Projeto Mochila Viajante

Projeto Mochila Viajante

A Revista Internacional de Espiritismo entrevistou Vinicius Lara sobre o tema "As crianças e o Evangelho no lar", e este relata sobre o inédito "Projeto Mochila Viajante".

Na entrevista, Vinícius Lara relata:

"O projeto da Mochila Viajante foi implementado por nossa equipe de evangelização, na casa espírita em que trabalhamos na cidade de Juiz de Fora. O objetivo da atividade é incentivar a prática do culto do Evangelho no Lar, tendo como ponto de partida a criança.

Para alcançar este destino, confeccionamos duas mochilas de tecido que são sorteadas semanalmente nas atividades da escola de evangelização. A criança premiada leva o item para casa e deverá trazê-lo na próxima semana, a fim de que seja novamente sorteado e perpasse a rotina de todos os alunos. Dentro da mochilinha seguem alguns itens: um exemplar de O Evangelho segundo o Espiritismo – como presente à família -, um exemplar do livro Pai Nosso, ditado pelo Espírito Meimei através da psicografia de Francisco Cândido Xavier – dedicado ao estudo da criança -, um caderno para que o pequeno anote ou desenhe o que aprendeu no culto no lar e, finalmente, um bonequinho de Jesus, confeccionado artesanalmente e que acabou tornando-se o mascote do trabalho. Como a mochila é reutilizável, os custos de criação  manutenção do projeto são relativamente baixos e impactam de maneira muito posiiva na rotina das crianças.

Temos falado sobre o projeto em diversos lugares por onde realizamos palestras e os resultados são igualmente bons naqueles que o implantaram com o objetivo de estimular na criança, o amor e o compromisso com o culto do Evangelho no Lar."

Extraído de:

Lara, Vinicius. As crianças e o Evangelho no lar – Entrevista. Revista Internacional de Espiritismo. Ano XCV, No. 2. Março de 2020. p. 57-59.

Violência doméstica é tema de revista de Direito 

Violência doméstica é tema de revista de Direito 

A revista semestral "Direito e Espiritualidade", editada pela Associação Jurídico Espírita do Brasil, em seu número de julho/dezembro de 2019 focaliza em artigo e na capa o tema "Violência doméstica. Realidade social,prevenção e a contribuição espírita". O artigo é de autoria de Donizete Pinheiro, Juiz de Direito aposentado e autor de obras espíritas.

A revista também destaca temas como: Ética e moral em debate, e, Paulo de Tarso, exemplo para os operadores do Direito.

Entre os colaboradores: André Marouço, Danilo Villela, Marcus Vinícius Severo da silva, Maria Auxiliadora Santos Essado, Tiago Cintra Essado, Kildare de Medeiros Gomes Holanda, Amauri Ferrari Paroni, Ercília Zilli, Chistiano Torchi, Antonio Cesar Perri de Carvalho e Júlia Nezu.

Informações:

www.ajebrasil.org.br

secretaria@ajebrasil.org.br

facebook.com/juridicoespiritabrasil

Violência Doméstica-Rev.Esp.eDireito

Agenda Chico Xavier

Agenda Chico Xavier para 2020

Agenda com mensagens e textos do médium Chico Xavier. Agora com um dia por página, exceto sábado e domingo. Opções com capa dura e espiralada.

Informações – Editora EME:

https://editoraeme.com.br

Atendimento: (19) 3491-7000;

WhatsApp: (19) 99983-2575

The Spiritist Magazine

The Spiritist Magazine

 

Versão em inglês, em continuidade da Revista Espírita criada por Allan Kardec.

Na edição Janeiro-março de 2020, esta revista tem como matéria de capa artigo sobre a imigração.

Aborda temas sobre Chico Xavier, mediunidade, mensagem de Joanna de Angelis, Espiritismo para crianças.

Acesse:

https://www.spiritistmagazine.org/

ATUALIDADE DO ESPIRITISMO COMO RELIGIÃO

ATUALIDADE DO ESPIRITISMO COMO RELIGIÃO

Por Flávio Rey de Carvalho (*)

Com a proposta de fornecer subsídios passíveis de enunciar a atualidade do espiritismo como religião, o presente estudo objetiva tecer algumas considerações ligadas ao surgimento da doutrina espírita, em meados do Oitocentos, e refletir sobre seu aspecto religioso, utilizando-se, para isso, a categoria “religião pessoal”, apreendida da obra As variedades da experiência religiosa, de William James.

Sob essa perspectiva, que considera aquilo que parte do “interior” das pessoas ‒ seus “sentimentos”, sua “consciência” e seus “atos” ‒, sustenta-se a hipótese de que o espiritismo é uma religião baseada no estabelecimento do laço moral entre os indivíduos, isto é, no desenvolvimento dos sentimentos mútuos de fraternidade, solidariedade, indulgência e benevolência. Assim, baseando-se na divisão do campo religioso proposta por William James, o espiritismo, caso fosse considerado sob a perspectiva formal (manifesta em protocolos, rituais, cerimônias, hierarquias, etc.), própria da “religião institucional”, não seria, de fato, uma religião. Por outro lado, caso seja levado em conta o viés da “religião pessoal” (que envolve, em suma, o sentimento religioso dos indivíduos), o espiritismo é uma religião.

Para fazer um balanço final, retoma-se, oportunamente, a constatação feita pela cientista social Maria Angela Vilhena, segundo a qual para “certas lideranças espíritas” a questão de o espiritismo ser considerado como uma religião seria “complexa e controversa” ‒ todavia, o que estaria motivando isso?

Kardec foi bastante claro quando afirmou, na Revista espírita de 1868, que o espiritismo é ‒ “sem dúvida” ‒ uma religião: baseada, pura e simplesmente, no estabelecimento do laço moral entre os indivíduos, isto é, pautada pelo desenvolvimento dos sentimentos mútuos de fraternidade, solidariedade, indulgência e benevolência. Frente a esse posicionamento de Kardec, a sua simples rejeição, por parte de algumas lideranças espíritas, já não seria um indício de que poderia estar ocorrendo um desvirtuamento na sua proposta basilar? Poderiam as noções de culto, forma, hierarquias, cerimônias ou privilégios terem se imiscuído em setores do meio espírita, distanciando-os do ideal doutrinário delineado por Kardec? Não seria esse, possivelmente, o motivo da falta de consenso em se considerar o espiritismo como uma religião? Tratam-se de questões complexas e controversas, porém, devemos nos guiar pelos posicionamentos de Kardec, que, quando bem interpretados, não deixam dúvidas, pois, como ele afirmou na conclusão de O livro dos espíritos: “O Espiritismo se apóia sobre as próprias bases da religião […].”

Portanto, considera-se que essa esfera de atuação religiosa do espiritismo, a despeito de consistir em uma proposta elaborada em meados do século XIX, mantém-se adequada aos desafios suscitados pela atualidade ‒ vista como uma época marcada pela relação e pelo diálogo entre as culturas, conforme esta síntese feita pelo pesquisador da religião Aldo Natale Terrin: “Num tempo em que as culturas se fragmentam e se entrecruzam, se constroem e se dissolvem, as religiões têm o dever de tentar um caminho paralelo de ecumenismo e de globalização de forças, caminho indicado pelo próprio mundo atual, mas têm também o dever de realizar esse percurso em sentido unitário e convergente para ainda servirem de ponto de referência e de farol de luz para a humanidade.”

Síntese do capítulo de livro digital:

Carvalho, Flávio Rey. Atualidade do Espiritismo como religião. In: Purificação, Marcelo Máximo; Catarino, Elisângela Maura (Org.). Teologia e ciência da religião: agenda para discussão. Cap. 9. Ponta Grossa: Atena Editora. 2019. P. 71-78.

Disponível em:

https://www.atenaeditora.com.br/post-artigo/26224

(*) Doutor em Ciência da Religião pela PUC-SP; Mestre em História pela UnB; colaborador em São Paulo do Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa Espírita Eduardo de Carvalho Monteiro.

Os livros dos espíritos

Resenha

Os livros dos espíritos

A Editora EME acaba de lançar Os livros dos espíritos, de autoria de Luís Jorge Lira Neto, e, contando com parceria editorial do Centro de Pesquisa e Documentação Espírita e do Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa Espírita Eduardo Carvalho Monteiro, ambos de São Paulo. O autor atua em Recife e antes dessa edição completa, apresentou seu estudo em dois ambientes de discussão e análise: no Centro de Pesquisas e Documentação Espírita (em São Paulo) e em encontro da Liga de Pesquisadores do Espiritismo, realizado em Fortaleza. O livro conta com Prefácio assinado por Wilson Garcia, que destaca “Kardec teve participação fundamental no seu desenvolvimento, estando muito acima de um simples repassador de pensamentos alheios, ainda que estes pensamentos tenham por origem os Espíritos Superiores”.

O autor fez um estudo detalhado das primeiras edições de O livro dos espíritos lançadas por Allan Kardec, efetivando uma análise comparativa entre as edições 1ª, 2ª até a 16ª e entende que “a participação de Kardec na elaboração da Codificação Espírita foi abrangente, o que contradita a opinião de considerar somente as respostas como ensino dos Espíritos Superiores, reduzindo as perguntas e os ‘comentários de Kardec’ a complemento desses ensinamentos”. Além da relação das Referências Bibliográficas, no final, o autor acrescenta Anexos, como: “Informes na Revista Espírita sobre as edições de O livro dos espíritos”, “Breve biografia dos espíritos que assinaram O livro dos espíritos”, “Correlação entre as perguntas da 1ª e 2ª edição” e ainda um Quadro Geral sobre estas duas edições iniciais.

Trata-se importante livro para estudo, num época em que se valorizam as pesquisas de documentos sobre a vida e obra de Kardec, favorecendo a compreensão sobre a amplitude que o pensamento do Codificador foi progredindo à medida que recolhia informações e aprofundava reflexões a partir de novas mensagens oferecidas pelos espíritos.

(Lira Neto, Luís Jorge. Os livros dos espíritos. Uma análise comparativa entre as edições 1ª, 2ª até a 16ª. Capivari: Ed. EME. 2019. 144p)

Contatos: (19) 3491-7000.

Indo além do luto

Resenha

Indo além do luto

Livro de autoria de Deusa M. Samú, espírita militante radicada em São Paulo e que atua profissional como psicóloga clínica e hospitalar, pós-graduada em Tanatologia.

Lembrando que Tanatologia é o estudo da morte e do morrer. E a autora comenta: "sempre que você vivenciar uma perda, qualquer perda, de qualquer tipo, estará entrando no processo de luto". 

O livro Indo além do luto se divide em duas partes: Falando do luto enquanto processo e suas fases, explicando-as de maneira didática; Casos clínicos variados, sendo alguns ilustrativos, do processo de luto.

A autora considera também o luto por alguém não falecido e o luto na Síndrome do ninho vazio. E entra em detalhes sobre a criança e o luto, pertences do falecido, o velório, a questão do cremar ou enterrar. Aborda também as visões de leito de morte, e, as várias fases do luto. O livro é enriquecido com os comentários de casos clínicos.

Em 127 páginas, Deusa Samú compartilha "a experiência diária, atendendo a irmãos em sofrimento. Sou só gratidão". Em vários momentos a autora enfatiza a frase de Emmanuel: "Se não compreenderes a dor do teu irmão, fatalmente terás que passar por ela" (psicografia de Chico Xavier).

No Prefácio, Ercília Zilli – presidente da ABRAPE -, recomenda: "livro vai proporcionar momentos de grande reflexão e aprimoramento!". 

Informações:

https://www.facebook.com/institutodeusasamu;

www.deusasamu.com.br