COMPAIXÃO EM FAMÍLIA

COMPAIXÃO EM FAMÍLIA

"Mas se alguém não tem cuidado dos seus e, principalmente dos da sua família, negou a fé …" Paulo. (I Timóteo, 5:8. )

São muitos assim,

Descarregam primorosa mensagem nas assembléias, exortando o povo à compaixão; bordam conceitos e citações, a fim de que a brandura seja lembrada; Entretanto, no instituto doméstico, são carrascos de sorriso na boca.

Traçam páginas de subido valor, em honra da virtude, comovendo multidões; mas não gravam a mínima gentileza nos corações que os cercam entre as paredes familiares.

Promovem subscrições de auxílio público, em socorro das vítimas de calamidades ocorridas em outros continentes, transformando-se em titulares da grande benemerência; contudo, negam simples olhar de carinho ao servidor que lhes pões a mesa.

Incitam a comunidade aos rasgos de heroísmo econômico, no levantamento de albergues e hospitais, disputando créditos publicitários em torno do próprio nome; entretanto, não hesitam exportar, no rumo do asilo, o avô menos feliz que a provação expões à caducidade.

Não seremos nós quem lhes vá censurar semelhante procedimento.

Toda migalha de amor está registrada na lei, em favor de quem a emite.

Mais vale fazer bem aos que vivem longe, que não fazer bem algum.

Ajudemos, sim, ajudemos aos outros, quanto nos seja possível; entretanto, sejamos igualmente bons para com aqueles que respiram em nosso hálito. Devedores de muitos séculos, temos em casa, no trabalho, no caminho, no ideal ou na parentela, as nossas principais testemunhas de quitação.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Palavras de vida eterna. Cap. 107. Uberaba: CEC)

São Paulo – origem da cidade e marco educacional

São Paulo – origem da cidade e marco educacional

    

Antonio Cesar Perri de Carvalho

Dia 25 de janeiro assinala os 468 anos da fundação da cidade de São Paulo.

Os episódios da origem da grande metrópole têm ligações com vultos que são conhecidos na literatura espírita.

Destacamos o espírito Emmanuel, que na sua trajetória espiritual, esteve reencarnado como o jesuíta Manuel da Nóbrega.

Essa informação já havia sido divulgada por Chico Xavier e consta do livro Amor e sabedoria de Emmanuel, de Clóvis Tavares, editado em São Paulo no ano 1970. No 2o Pinga Fogo, marcante programa da TV Tupi de São Paulo, em dezembro de 1971, Chico Xavier em resposta a Almyr Guimarães confirma e declara: “Aceito plenamente, convictamente a revelação dele mesmo, de que ele foi o padre Manuel da Nóbrega, companheiro do grande Anchieta”. Na cerimônia pública e televisada da Câmara Municipal de São Paulo, no dia 19/5/1973, em que recebeu o título de “Cidadão Paulistano”, Chico Xavier evocou essas informações espirituais.1

A atual maior metrópole do Hemisfério Sul e o Estado homenageiam o Apóstolo Paulo, por proposta de Manuel da Nóbrega!

Em registros históricos de conhecimento público sabe-se que Nóbrega, que atuava em São Vicente, subiu o Planalto de Piratininga e resolveu fundar uma escola, escolhendo o dia 25 de janeiro de 1554, data comemorativa da conversão do apóstolo Paulo. Assim, surgiu a cidade de São Paulo, significativamente a partir de uma escola e homenageando a apóstolo da gentilidade.

O jesuíta Nóbrega instalou no Brasil a primeira proposta de educação, integrando o grupo que fundou a cidade de Salvador; na já citada fundação da cidade de São Paulo, e, posteriormente também presente na origem da cidade do Rio de Janeiro. Sua missão envolvia o Direito e a Teologia Moral. Nóbrega teve muito trabalho junto aos portugueses que vinham para a Colônia sem suas famílias e muitos até na condição de exilados e com as aproximações e catequese em aldeias indígenas. Foi autor do primeiro livro redigido na Colônia, Cartas do Brasil, registrando suas experiências educacionais entre 1549 e 1560.1

A amiga e anfitriã de Chico Xavier em São Paulo, Nena Galves – que juntamente com seu marido fundaram o Centro Espírita União em 1967, atendendo a orientação e apoio de Chico Xavier -, sempre relata que o médium tinha um grande amor pela cidade de São Paulo. Às vezes pedia para dar uma volta pela cidade e até de carro, tarde da noite, e, inclusive, esteve várias vezes no Pátio do Colégio, local onde a cidade foi fundada.

Em Sessão Solene da Câmara de Vereadores de São Paulo realizada no dia 17 de maio de 2004, recebemos a “Medalha Anchieta e Diploma de Gratidão da Cidade de São Paulo”. Na oportunidade fomos saudados pelo vereador Rubens Calvo e em nosso discurso enaltecemos Anchieta, notável vulto dedicado à educação e atendimentos a carentes e que chegou à Colônia do Brasil como noviço do padre Manuel da Nóbrega. Naquele momento homenageamos também Nóbrega, como fundador de São Paulo, e lembramos que ele sempre vinha à nossa memória nos tempos em que atuávamos junto à Reitoria da Universidade Estadual Paulista, na época localizada próxima ao histórico Pátio do Colégio.2

Sempre que possível conduzimos parentes e amigos para conhecerem o museu que funciona no Pátio do Colégio, no centro de São Paulo.

Referências:

1) Carvalho, Antonio Cesar Perri. Emmanuel. Trajetória espiritual e atuação com Chico Xavier. Cap.17. Matão; O Clarim. 2020.

2) Carvalho, Antonio Cesar Perri. Pelos caminhos da vida. Memórias e reflexões. Cap. 3.8. Araçatuba: Cocriação. 2021.

Superação de dificuldades

Superação de dificuldades

Na tarde do dia 20 de janeiro houve reunião virtual de vibrações de equipe do Grupo Espírita Casa do Caminho, de São Paulo. O evangelho foi explanado por Antonio Cesar Perri de Carvalho, com relato de casos de superações vivenciados por Paulo de Tarso, como inspiração os momentos complexos da atualidade. As vibrações foram feitas por Lúcia Migliori Menezes; a prece por Sueli Caftalas; a coordenação por Glória Martins Miranda, e, no início e no final Margarida Helena Garabedian apresentou músicas ao piano.

Mais um programa sobre Paulo em webTVs

Mais um programa sobre Paulo em webTVs

Em transmissão do dia 19 de janeiro foi iniciado pela webTV Rádio Brasil Espírita, de Maceió (Alagoas), um novo programa semanal com Cesar Perri. Na primeira apresentação sobre “Epístolas de Paulo à luz do Espiritismo” o expositor destacou as obras históricas e espíritas que se fundamenta e comentou aspectos marcantes da vida e transformação de Paulo de Tarso. Esse programa é levado ao ar todas as 4as feiras às 19 horas.

Acesse pelo link:

Contexto de atuação e superações de Paulo de Tarso em webTV

Contexto de atuação e superações de Paulo de Tarso em webTV

Na série de programas “Epístolas de Paulo à luz do Espiritismo” pela webTV Rede Amigo Espírita, no dia 18 de janeiro, Cesar Perri abordou o tema “Contexto de atuação e superações de Paulo de Tarso”. O expositor é autor de livro de mesmo título da série publicado pela Casa Editora O Clarim. Essa nova série está sendo exibida às 3as feiras, às 17 horas.

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Revista francesa focaliza Kardec, Denis e Chico Xavier

Resenha

Revista francesa focaliza Kardec, Denis e Chico Xavier

A Revista espírita, iniciada por Allan Kardec, atualmente publicada trimestralmente por Le Mouvement Spirite Francophone -LMSF,em sua edição do quarto trimestre de 2021, tem como matérias de capa: Um estudo científico sério, A tentação de descansar (de Pai nosso, FCX), O pensamento pedagógico de Hypolite Léon Denizard Rivail. Na última capa estampa a imagem de Léon Denis. No Editorial mantém homenagens a Roger Perez e Nestor Masotti, responsáveis pela transferência dessa publicação para o LMSF.

O periódico dá prosseguimento à série de matérias “O triunfo da vida”, focalizando cartas familiares psicografadas por Chico Xavier. Detalhado artigo de autoria Julien Philippe comenta matéria publicada na revista Explore, em 2020, das edições Elsevier, sobre a psicografia. Os autores comentam que este estudo só é válido para testes muito precisos que estão longe de visar todas as modalidades de expressão da mediunidade espírita. Este estudo sugere a realização de experimentos com médiuns excepcionalmente dotados, médiuns que podem ser comparados a Chico Xavier. Em artigo sobre “Direito moral”, a Convenção de Berna é o foco para a análise sobre obras de Kardec, revisadas após sua desencarnação. Essa Convenção internacional define que após a morte do autor, não é possível se modificar sua obra, somente a aplicação de reformas ortográficas do idioma. Citam indícios de adulterações e de violação do direito moral de Allan Kardec, ou seja, feitas após sua desencarnação. Entre outras, não consideram convincentes as jutificativas apresentadas pela FEB. Comentam também que Chico Xavier deixou de publicar suas obras pela citada Editora. Sugerem precauções e, por essa razão Le Mouvement Spirite Francophone seguirá a mesma atitude, de abster-se de adquirir e distribuir novos exemplares dessas obras e suas traduções para o francês

Essa revista divulga intensamente as obras de Allan Kardec e de Léon Denis, publicadas por Le Mouvement Spirite Francophone.

Informações:

http://www.revue-spirite.org; E-mail: info@lmsf.org

“Culpa” da culpa (teológica), ponderando a inutilidade da culpa

“Culpa” da culpa (teológica), ponderando a inutilidade da culpa

Jorge Hessen

A culpa e o alerta da consciência são temas que merecem profundas reflexões.

É importante dizer que o “alerta ou conflito da consciência” ainda não é a instalação da culpa, porém um convite à contrição diante dos erros. Tal compressão consciencial é indispensável para a harmonização do desajuste psicológico, consequente da culpa. A consciência é o divino em nossa realidade existencial; nela estão escritas as Leis do Criador. A culpa resulta da não auscultação do “alerta da consciência”, portanto é patológica e gera profundo abalo psicológico autopunitivo.

Detalhe: é impossível inexistir o alerta consciencial no psiquismo humano. Podemos fingir não ouvir a “voz da consciência”, e, apesar disso, ela sempre nos alertará, exceto nos casos extremos de psicopatologias em que o doente mental não sente um mínimo de arrependimento ou sentimento de culpa.

O alerta consciencial sinaliza as transgressões ao código moral de lei da consciência. À vista disso, tomamos ciência e nos arrependemos do erro, buscando repará-lo. Por outro lado, a culpa é um processo patológico em que ficamos cultuando o erro sob o movimento psicológico de autojulgamento, autocondenação e autopunição.

Impulso autopunitivo

O comportamento autopunitivo causa gravíssimas doenças emocionais, notadamente a depressão. Atualmente a depressão é um colossal drama humano. “Eu não mereço ser feliz”, “eu não nasci para ser amado”, “ninguém gosta de mim” etc. Aqui se manifesta um comportamento autopunitivo de complicado tratamento psicológico e espiritual. Neste caso a “culpa” está punindo e aprisionando. O culpado está acomodado na queixa e na lamentação (pela “culpa”). Mais amadurecido psicologicamente poderia avançar pelo caminho do autoperdão e capacitaria abrir mais o coração para a vida.

Nas patologias depressivas, muitas vezes há muito ódio guardado no coração. Muitas vezes oscilamos entre atos que geram a artimanha do “desculpismo” e ações que determinam a “culpa”. Dependendo de como lidamos com tais desafios, a “culpa” permanece mais forte, produzindo situações que embaraçam o estado psíquico e emocional, razão pela qual não nos podemos exigir perfeição, inobstante, devemos fazer esforços contínuos de autoaperfeiçoamento, afastando-nos do “desculpismo”, que nada mais é do que uma porta de escape para a fuga das próprias obrigações.

A percepção da “culpa” tem sido objeto de investigações e influências no amplo debate temático da Doutrina dos Espíritos e das ciências psíquicas. Sabe-se que são intermináveis e graves as consequências da conservação da “culpa” em nossa vida, podendo alcançar indescritíveis destroços emocionais, psicológicos, comportamentais e morais.

A famosa “culpa” se consubstancia numa sensação de angústia adquirida após reavaliação de um ato tido como reprovável por nós mesmos, ou seja, quando transgredimos as normas da nossa consciência moral.

Distintivos da culpa

Das diversas características da culpa há aquela advinda da volúpia de “prazer” quando alguém não se divertiu como gostaria (de ter-se esbaldado numa “balada”, por exemplo). Após a “farra” esse alguém se sente culpado e se cobra por não ter permanecido mais tempo na festa; por não ter realizado isso e ou aquilo etc. Sob esse estado psicologicamente perturbador surge a culpa como reflexo daquilo que não se fez e almejaria ter feito, resultando o movimento de autopunição.

Sob o ponto de vista religioso, a “culpa” advém da transgressão de algo “proibido” ou de uma norma de fé. A sanção religiosa tange para a reprimenda e condenações punitivas. A sinistra “culpa” religiosa significa um estado psicológico, existencial e subjetivo, que indica a busca de expiação de faltas ante o “sagrado”, como parte da própria autoiluminação como experiência sectária.

Frequentemente a religião trata a “culpa” como um sentimento imprescindível à contrição e à melhoria pessoal do infrator, pois este alcança a mudança apenas se reconhecer como “pecaminoso” o ato cometido.

Essa interpretação religiosa não se compatibiliza com as propostas espíritas, até porque a “culpa” é uma das percepções psíquicas que não se deve nutrir, por ser uma espécie de mal-estar estéril, uma inútil insatisfação íntima. Em verdade, quando nos culpamos tolhemos todo o potencial de nos manifestar com segurança perante a vida.

Todas as recordações negativas paralisam o entusiasmo para as ações no bem, únicas portadoras de esperança para a libertação da culpa. Quando entramos no processo autopunitivo geramos um impulso de distanciamento da realidade da vida e do próprio viver. É um grande desafio transformarmos a experiência desafiadora (dor/“sofrimento”) em experiência de aprendizado. Para isso, importa fazermos o BEM (com maiúsculas) no limite das nossas forças, começando em nós mesmos, permitindo-nos experimentar esse BEM no coração e ao mesmo tempo realizarmos o BEM ao próximo, e assim nos libertamos totalmente do nódulo culposo.

O desculpismo ante o alerta consciencial

A Lei de Causa e Efeito é um dos princípios fundamentais preconizados pela Doutrina Espírita para explicar as vicissitudes ligadas à vida humana. Ante a Lei de causalidade a colheita deriva da semeadura, sem qualquer expressão castradora ou fatalista para reparação. O “alerta de consciência”, por exemplo, bem absorvido, transforma-se em componente responsável. Mas se o ignoramos ruímos no desculpismo e rechaçamos a responsabilização do erro. Em face disso, o desculpismo é uma postura profundamente irresponsável perante nós mesmos.

O negligente (desculpista) pronuncia que “errar é humano”, porém é contraproducente raciocinar assim. É um processo equivocado que ultraja a Lei de Deus. Em verdade, não precisamos nos culpar (exigência) quando erramos, e muito menos nos desculpar (negligência), porém, importa ouvirmos a voz da consciência e aprendermos com os erros a fim de repará-los.

Assistencialismo como cataplasma da culpa

Sobre as diferentes peculiaridades da culpa ainda há aquela sucedida naqueles trabalhadores que avidamente mergulham nos assistencialismos. São confrades de consciência “pesada” que ambicionam consolidar a beneficência, visando, antes, anestesiarem a própria culpa. Na realidade, estão tentando barganhar com Deus, a fim de se livrarem da ansiedade mental.

Decerto isso é uma prática espontânea porém contraproducente. Não obstante, no M.E.B. – Movimento Espírita Brasileiro haja farta frente de serviços assistencialistas. O psiquiatra Alírio Cerqueira, coordenador do Projeto Espiritizar da Federação Espirita do Mato Grosso, alterca que muitos fazem assistencialismos sem real consciência da necessidade social dos desprovidos. Em verdade, laboram “caritativamente” sob as algemas da consciência culposa e arriscam disfarçar para si mesmos o automático exercício de “altruísmo”. Agem subconscientemente quais portadores de ferida muito dolorosa, e em vez de tratá-la para cicatrizar, ficam passando pomada anestésica na ferida (culpa) para abrandar a dor. Agindo assim (no assistencialismo) a culpa momentaneamente é “escondida”, mas não desaparece, pois, passando o efeito do anestésico a culpa retorna e a pessoa mantém o conflito de consciência . Desse modo, vai ampliando cada vez mais os compromissos “filantrópicos”; vai se sobrecarregando nos pactos “caritativos”; porém, a culpa é conservada. Muitos passam a vida inteira nessa atitude de “FAZEÇÃO DE COISAS” sem qualquer objetivo consciencial. Tais “caridosos” com certeza socorrem TEMPORARIAMENTE os necessitados, todavia, provocam para si mesmos , em alto grau, o cansaço mental, o estresse e a saturação psicológica e não conseguem se HARMONIZAREM CONSIGO MESMOS.

Ante a culpa, não são os sadios que necessitam de médicos

Na verdade, o objetivo das leis divinas (sediadas na consciência) é nos proporcionar a pura e eterna felicidade. Em face disso, quando as transgredimos ficamos ansiosos, porque nos afastamos da felicidade, logo, sentimos extrema ansiedade. Em face disso, é importante o exercício do autoperdão que obviamente não extinguirá a responsabilidade dos erros praticados, até porque auto perdoar-se não é simplesmente passar uma borracha em cima do erro, mas fazer uma avaliação equilibrada do desacerto para repará-lo.

No extremo, há pessoas que alimentam tanta culpa, que se sentem indignas de fazer uma prece e ou de fazer o bem. Porém, ajuizemos o seguinte: a prece não é para espíritos puros. Jesus orientou que não são os sadios que necessitam de médicos, mas os doentes. Ora, esperarmos nossa purificação para orar e fazer o bem não faz nenhum sentido, até porque nos aperfeiçoamos gradualmente, orando inicialmente e de maneira especial fazendo bem no limite das nossas forças.

Extraído de:

Revista digital O Consolador. Ano 15 – N° 754 – 9 de Janeiro de 2022:

http://www.oconsolador.com.br/ano15/754/especial.html

Casa do Caminho com reuniões presenciais e virtuais

Casa do Caminho com reuniões presenciais e virtuais

Na reunião pública e virtual na tarde do dia 13 de janeiro do Grupo Espírita Casa do Caminho, de São Paulo, Antonio Cesar Perri de Carvalho expôs sobre itens do Capítulo XVII – Sede Perfeitos, de “O Evangelho segundo o Espiritismo”. Sobre o tema, focalizou o significado de versículos de Mateus, do Sermão da Montanha, e a aplicação na atualidade. A reunião foi aberta por Neusa dos Santos, seguindo-se após a palestra, as vibrações, passe coletivo e prece de encerramento, com atuação de Leila Ortiz, o presidente Régis Lang e Ângela de Mattos Basile.

Em função da propagação da pandemia do COVID-19, a “Casa do Caminho” alterou o ritmo de reabertura de suas atividades. Foram mantidas algumas reuniões de explanações, presenciais, mas com cuidados recomendados por autoridades do Estado, e transmitidas por internet.

As atividades mediúnicas voltaram a ser feitas na forma de reuniões virtuais de vibrações. Em seguida à atividade pública e virtual acima citada, houve outra reunião, de vibrações com participações virtuais: abertura por Glória Martins Miranda, exposição feita por Célia Maria Rey de Carvalho sobre o tema “O espírito e as suas oportunidades de aprendizagem”, vibrações pela dirigente Alcina Ribas, encerramento por Elisabete Darcy Navarro Baltazar, música ao piano por Margarida Helena Garabedian.

Acesso para o link da palestra:

E as multidões o seguiram após o Sermão da Montanha

E as multidões o seguiram após o Sermão da Montanha

No programa do dia 12 de janeiro transmitido pela webTV Rádio Brasil Espírita, de Maceió (Al), Cesar Perri concluiu a análise do Sermão da Montanha, totalizando 30 programas. No final, foi focalizado o versículo de Mateus sobre o registro “e as multidões o seguiram…” A série “O Evangelho em sua simplicidade” é levada ao ar todas as 4as feiras às 19 horas e terá prosseguimento na 2ª. quinzena de janeiro com o tema “Epístolas de Paulo à luz do Espiritismo”, com o mesmo expositor.

Acesse pelo link:

Paulo – a conversão e o contexto de sua época

Paulo – a conversão e o contexto de sua época

A série de programas “Epístolas de Paulo à luz do Espiritismo” foi iniciada no dia 11 de janeiro pela webTV Rede Amigo Espírita. Cesar Perri é o expositor, desenvolvendo esse programa às 3as feiras, às 17 horas. Nesse programa inaugural foi abordado o tema “De Saulo à conversão; Paulo no contexto de sua época”. Perri é autor de livro de mesmo título publicado pela Casa Editora O Clarim. A nova série substitui o já concluído programa sobre “O Evangelho à luz do Espiritismo”, que o expositor desenvolveu durante o ano de 2021.