25 anos da Campanha “Viver em família”

25 anos da Campanha “Viver em família”

No ambiente familiar deve ocorrer não apenas a reunião do Evangelho no lar, mas o esforço pela vivência dos postulados espíritas e cristãos

Antonio Cesar Perri de Carvalho

A Campanha “Viver em Família” completa 25 anos de lançamento, tendo por slogan “O melhor é viver em família. Aperte mais esse laço”.

Logo depois que assumimos a presidência da União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo, no segundo semestre de 1990, já se iniciava uma reunião de estudos sobre temas da família, e, que era coordenada pela nossa esposa Célia Maria Rey de Carvalho, contando com um grupo de colaboradores. Adotava-se uma programação que iniciamos com a esposa, poucos anos antes no Centro Espírita Luz e Fraternidade, de Araçatuba (SP).

O programa de estudo concretizado na sede da USE-SP foi a origem do livro Família & espiritismo, editado pela USE-SP, preliminarmente lançado como um opúsculo.1

No ano de 1992, durante reunião da diretoria da USE-SP, os companheiros Sander Salles Leite e Joaquim Soares informaram que a Organização das Nações Unidas-ONU, preparava-se para promover o "Ano Internacional da Família", em 1994 – com o objetivo de "contribuir para construir a família, a menor democracia no coração da sociedade"2 -, e que a USE-SP que havia promovido a "Campanha Integração da Família", em 1980, e que realizava reuniões de estudo e publicações sobre o tema, deveria apresentar uma proposta sobre o tema para o Conselho Federativo Nacional da FEB.

De fato, a USE-SP apresentou uma proposta de Campanha sobre Família na reunião do Conselho Federativo Nacional da FEB, em novembro de 1992. Foi formada uma Comissão que foi incumbida de elaborar uma proposta para a reunião do CFN da FEB do ano seguinte, integrada por representantes de São Paulo: Antonio Cesar Perri de Carvalho e Célia Maria Rey de Carvalho; Rio de Janeiro: Gerson Simões Monteiro e Lydiênio Barreto de Menezes: FEB: Nestor João Masotti e Paulo Roberto Pereira da Costa; havendo assessoria de Merhy Seba (SP). Assim, surgiu a proposta da Campanha "Viver em Família", a qual foi aprovada pelo Conselho Federativo Nacional da FEB em suas reuniões de novembro de 1993.

No final deste evento, à noite, houve o lançamento no Auditório do Senado Federal, em mesa integrada pelo senador Coutinho Jorge, espírita do Pará; pela FEB, o presidente Juvanir Borges de Souza, vice-presidentes Cecília Rocha, Nestor João Masotti e Altivo Ferreira; presidentes de Federativas Estaduais: Antonio Cesar Perri de Carvalho (SP), Jonas da Costa Barbosa (Pará), e mais alguns parlamentares.

O lançamento nacional da Campanha "Viver em Família" ocorreu em São Paulo, no dia 29 de janeiro de 1994, com realização da USE-SP na sede do Centro Espírita Nosso Lar, sendo desenvolvido o Seminário “Formação de equipes para a Campanha”. A mesa de instalação do evento foi integrada por: vice-presidentes da FEB Nestor João Masotti e Altivo Ferreira; Paulo Roberto Pereira da Costa, coordenador da Comissão Operacional da Campanha “Viver em Família” do CFN da FEB; Antonio Cesar Perri de Carvalho, presidente da USE-SP; Gerson Simões Monteiro, presidente da USEERJ; Teodoro Lausi Sacco, presidente da FEESP; Célia Maria Rey de Carvalho, Coordenadora da Campanha para o Estado de São Paulo; Ivan René Franzolim, presidente da Associação dos Jornalistas Espíritas do Estado de São Paulo; e Irinéia Terra, representante do C.E. Nosso Lar. Divaldo Pereira Franco proferiu a palestra de abertura. Seguiu-se o seminário desenvolvido durante o dia 30 de janeiro de 1994. Este evento marcante originou o livro Laços de família, editado pela USE-SP.2

A Comissão Estadual desta Campanha em São Paulo coordenada por Célia Maria Rey de Carvalho promoveu vários eventos em todo o Estado. Um seminário em nível estadual, promovido pela USE-SP gerou um outro livro: A família, o espírito e o tempo, editado pela USE-SP.3

Fato de máxima importância é que a família deve contar com um espaço integrado e conjunto no Centro Espírita, deixando-se de ser pulverizada – com barreiras etárias – apenas em reuniões específicas para crianças, jovens e adultos. E no ambiente familiar deve ocorrer não apenas a reunião do Evangelho no lar, mas o esforço pela vivência dos postulados espíritas e cristãos. Daí, as questões básicas de O livro dos espíritos: "Os laços sociais são necessários ao progresso e os laços de família estreitam os laços sociais. Eis aqui porque os laços de família são uma lei natural. […] Qual seria para a sociedade o resultado do relaxamento dos laços de família? ̶ Uma recrudescência do egoísmo."4

E o comentário de Emmanuel: “A melhor escola ainda é o lar, onde a criatura deve receber as bases do sentimento e do caráter. […] Como renovar os processos de educação para a melhoria do mundo? – As escolas instrutivas do planeta poderão renovar sempre os seus métodos pedagógicos, com esses ou aqueles processos novos, de conformidade com a psicologia infantil, mas a escola educativa do lar só possui uma fonte de renovação que é o Evangelho, e um só modelo de mestre, que é a personalidade excelsa do Cristo.”5

A propósito do momento do Evangelho no lar, recomenda Bezerra de Menezes: “Que tão belos serões renovadores do lar e dos corações obtenham êxito na boa educação da infância e dos iniciantes em geral, é o meu desejo.”6 Na literatura espírita – além das obras citadas -, há muitos subsídios para se estudar e analisar os temas sobre família.

Passados 25 anos do lançamento da Campanha “Viver em Família”, o cenário em que vivemos solicita muita atenção para o cultivo dos valores familiares. O momento requer a implementação do slogan da Campanha, inspirado em O livro dos espíritos: “O melhor é viver em família. Aperte mais esse laço”!

Referências:

1) Carvalho, Célia Maria Rey (Org.). Família & espiritismo. 6.ed. São Paulo: USE. 231p.

2) Carvalho, Antonio Cesar Perri (Org.). Laços de família. 8.ed. São Paulo: Ed. USE. 150p.

3) Carvalho, Antonio Cesar Perri (Org.). A família, o espírito e o tempo. 1.ed. São Paulo: USE. 140p.

4) Kardec, Allan. Trad. Ribeiro, Guillon. O livro dos espíritos. Questões 774 e 775. Brasília: FEB.

5) Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. O consolador. 29.ed. Questões 110 e 112. Brasília: FEB.

6) Bezerra de Menezes. Advertência aos pais. In: Pereira, Yvonne Amaral. A família espírita. 1.ed. Brasília: FEB. 117p.

Ex-presidente da FEB e da USE-SP.

De: Revista internacional de espiritismo. Ano 93. N.10. Novembro de 2018. P. 544-546.

Cartas de Kardec – Especial na TV

Cartas de Kardec – Especial na TV

A TV Mundo Mundo (Guarulhos, SP), com ampla abrangência: TV aberta na região de São Paulo, TVs a cabo por assinatura, Facebook e webTV, promove um programa marcante: "Especial Cartas de Kardec". Será no dia 21 de novembro das 18 às 20 horas. Apresentação de André Marouço; convidados: Paulo Henrique de Figueiredo, Heloísa Pires, Antonio Cesar Perri de Carvalho e Marco Milani.

Divaldo recebe livro “Os frutos do cajueiro”

Divaldo recebe livro “Os frutos do cajueiro”

O presidente da Federação Espírita Piauiense José Lucimar de Oliveira, em Brasília, entregou a Divaldo Pereira Franco um exemplar do livro “Os frutos do cajueiro. Ações espíritas em Parnaíba”, que Antonio Cesar Perri de Carvalho lançou em Parnaíba (Piauí), no dia 3 de novembro.

Resenha:

“Os frutos do cajueiro”: http://grupochicoxavier.com.br/os-frutos-do-cajueiro-acoes…/

Book Trailer: Link: https://www.youtube.com/watch…

O Caminho do Reino

O Caminho do Reino

Resenha

O livro O caminho do Reino traz 40 capítulos analisando episódios registrados pelos evangelistas sob a poderosa luz oferecida pela Doutrina dos Espíritos.

Conforme anota Marcelo Carvalho Fernandes na apresentação: “[…] reafirmar a sentença de grande luz a nós revelada por Jesus Cristo e anotada nos registros que introduziram este texto sucinto da parte de Lucas, assim redigida: ‘O reino de Deus não vem com aparência exterior.”

Interessante o raciocínio do autor espiritual: “Todas as operações pertinentes às existências físicas são ‘negócios’ que o Espírito faz em favor de seu desenvolvimento interior, no plano de razão e sentimento conjugados, com um único e supremo objetivo: conquistar o Reino dos Céus” . Enseja reflexões sob várias nuances, desde a ótica material até à espiritual, liberta de muitas injunções.

Também a interpretação da Parábola da Rede, registrada por Mateus, e o autor espiritual caminha pelo raciocínio em torno da “rede’ com que buscamos retirar do ‘mar da vida’ todo gênero de peixes”.

O autor espiritual destaca o papel do Consolador prometido por Jesus e considera que este é “a segunda vinda do Mestre e Senhor de nossa evolução planetária. Eis o Consolador, que ‘vos guiará em toda a Verdade”.

E assim surgem muitos comentários lúcidos, oportunos e com nuances inovadoras.

Este novo livro dá sequência a estudos do Evangelho à luz do Espiritismo já incluídos nos livros do mesmo autor espiritual: O Evangelho por dentro e As chaves do reino, ambos editados no ano de 2016.

A nova obra contribui com oportunos subsídios para os estudiosos do Novo Testamento.

O livro O caminho do Reino é de autoria do espírito Honório Abreu, psicografado por Wagner Gomes da Paixão.

Foi editado pelo Grupo Espírita da Bênção, de Mário Campos (MG), e lançado em outubro de 2018.

Contatos: atendimento1@grupodabencao.org.br

Divaldo e a Paz em São Paulo

Divaldo e a Paz em São Paulo

O 4º. Movimento Você e a Paz, a realizou-se no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, no dia 10/11, a partir das 17 horas, com Divaldo Pereira Franco, vários líderes religiosos, homenagens com o troféu da paz e apresentações artísticas. No dia 9/11/2018, no Reencontro, em São Paulo-SP, houve reunião com a comissão organizadora, colaboradores da Mansão do Caminho, amigos de diversas localidades e inauguração de um Auditório com o nome de Divaldo.

Resgates da História do Espiritismo na França. II. Aparecimento da União Espírita Francesa

Resgates da História do Espiritismo na França. II. Aparecimento da União Espírita Francesa

Antonio Cesar Perri de Carvalho (*)

Oportuna publicação digital foi editada por Autores Espíritas Clássicos reunindo os discursos e decisões registradas nas Atas das reuniões ocorridas entre 24 de dezembro de 1882 e 15 de janeiro de 1883, relacionadas com a fundação da Union Spirite Française.1 A apresentação é de Alexandre Delanne, o grande amigo de Allan Kardec, que comentou: “Os princípios de nossa filosofia foram reunidos, como vós o sabeis, em corpo de doutrina por nosso mestre que nos faz muita falta, Allan Kardec: foi preciso seu gênio e a cooperação do mundo invisível para espalhar-se tanto e tão rápido, nas massas, nossas ideias tão justas, tão consoladoras e tão grandes. Sua partida da terra foi uma perda bem sensível para seus adeptos e um grande prejuízo no desenvolvimento de nossa doutrina. Desde sua morte, com efeito, o espiritismo, nós o constatamos, diminuiu sua marcha.” E cita como causa a guerra franco-prussiana e a dispersão dos espíritas, perdendo a “unidade no estudo”.1

Marcantes discursos foram feitos por Gabriel Delanne e por Léon Denis, este com apelo caloroso à união e à concórdia. O Estatuto da União Espírita Francesa define em seu Artigo 1o: “A união tem por objetivo o agrupamento de espíritas franceses, o estudo de todos os fenômenos espíritas, e a propagação da filosofia e da moral do espiritismo por todos os meios que as leis autorizam, e principalmente pela publicação de um jornal bimensal tendo por título: Le Spiritisme órgão da União Espírita Francesa.” A nova revista objetiva o ensino “conforme às ideias enunciadas por Allan Kardec, isto é simples, claro, e principalmente ao alcance dos novos adeptos, que não demandam senão a conhecer os costumes do mundo dos espíritos, a grande pátria a que nós devemos rever.”1

Treze anos após a desencarnação do Codificador, a publicação sobre a União Espírita Francesa registra momentos históricos sobre um ambiente de dissenção e de preocupações com a situação do Espiritismo. A fundação desta União foi reação às deturpações influenciadas por Leymarie junto à Sociedade Anônima para a Continuação das Obras Espíritas de Allan Kardec e à Revista espírita. Da relação de 18 fundadores destacamos: Alexandre Delanne, Gabriel Delanne, Léon Denis, Berthé Froppo. Há grande número de assinaturas como membros da União e assinantes da nova revista. O apoio de Amélie Boudet, já nos últimos momentos de sua existência física, e o comprometimento dos fundadores da União Espírita Francesa, evidenciam que os genuínos amigos e seguidores de Allan Kardec eram idealistas e fiéis à sua obra.

Como uma síntese das últimas e complexas décadas do século XIX, foram reunidos artigos da época, da Revue Spirite e de Le Spiritisme, na publicação intitulada “Influenciações no espiritismo pós-Allan Kardec”, com tradução de Rogério Miguez (2018)2. Destacam-se textos de Henri Sausse, Berthe Fropo, Amélie Boudet, Gabriel Dellane, Léon Denis, Anna Blackwell, que tomaram a frente na defesa da Doutrina dos Espíritos. O tradutor ressalta “os informes de Henri Sausse e Berthe Fropo, quando desafiaram Pierre Leymarie a buscar a verdade sob a chancela de um Júri de Honra, que, ao que tudo indica, não foi aceito. Pois, quem está seguro do que diz, não teme ir à justiça do homem para esclarecer os fatos, se preciso for, porquanto, a de Deus se fará inexoravelmente, mas com brandura e misericórdia.”2

O tradutor Miguez pondera que “de modo algum pretendemos julgar Pierre Leymarie, pois este julgamento pertence a Deus, nada obstante: informar o movimento sobre discussões antigas que interessam a todos; demonstrar como há uma dúvida consistente sobre quem fez alterações em A gênese; construir uma parte da História do Espiritismo, destacando personagens antigas que permaneciam na obscuridade e que tiveram capital importância no desenvolvimento e divulgação da Doutrina; e mais, despertar a curiosidade dos espíritas em saber quantas dificuldades surgiram após o desencarne de Allan Kardec, será sempre oportuno, saudável e recomendado àqueles procurando apenas a verdade e nada mais.”2

Em 1889 Paris sedia o 2º. Congresso Espírita e Espiritualista3, no ano seguinte ao do pioneiro evento realizado em Barcelona. A publicação das Atas do Congresso de Paris registra que este reuniu “as principais escolas espiritualistas: os Kardecistas, os adeptos de Swedenborg, os Teosofistas, os Cabalistas e os Rosacruzes.” Houve a presença de muitas celebridades. A sessão inaugural foi presidida por J. Lermina, assistido pelo filósofo Charles Fauvety, pela duquesa de Pomar, Marcus de Veze e Eugène Nus. O relator dos trabalhos era Dr. Encausse (Papus), um ocultista, dirigente da revista hermética A iniciação. Havia Comissões sobre o espiritualismo em geral, filosofia e questões sociais, ocultismo, propaganda. Esta última era presidida por Léon Denis, que logo despertou a atenção dos congressistas e seu primeiro discurso foi entrecortado de aplausos e já se revelava como um líder.3,4

Nesse Congresso ocorreram fortes desentendimentos sobre certos pontos da Doutrina Espírita, inclusive com interferências de Leymarie. Durante as discussões Denis apareceu como o mais seguro defensor da tese kardecista. O presidente do Congresso havia aceitado essa tese com restrição, pois a considerava apenas uma hipótese de transição entre o conceito cristão e o do futuro. Contrapondo-se ao presidente, referindo-se às pequenas escolas dissidentes, que já criticavam a obra de Allan Kardec, Denis afirmou:

“Tem-se esforçado, dizia ele, por divulgar, na França, um Espiritismo chamado positivista, uma doutrina seca e fria nada tendo de comum com o Kardecismo. […] Allan Kardec tem sido, dizem, muito cauteloso e deu motivo em sua obra para as idéias místicas e católicas. Não é exato. O Mestre defendeu o Cristianismo e não o Catolicismo. Allan Kardec manteve a moral evangélica porque ela não é somente a moral de uma religião, de um povo, de uma raça, mas porque é uma moral superior, eterna, que ela reconstruiu e haverá de reconstruir tanto as sociedades terrenas como as sociedades do Espaço.”4

A Revue spirite, informa o lançamento de A gênese, em 2018, conforme a 1a edição de 1868, e comenta: “Nesta ocasião, vários pesquisadores espíritas de todo o mundo (Uruguai, Argentina, Colômbia, Brasil, Estados Unidos e França) realizaram pesquisas sobre o assunto, às vezes independentemente uns dos outros, e todos eles estabeleceram que há uma dúvida legítima sobre a presente edição de A gênese, que está em conformidade com a 5a edição publicada em 1872, que é depois da desencarnação de Allan Kardec”5 (tradução livre do autor). E divulga: “A gênese, elaborada por Le Mouvement Spirite Francophone, feita conforme os textos das quatro primeiras edições, publicadas durante a vida do autor”; ou seja as edições feitas por Allan Kardec em 1868. Esta revista francofônica transcreve um capítulo do livro de Simoni Privato Goidanich6 vertido para o francês. A Revue spirite é uma continuação da Revista fundada por Allan Kardec em 1858, sendo órgão oficial do Conselho Espírita Internacional editada por Le Mouvement Spirite Francophone.

Na “Nota do Editor” da nova edição francesa de A gênese, comenta-se que “a análise das modificações mostram que numerosas passagens foram suprimidas na 5a edição, outras modificadas…”7

Alguns fatos referentes aos 20 anos subsequentes à desencarnação de Allan Kardec já apontam momentos complexos vividos pelo Espiritismo na França e suas repercussões em vários países, e, que devem merecer reflexões em nossos dias.

(*) – Foi presidente da FEB e membro da Comissão Executiva do Conselho Espírita Internacional.

Referências:

1) Fundação da União Espírita Francesa. Trad. Ferreira Filho, Abílio. Ed.digital Autores Espíritas Clássicos, 2018: http://www.autoresespiritasclassicos.com

2) Influenciações no espiritismo pós-Allan Kardec – Artigos de Revue spirite e Le spiritisme. Trad. Miguez, Rogério. Ed.digital Autores Espíritas Clássicos, 2018: http://www.autoresespiritasclassicos.com

3) Compte rendu du Congres Spirite et Spiritualiste Internacional. Paris: Librairie Spirite. 1890. 454p: https://drive.google.com/file/d/1dOy1i0uMvzA7MPOKx00S5kx_NumibWuZ/view?usp=sharing

4) Luce, Gaston. Trad. Maillet, Miguel. Vida e obra de Léon Denis. São Paulo: Edicel. 1968. 240p.

5) Nouvelle édition de La Genèse selon le spiritisme. Revue spirite. 161e année. 1ème trimestre 2018. P. 36-42.

6) Goidanich, Simoni Privato. O legado de Allan Kardec. 1.ed. São Paulo: USE. 2018. 446p.

7) Kardec, Allan. La Genèse, les miracles et les prédictions selon le spiritisme. 1.ed. Le Mouvement Spirite Francophone. 2018. 368p.

Extraído de: http://www.oconsolador.com.br/ano12/593/especial.html

Estudo de O Evangelho segundo o Espiritismo

Estudo de O Evangelho segundo o Espiritismo

Prossegue o programa de estudo de “O evangelho segundo o espiritismo” na sede do Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa Espírita Eduardo Carvalho Monteiro, em São Paulo. O programa de duração de um ano, se completará em dezembro e segue os capítulos dessa Obra Básica de Kardec, de maneira participativa. Conta com atuação de Cesar Perri, Célia e Flávio Carvalho. O estudo semanal ocorre em ambiente informal e fraterno e também há reuniões de confraternização. Informações sobre o estudo, copie e cole o link: http://grupochicoxavier.com.br/estudo-do-evangelho-em-sao-paulo/

Palestras em aniversário de Centro em Teresina

Palestras em aniversário de Centro em Teresina

Após várias atividades em Parnaíba: lançamento do livro “Os frutos do cajueiro. Ações espíritas em Parnaíba”, cerimônia do título de “Cidadão Parnaibano” e palestras também da esposa Célia; o casal seguiu para Teresina, a capital do Piauí, onde Antonio Cesar Perri de Carvalho proferiu palestras em instituições de bairros de periferia, nos dias 6 e 7 de novembro. Como parte do aniversário da Sociedade Espírita João Nunes Maia, que mantém várias atividades doutrinárias, assistenciais e educacionais, o visitante proferiu duas palestras nesta instituição e também em uma de suas dependências, em bairro distante e muito carente, a Sociedade Espírita Maria Isabel de Jesus. Sempre acompanhado da fundadora e dirigente Evany Gomes de Oliveira e o marido Benilton.

Houve autógrafos no seu novo livro “Os frutos do cajueiro”. O presidente da Federação Espírita Piauiense, José Lucimar de Oliveira, compareceu na palestra noturna na S.E. João Nunes Maia.