tragédia sanitária mundial, as afligentes situações de saúde – corpórea, psíquica e espiritual -, as mortes e o prolongado distanciamento social caracterizam uma sensação de luto.

Há transformações no mundo e o movimento espírita não está isento desses impactos.

Daí a necessidade de avaliação sobre a realidade do movimento espírita – providência que incumbe aos encarnados, como Kardec diz em A Gênese ao afirmar que a revelação espírita é de origem divina, mas sua elaboração é fruto do trabalho do homem. Em seu último discurso, proferido em novembro de 1868, o Codificador fez também colocações que vale lembrar: "O laço estabelecido por uma religião, seja qual for o seu objetivo, é, pois, essencialmente moral, que liga os corações, que identifica os pensamentos, as aspirações, e não somente o fato de compromissos materiais…” E aduziu: “O efeito desse laço moral é o de estabelecer entre os que ele une, como consequência da comunhão de vistas e de sentimentos, a fraternidade e a solidariedade, a indulgência e a benevolência mútuas”.

O mesmo pensamento transparece na primeira psicografia de Chico Xavier sobre o tema União, intitulada “Em nome do Evangelho”, recebida durante o 1o Congresso Brasileiro de Unificação Espírita, realizado em São Paulo, no ano de 1948. Na mensagem Emmanuel nos convida: “[…] orientem no Evangelho quaisquer princípios de unificação…”, situa o contexto: “O mundo conturbado pede, efetivamente, ação transformadora” e, por fim, sugere: “unamo-nos no mesmo roteiro de amor, trabalho, auxílio, educação, solidariedade, valor e sacrifício que caracterizou a atitude do Cristo em comunhão com os homens…”

Esses são parâmetros para as ações federativas e o atendimento das novas demandas do movimento espírita na fase pós-pandemia. As conclusões do “Projeto Convite ao Futuro – Diagnóstico e Prognóstico do Movimento Espírita Capixaba” (FEEES, 2019) devem ser analisadas em coerência com o novo horizonte social.

As experiências históricas danosas de institucionalização e hierarquização nas organizações religiosas devem subsidiar reflexões.

A proposta do Codificador sobre a "Comissão Central" pode inspirar a organização e o funcionamento de federativas.

Esse trabalho poderá ser agilizado e ampliado com ações virtuais, com redução dos custos das locomoções e das grandes reuniões, e com priorização por parte dos centros espíritas para a atuação virtual. Deve-se rever a seleção de temas e de expositores. Faz falta o espaço para se tratar dos assuntos que afligem o movimento, evitando-se sua pulverização e a centralização em alguns expositores. Em todos Estados há lidadores com vivência para o diálogo sobre suas experiências num intercâmbio fraterno.

Urge a adequação das instituições com preparo de recursos humanos, e, para as edificações: acesso, segurança e sanitária; tudo é respeito à vida do ser espiritual reencarnado. Na assistência social, o ideal será a desvinculação de dependência de convênios governamentais. A comercialização de livros pela internet e os e-books deverá redundar que estes não se constituam em fonte de subsistência para as instituições.

É marcante o conceito de Emmanuel sobre centro espírita: “[…] santuário de renovação mental em direção da vida superior. […] é uma escola onde podemos aprender e ensinar, plantar o bem e recolher-lhe as graças, aprimorar-nos e aperfeiçoar os outros, na senda eterna.”

As reuniões para todas faixas etárias devem ser simultaneamente presenciais e à distância. Deve-se conhecer melhor a realidade das crianças e jovens. A experiência de atendimento fraterno pela internet, iniciada pela FEEES, deverá ser valorizada.

É momento para o acolhimento fraterno, mensagens de consolo, apoio moral e espiritual; de construção de caminhos novos, visando à futura regeneração!”

Finda a palestra, Dalva Silva Souza, ex-presidente da FEEES, proferiu a prece de encerramento.

Extraído de:

Brasil, por Ana Moraes. Revista digital O Consolador – Ano 15 – N° 716 – 11 de Abril de 2021; http://www.oconsolador.com.br/ano15/716/especial2.html

SIGAMOS COM CRISTO

SIGAMOS COM CRISTO

Cada dia, na Terra, milhares de criaturas demandam o País da morte e milhares retornam ao Mundo Físico.

Berço e túmulo são apenas dois marcos da vida que, maravilhosa e eterna, enxameia por toda parte.

Sabemos, porém, que o século é, tão- somente, um ponto infinitesimal no tempo e que as horas apressadas de um corpo denso, que surge e desaparece, não podem oferecer ao espírito peregrino da eternidade – a solução final do destino.

É por isso que pelos bilhões de almas que evoluem na crosta terrestre, outros muitos bilhões de consciências desencarnadas gravitam ao redor do Planeta, à caça de reajuste e progresso, amparo e renovação.

Por esse motivo, morrer não será redimir.

Somos na Humanidade Total, milhões e milhões de seres, viajando do instinto para a inteligência, da inteligência para a razão e da razão para a angelitude.

Cada coração pulsa no degrau que lhe é próprio.

Cada consciência mantém-se no campo visual que lhe diz respeito.

Eis porque, não podemos perder na atualidade, o Cristianismo restaurado.

A ciência e a filosofia, respeitáveis embora em suas atividades e fundamentos, filiam-se a definições provisórias que lhes assinalam a marcha.

Apenas indagando e examinando, jamais chegaríamos a surpreender a vida e a sublimá-la.

Em razão disso, antes de tudo, atendamos à química do sentimento, em favor da regeneração de nós mesmos.

Nosso problema essencial, ainda e sempre, é o da unidade a benefício do todo.

Conduzamos o homem ao bem supremo, com a dignificação de si próprio, no respeito à função que lhe cabe no aperfeiçoamento da Terra, e teremos solucionado a questão da felicidade humana.

Para isso, ergamo-nos ao Cristo para que o Cristo nos edifique.

O Evangelho à frente da civilização, é o sol que nos clareia o caminho. Aqueçamo-nos em seus raios e o serviço do Bem se nos fará grande condutor para o mundo melhor de amanhã.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Monte acima. São Bernardo do Campo: GEEM)

Obras Básicas como antídoto às aflições

Obras Básicas como antídoto às aflições

Antonio Cesar Perri de Carvalho (*)

Em meados de abril transcorrem duas efemérides marcantes: no dia 15, a data de lançamento de O evangelho segundo o espiritismo, e, no dia 18, de O livro dos espíritos.

A obra inaugural de Allan Kardec – O livro dos espíritos -, e que assinala a data de nascimento do Espiritismo provocou repercussões na imprensa parisiense. Vários “folhetins”, seções culturais dos jornais, apresentaram notícia e resenha. A edição inicial era mais curta, com 501 perguntas e respostas. Kardec o complementou até a edição definitiva com 1019 questões. Nessa obra estão contidos os princípios do Espiritismo, enfeixados em quatro partes: Das causas primárias, Do mundo espírita ou mundo espiritual, Das leis morais, e, Das esperanças e consolações.

Nos anos seguintes, o Codificador desdobrou os temas que caracterizam cada Parte do livro pioneiro.

Assim, em 1864 vem a lume O Evangelho segundo o Espiritismo. Também passou por revisões e acréscimos até sua edição definitiva. Na realidade, é um desdobramento da 3ª. Parte de O livro dos espíritos, detalhando comentários sobre exemplos e o ensino moral de Jesus.

As duas obras tem sido comemoradas em datas significativas. O livro dos espíritos foi o tema central do 2º. Congresso Brasileiro de Espiritismo, alusivo aos 150 anos da publicação dessa obra. Foi promovido em 2007 pela FEB, durante a gestão do presidente Nestor Masotti. E veio a lume edição especial e histórica dessa obra.

Ao longo do ano de 2014 e notadamente no 4º Congresso Espírita Brasileiro, com quatro marcantes eventos simultâneos e em regiões diferentes do país, com o tema central “150 anos de esclarecimento e consolação” foi comemorado o Sesquicentenário de O evangelho segundo o espiritismo. E foi publicada edição histórica dessa obra. Durante nossa presidência na FEB, como interino e efetivo, criamos e implantamos na sede da FEB, no ano de 2012, o estudo semanal, sistemático e interpretativo de O evangelho segundo o espiritismo e a criação do Núcleo de Estudo e Pesquisa do Evangelho da FEB – NEPE, este último funcionou até o final de nossa gestão em março de 2015. As experiências vividas com esses estudos, fruto do trabalho de grande equipe, foram registradas no exemplar lançado durante o Congresso: O evangelho segundo o espiritismo. Orientações para o estudo (FEB). Na sequência, em 2013 foram implantados na sede da FEB cursos sobre cada uma das Obras Básicas de Kardec.

Fato digno de nota é que o espírito Emmanuel, pela psicografia de Chico Xavier, elaborou obras homenageando os livros básicos do Codificador. Por ocasião do Centenário deles, meados do século XX, esses livros foram publicados, entre outros: Religião dos espíritos (FEB), alusivo a O livro dos espíritos, e, Livro da esperança (CEC), em homenagem a O evangelho segundo o espiritismo.

Todas essas obras devem merecer a atenção dos espíritas, no estudo e na divulgação.

Notadamente em época complexa como a que vivemos de tragédia sanitária e que exacerbam situações cruéis e afetam todos os seres humanos. O momento é de acolhimento espiritual, de consolo e de esclarecimento. Nada melhor do que as Obras Básicas do Codificador como um manancial de antídotos às aflições.

(*) Foi presidente da USE-SP e da FEB.