Palestra e lançamentos de livros na Vila Madalena

Palestra e lançamentos de livros na Vila Madalena

Na tarde do dia 18 de agosto o Centro Espírita Casa do Caminho, da Vila Madalena, em São Paulo, promoveu um evento especial, contando com apresentações musicais, palestra de Antonio Cesar Perri de Carvalho (ex-presidente da USE-SP e da FEB) sobre o tema “União dos Espíritas”, para lançamento de seu livro de mesmo título. E também o lançamento de livro vinculado ao centro: “Das lágrimas aos sorrisos”, pelo espírito Maria do Rosário, psicografia de Lúcia Cominatto. Esta foi dirigente do Centro anfitrião e que desencarnou no ano passado. Além dos dirigentes do Centro, estava presente Arnaldo Camargo, da Editora EME, que publicou os livros citados. Houve autógrafos pelo expositor e também um lanche oferecido pelo Centro.

ALERTA: Livraria Leymarie – Paris

ALERTA: Livraria Leymarie – Paris

A propósito de vídeo que circula no Youtube solicitando uma atuação dos espíritas para “salvar relíquias” e uma livraria histórica “fundada por Kardec” (!!!), já temos respondido a muitas consultas e pessoas que com boa intenção compartilham o citado vídeo. Conhecemos todos os lugares históricos relacionados com Kardec e, embora não ligada ao Codificador, inclusive a Maison des Spirites, que existiu em região central de Paris. Visitamos algumas vezes a Livraria Leymarie em Paris e inclusive, numa das vezes, conhecemos um senhor idoso descendente de Leymarie. Embora a livraria contenha alguns livros espíritas clássicos ela é predominantemente mística. E não tem nada a haver com Allan Kardec. Nossa opinião é que dirigentes espíritas franceses que conheçam bem a história do movimento espírita francês façam uma visita e avaliação do material ali disponível. Sugiro que os interessados leiam o livro “O Legado de Allan Kardec”, de Simoni Privato Goidanich (Ed.USE-SP, 2018). Por oportuno, reproduzimos texto de Oceano Vieira de Melo, que divulgou pelo Facebook, uma oportuna síntese histórica – Cesar Perri.

Eis o texto de Oceano:

“ESTA É MINHA OPINIÃO A RESPEITO DE UM VÍDEO QUE ESTÁ CIRCULANDO SOBRE UMA LIVRARIA MÍSTICA EM PARIS! Oceano Vieira de Melo: Segue escrito meu sobre o assunto. Não vale a pena. O local não é 'tão importante quanto a moça fala. Não era nesse endereço. A livraria que Allan Kardec inauguraria EM 1 DE ABRIL DE 1869, e que ele, ao arrumar suas caixas de livros tombou com o aneurisma era na Rue Lilly No. 7, centro de Paris. Este endereço que a moça mostra é na Rua S. Jaques, levada para este local pela Marina Leymarie, que era amiga de Kardec e Amelíe e que, junto com o marido, Pierre Gaitan Leymarie afundaram o Espiritismo na França, misturando os Ismos e desobedecendo o que o mestre e sua esposa recomendaram. Ela é histórica sim, pois foi aí, que Canuto Abreu comprou vários manuscritos originais do codificador, mas também foi aí que eles detonaram o Espiritismo. Nos anos antes da Primeira Guerra Mundial, os verdadeiros espíritas vendo que os Leymarie tinham misturado o Espiritismo com religiões orientais e outras mistificadoras e até preso ele foi com "O Processo dos Espíritas", fundaram "La Maison des Spirites na Rue Copernic 8, perto do Arco do Triunfo. Com a morte desses verdadeiros espíritas de La Maison, e o saque pelos nazistas quando invadiram Paris durante a Segunda Grande Guerra, a casa acabou fechando. Essa Livraria que a moça mostra continuou misturando tudo quanto é ismos. Foi aí que, deram continuidade e introduziram o Jean Baptiste Roustaing de “Os Quatro Evangelhos” e que continua até hoje, provocando desarmonia em nosso movimento. É histórica? É. mas não ao ponto de transformar num Museu Espírita. Tem lugares mais históricos para se preservar. Rua Sant Anne, 59, Passage Saint Anne, centro de Paris, onde o mestre fundou o primeiro centro espírita do mundo, a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, organizou os livros da Codificação: O Livro dos Médiuns, 2a. edição de O Livro dos Espíritos, O Evangelho Segundo o Espiritismo, O Céu e o Inferno, A Gênese assim como outros livros populares baseados na Codificação. A sede da extraordinária Revista Espírita também era na Rue Sant-Anne. Neste endereço funciona hoje a filial de uma rede de lojas de artigos para artes plásticas e parte do Hotel Baudelaire. Era o local onde o mestre trabalhou de 1858 até sua desencarnação em 31 de março de 1869.”

Marcha Pela Vida em São Paulo

Marcha Pela Vida em São Paulo

A Marcha Pela Vida organizada em São Paulo, realizou no dia 14 de agosto, em São Paulo uma marcha para impedir que legalizem o assassinato de bebês no ventre de suas mães, como quase o tempo todo se tenta legalizar no Brasil, e nunca através de consulta popular. Caminhou da Praça Adolpho Bloch, na esquina entre a Av. Brasil e a Rua Colômbia, ao lado da Paróquia Nossa Senhora do Brasil, e seguiu até a Praça da Paz, no Parque do Ibirapuera. Lideranças predominantemente católicas e evangélicas, participaram do evento.

Divaldo recebe Comenda do Judiciário do Trabalho

Divaldo recebe Comenda do Judiciário do Trabalho

Divaldo Pereira Franco recebeu em Brasília, no dia 14 de agosto, a Comenda da Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho, oferecida pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST). A solenidade destinou-se a agraciar personalidades civis e militares, nacionais ou estrangeiras, que tenham se distinguido no exercício de suas profissões beneficiando a humanidade. Após a solenidade Divaldo recebeu os cumprimentos de personalidades presentes.

ESPIRITISMO E POLÍTICA – MANIFESTO

ESPIRITISMO E POLÍTICA – MANIFESTO:

O Brasil vive momentos extremamente delicados nos contextos: político, social, econômico e ético.

A maneira mais importante para o cidadão se manifestar dentro do arcabouço democrático é através do voto consciente.

Os espíritas devem cumprir o dever como cidadãos, preocupados e comprometidos com os destinos da Pátria. O espírita como cidadão – pessoa física -, pode contribuir para a solução dos problemas políticos e sociais vivenciados na atualidade, sem necessariamente comprometer-se com legendas ou organizações partidárias, mas ciente de que esse é também um direito que cabe a cada um.

Para se analisar a participação de espíritas na política, e especificamente como candidato a cargo eletivo, é sabido que o rótulo religioso não é garantia de integridade na vida pública. A trajetória de vida do cidadão na sociedade é o primeiro referencial a ser considerado pelo eleitor consciente.

O importante é que os anseios com um ideal sejam compatíveis os exemplos de vida. O espírita tem conhecimento que O livro dos espíritos, obra básica e inaugural de Allan Kardec, contempla 405 perguntas e respostas sobre “As Leis Morais”, que envolvem questões sobre o relacionamento do homem com o Criador da vida, com o planeta em que vive, com seus semelhantes, com as sociedades de que participa, ao tratar das Leis de Adoração, Trabalho, Reprodução, Conservação, Destruição, Sociedade, Progresso, Igualdade, Liberdade, e Justiça, Amor e Caridade, da Perfeição, das Esperanças e Consolações.

Em “As Leis Morais” de O livro dos espíritos, o Espiritismo apresenta recomendações para a vida em sociedade pautadas na ética e na moral, autênticas normas políticas para o ideal de uma civilização espiritualista e cristã.

Referencial oportuno que merece destaque na atualidade foi registrado por Paulo de Tarso:

“Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam" (I Coríntios 10, 23).

É recomendável que o cidadão analise a compatibilidade entre as propostas partidárias e as ações e ideias do candidato, com os princípios ético-morais e espíritas. A análise prévia desses parâmetros deve superar e ser mais importante do que os critérios de amizades, expectativas de retribuições e de benefícios de ordem pessoal.

O momento é muito delicado para o Brasil e de grande importância para o consciente exercício da cidadania, destacando-se a ética e a moral fundamentada nos ensinos de Jesus, com conceitos ampliados com os subsídios oferecidos pela Doutrina Espírita.

(Manifesto aprovado no dia 4 de agosto de 2018, durante a Mesa Redonda “Espiritismo e Política”, realizada na Câmara Municipal de São Paulo, em São Paulo, promovido pelo Grupo Espíritas na Política, de São Paulo. Coordenação: Júlia Nezu e Paulo Francisco. Mediação de André Marouço e Antonio Cesar Perri de Carvalho)

“Espíritas em ação” e livro sobre Cairbar Schutel

“Espíritas em ação” e livro sobre Cairbar Schutel

A Sociedade Recreativa Matonense (Sorema) sediou no dia 4 de agosto, com início às 9 horas e término no início da noite, o evento “Espíritas em ação”, promovido pelas casas espíritas da cidade em parceria com a União das Sociedades Espíritas de Matão (USE Matão). O objetivo foi provocar reflexões em torno da necessidade de praticar a caridade, lutar pela paz e promover a união. O evento foi aberto com apresentação da dupla Maurício & Marcelo e da Orquestra Jovem de Matão, sob regência de Danilo Gomez. Anete Guimarães (Rio de Janeiro) e Elizabete Lacerda & Alex Gonçalves (Brasília) falaram no período da manhã. Ala Mitchell (Uberlândia) e Artur Valadares (São Carlos).Ao final, todos os expositores se reuniram no palco para participação em mesa-redonda coordenada pelo palestrante e escritor espírita Orson Peter Carrara, encerrando com maestria um dia de reflexões valiosas e muita interação. A Casa Editora O Clarim também esteve presente, ofertando livros de autoria de Cairbar Schutel, em razão das comemorações aos 150 anos de nascimento de seu patrono.

No mesmo espaço, promoveu o lançamento, com sessão de autógrafos, do livro O Som da Nova Era: O Clarim e seus maestros (Ed. O Clarim), de autoria do jornalista Cássio Leonardo Carrara, que se propõe a desvendar a história da editora, desde os tempos de Cairbar até a contemporaneidade, destacando também histórias de vidas e parcelas de contribuição à continuidade do trabalho de Cairbar Schutel, ativo há 113 anos. O novo livro também se insere nas comemorações dos 150 anos do nascimento de Schutel.

Informações:

https://www.oclarim.org/noticias/145/espiritas-em-acao.html

VALORIZAÇÃO DA VIDA – Nota da USE-SP

VALORIZAÇÃO DA VIDA – Nota da USE-SP

A sociedade brasileira está diante de um tema de muita gravidade. O Supremo Tribunal Federal, nos dias 3 e 6 de agosto, discutiu a ação ADPF 442 que trata da descriminalização completa do aborto até a 12ª semana de gestação.

É dolorido saber que mulheres, em momentos de muitas angústias e temores, procurem procedimentos abortivos que exponham sua vida a sérios riscos. Cala-nos fundo na alma pensar que há ali um coração feminino, com muitos sonhos e projetos para a vida, que sente a tristeza de vê-los frustrados. A mulher sofre em muitos casos porque o companheiro que deveria apoiá-la e ampará-la partiu ou sequer esteve verdadeiramente ao seu lado, nunca a olhou com carinho e decência. Em outros casos, sofre pelo temor da reação dos familiares e amigos, pela incompreensão e intolerância dos que convivem com ela.

Contudo, essa realidade não deve nos enregelar o coração para uma outra vida que também tem o direito de viver. Falamos aqui da criança em vias de formação. Caso o aborto dissesse respeito apenas à mulher, o papel das leis seria somente o de zelar pela integridade física e mental da mesma. No entanto, apoiados na ciência, sabemos que a questão envolve, sim, um outro ser, o embrião1, com código genético único, o que o torna um outro indivíduo e que por isso deve ter o direito à vida preservado. Sendo o abortamento2 um assassinato, a decisão por realizá-lo redunda em grave prejuízo a outrem.

Muito se fala sobre a laicidade do Estado. O Estado de fato não está comprometido com as crenças particulares de cada religião, porém, ele só pode existir em função de alguns valores fundamentais que permitem a vida em sociedade e o direito à vida é um deles.3 Sendo assim, a defesa da vida, além de uma concepção pessoal ou religiosa, é um pilar que sustenta a organização social.

Ao entendermos que junto à gestante há um outro ser que também tem direitos, somos obrigados a buscar caminhos mais adequados para o amparo à mulher, que não é a única responsável pelo abortamento. Esperamos dos homens que sejam mais conscientes de seu papel enquanto pais, no comprometimento com o cuidado dos filhos e com a mulher. Das autoridades, esperamos que trabalhem em projetos de educação sexual de viés mais ético e moral, trazendo valores como respeito ao próximo e discernimento perante a vida. A responsabilidade pelo abortamento é de todos.

Como espíritas, nosso dever é também olhar esse problema sob outro ponto de vista. O que sabemos verdadeiramente sobre a vida? Há dois milênios, um doutor de Israel, ao perguntar a Jesus sobre a necessidade de nascer de novo para alcançar o Reino de Deus, recebeu a seguinte resposta: “Tu és Mestre em Israel, e não sabes isto?”4. E hoje, alguns doutores modernos, representados nas figuras de médicos e cientistas, advogados e sociólogos, mesmo após o advento do Espiritismo, prosseguem duvidando da existência do Espírito. Em verdade duvidam se eles próprios existem.5

Nós, espíritas, não temos dúvidas porque as provas já se deram aos milhares em todas as partes do mundo, inclusive no Brasil. Nós, espíritas, não cremos, mas sabemos que o Espírito é imortal e que ele regressa para a existência terrena em um novo corpo. E quando Allan Kardec, na questão 358 de O Livro dos Espíritos, fez a pergunta aos Espíritos Superiores “constitui crime a provocação do aborto, em qualquer período da gestação?”, eles responderam: “Há crime sempre que transgredis a lei de Deus. Uma mãe, ou quem quer que seja,cometerá crime sempre que tirar a vida a uma criança antes do seu nascimento, por isso que impede uma alma de passar pelas provas a que serviria de instrumento o corpo que se estava formando.”6

Reforçamos aqui que a pergunta é clara e específica quando diz: “Em qualquer período da gestação”. Não importa se na 12ª semana ou em qualquer outro momento, o abortamento constitui um crime perante as Leis Divinas. A única exceção, capaz de justificar a interrupção do processo de retorno à vida corporal do ser, é apresentada na questão 359 de O Livro dos Espíritos, quando a mãe corre grave risco de morrer caso a gestação continue.

Em vista disso, trazemos uma reflexão sobre o papel do Centro e do movimento espírita diante desse quadro social, onde a discussão do aborto é apenas a ponta do iceberg, cujas dimensões estamos longe de contemplar. O aborto é consequência da ignorância humana no que se relaciona à realidade espiritual. É a resultante de uma sociedade materialista, carente de educação espiritual e por consequência, egoísta e sensual. Torna-se necessário um trabalho sério e de profundidade no estudo da Doutrina Espírita. É preciso trabalhar os fundamentos do Espiritismo com adultos, jovens e crianças.

Porém, ainda mais importante é estimular a reflexão sobre a nossa conduta moral nos relacionamentos afetivos a partir desses fundamentos. É relevante a missão dos Centros Espíritas nesse cenário social, esclarecendo quanto à importância da vida, na compreensão de quem somos, de onde viemos, para onde iremos e o porquê de estarmos aqui. Com a finalidade de que homens e mulheres saibam dos objetivos sagrados da vida, das consequências de suas ações na vida presente e nas futuras. Espíritas, não podemos nos eximir do nosso compromisso de esclarecimento espiritual da humanidade.

Dessa forma, relembramos a Missão dos Espíritas para encorajarmo-nos, mesmo quando a Verdade for desprezada e hostilizada pelo mundo:

“Pregareis o desinteresse aos avaros, a abstinência aos dissolutos, a mansidão aos tiranos domésticos, como aos déspotas! Palavras perdidas, eu o sei; mas não importa. Faz-se mister regueis com os vossos suores o terreno onde tendes de semear, porquanto ele não frutificará e não produzirá senão sob os reiterados golpes da enxada e da charrua evangélicas. Ide e pregai!”7

Diretoria Executiva da USE – União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo

Notas:

1) Por definição chama-se o concepto de embrião até a 10ª semana e a partir de então, chama-se de feto até o nascimento. A fim de conferir maior acessibilidade à nota, preferimos manter o texto em termos o menos técnico possível para o correto entendimento.

2) Abortamento: Ato de abortar. Aborto: embrião ou feto retirado após um abortamento

3) Art. 5º da Constituição da República Federativa do Brasil.

4) Evangelho de João 3:10.

5) Caminho Verdade e Vida, cap.111 – Orientadores do Mundo, psicografia de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Emmanuel.

Extraído de:

http://www.usesp.org.br/Publicacoes/artigo/detalhe/289 

Descriminalizar o aborto no STF?

Descriminalizar o aborto no STF?

O direito à vida é cláusula pétrea da Constituição e cabe ao Congresso Nacional alterar/emendar a Constituição. Esta é a questão que tem gerado polêmica. O STF deveria remeter o processo ao Poder Legislativo. Mesmo assim, a Audiência Pública que o STF está realizando desde o dia 3 de agosto, deve contar com a atuação daqueles que defendem a vida em todas etapas, desde a concepção, e também os que questionam a pertinência do Poder Judiciário legislar desrespeitando o Poder Legislativo. E também vale a indagação: por que os impetrantes deram entrada no STF e não no Congresso Nacional? 

“Manifesto Espíritas na Política”

“Manifesto Espíritas na Política”

O Brasil vive momentos extremamente delicados nos contextos: político, social, econômico e ético.

A maneira mais importante para o cidadão se manifestar dentro do arcabouço democrático é através do voto consciente. Os espíritas devem cumprir o dever como cidadãos, preocupados e comprometidos com os destinos da Pátria.

O espírita como cidadão – pessoa física -, pode contribuir para a solução dos problemas políticos e sociais vivenciados na atualidade, sem necessariamente comprometer-se com legendas ou organizações partidárias, mas ciente de que esse é também um direito que cabe a cada um.

Para se analisar a participação de espíritas na política, e especificamente como candidato a cargo eletivo, é sabido que o rótulo religioso não é garantia de integridade na vida pública. A trajetória de vida do cidadão na sociedade é o primeiro referencial a ser considerado pelo eleitor consciente.

O importante é que os anseios com um ideal sejam compatíveis os exemplos de vida.

O espírita tem conhecimento que O livro dos espíritos, obra básica e inaugural de Allan Kardec, contempla 405 perguntas e respostas sobre “As Leis Morais”, que envolvem questões sobre o relacionamento do homem com o Criador da vida, com o planeta em que vive, com seus semelhantes, com as sociedades de que participa, ao tratar das Leis de Adoração, Trabalho, Reprodução, Conservação, Destruição, Sociedade, Progresso, Igualdade, Liberdade, e Justiça, Amor e Caridade, da Perfeição, das Esperanças e Consolações.

Em “As Leis Morais” de O livro dos espíritos, o Espiritismo apresenta recomendações para a vida em sociedade pautadas na ética e na moral, autênticas normas políticas para o ideal de uma civilização espiritualista e cristã.

Referencial oportuno que merece destaque na atualidade foi registrado por Paulo de Tarso: “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam" (I Coríntios 10, 23).

É recomendável que o cidadão analise a compatibilidade entre as propostas partidárias e as ações e ideias do candidato, com os princípios ético-morais e espíritas.

A análise prévia desses parâmetros deve superar e ser mais importante do que os critérios de amizades, expectativas de retribuições e de benefícios de ordem pessoal.

O momento é muito delicado para o Brasil e de grande importância para o consciente exercício da cidadania, destacando-se a ética e a moral fundamentada nos ensinos de Jesus, com conceitos ampliados com os subsídios oferecidos pela Doutrina Espírita.

(Manifesto aprovado no dia 4 de agosto de 2018, durante a Mesa Redonda “Espiritismo e Política”, realizado na Câmara Municipal de São Paulo, em São Paulo,

promovido pelo Grupo Espíritas na Política, de São Paulo).

Mesa redonda “Espiritismo e Política” e “Manifesto Espíritas na Política”

Mesa redonda “Espiritismo e Política” e “Manifesto Espíritas na Política”

Na manhã do dia 4 de agosto de 2018, no Plenarinho da Câmara Municipal de São Paulo, ocorreu a mesa redonda “Espiritismo e Política”, realizado pelo Grupo Espíritas na Política de São Paulo, que tem a coordenação Júlia Nezu e Paulo Francisco. Na mesa redonda houve mediação de André Marouço e Antonio Cesar Perri de Carvalho. Houve participação de Fernando Petiti (São José dos Campos), Marcos Papa (Ribeirão Preto), Dário Arantes (São Paulo), Miguel Sardano representando Edson Sardano (Santo André), Ana Paula Calvo representando Rubens Wagner Calvo (São Paulo). O plenário também se manifestou estando presentes espíritas da capital e do interior, inclusive de várias USE’s. Ao final foi aprovado o “Manifesto Espíritas na Política”.

Houve transmissão ao vivo:

https://web.facebook.com/ProgramaVivenciaEspirita/videos/1963387970388930/

https://youtu.be/0ZZTui3aQ4Y;