Tumulto

Nas grandes comoções públicas, frequentemente, surgem os companheiros precipitados, mentalizando calamidades imaginárias.

Quando aparecem horas de tumulto, não te entregues às inquietações inúteis e nem pises no longo rastilho do boato que, habitualmente, perturba a comunidade, até que atinja explosões de forças negativas e infelizes.

Se a hora é de crise, refugia-te na oração, se puderes, e silencia onde não possas auxiliar.

Tumulto é sempre indução ao desequilíbrio.

Toda vez que te sintas de coração envolvido no desajustamento generalizado, pensa com serenidade e fala em conciliação e tolerância, porque unicamente assim alcançaremos, sem delongas, a bênção da paz.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo Espírito Emmanuel. Monte Acima. GEEM)

Diante da multidão

“E Jesus, vendo a multidão, subiu a um monte…” (Mateus, 5:1)

O procedimento dos homens cultos para com o povo experimentará elevação crescente à medida que o Evangelho se estenda nos corações.

Infelizmente, até agora, raramente a multidão tem encontrado, por parte das grandes personalidades humanas, o tratamento a que faz jus.

Muitos sobem ao monte da autoridade e da fortuna, da inteligência e do poder, mas simplesmente para humilhá-la ou esquecê-la depois.

Sacerdotes inúmeros enriquecem-se de saber e buscam subjugá-la a seu talante.

Políticos astuciosos exploram-lhe as paixões em proveito próprio.

Tiranos disfarçados em condutores envenenam-lhe a alma e arrojam-na ao despenhadeiro da destruição, à maneira dos algozes de rebanho que apartam as reses para o matadouro.

Juizes menos preparados para a dignidade das funções que exercem, confundem-lhe o raciocínio.

Administradores menos escrupulosos arregimentam-lhe as expressões numéricas para a criação de efeitos contrários ao progresso.

Em todos os tempos, vemos o trabalho dos legítimos missionários do bem prejudicado pela ignorância que estabelece perturbações e espantalhos para a massa popular.

Entretanto, para a comunidade dos aprendizes do Evangelho, em qualquer clima da fé, o padrão de Jesus brilha soberano.

Vendo a multidão, o Mestre sobe a um monte e começa a ensinar…

É imprescindível empenhar as nossas energias, a serviço da educação.

Ajudemos o povo a pensar, a crescer e a aprimorar-se.

Auxiliar a todos para que todos se beneficiem e se elevem, tanto quanto nós desejamos melhoria e prosperidade para nós mesmos, constitui para nós a felicidade real e indiscutível.

Ao leste e ao oeste, ao norte e ao sul da nossa individualidade, movimentam-se milhares de criaturas, em posição inferior à nossa.

Estendamos os braços, alonguemos o coração e irradiemos entendimento, fraternidade e simpatia, ajudando-as sem condições.

Quando o cristão pronuncia as sagradas palavras “Pai Nosso”, está reconhecendo não somente a Paternidade de Deus, mas aceitando também por sua família a Humanidade inteira.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Fonte viva. Cap 104, FEB)

Falatórios

“Mas evita os falatórios profanos, porque produzirão maior impiedade.”
(II Timóteo, 2:16)

Poucas expressões da vida social ou doméstica são tão perigosas quanto o falatório desvairado, que oferece vasto lugar aos monstros do crime.

A atividade religiosa e científica há descoberto numerosos fatores de desequilíbrio no mundo, colaborando eficazmente por extinguir-lhes os focos essenciais.

Quanto se há trabalhado, louvavelmente, no combate ao álcool e à sífilis?

Ninguém lhes contesta a influência destruidora. Arruínam coletividades, estragam a saúde, deprimem o caráter.

Não nos esqueçamos, porém, do falatório maligno que sempre forma, em derredor, imensa família de elementos enfermiços ou aviltantes, à feição de vermes letais que proliferam no silêncio e operam nas sombras.

Raros meditam nisto.

Não será, porventura, o verbo desregrado o pai da calúnia, da maledicência, do mexerico, da leviandade, da perturbação?

Deus criou a palavra, o homem engendrou o falatório.

A palavra digna infunde consolação e vida. A murmuração perniciosa propicia a morte.

Quantos inimigos da paz do homem se aproveitam do vozerio insensato, para cumprirem criminosos desejos?

Se o álcool embriaga os viciosos, aniquilando-lhes as energias, que dizer da língua transviada do bem que destrói vigorosas sementeiras de felicidade e sabedoria, amor e paz? Se há educadores preocupados com a intromissão da sífilis, por que a indiferença alusiva aos desvarios da conversação?

Em toda parte, a palavra é índice de nossa posição evolutiva. Indispensável aprimorá-la, iluminá-la e enobrecê-la.

Desprezar as sagradas possibilidades do verbo, quando a mensagem de Jesus já esteja brilhando em torno de nós, constitui ruinoso relaxamento de nossa vida, diante de Deus e da própria consciência.

Cada frase do discípulo do Evangelho deve ter lugar digno e adequado.

Falatório é desperdício. E quando assim não seja, não passa de escura corrente de venenos psíquicos, ameaçando espíritos valorosos e comunidades inteiras.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Vinha de luz. Cap. 73. Ed. FEB)

LADO DE LUZ

As provas na Terra apresentam sempre o lado de luz de que são mensageiras.

Entretanto, para observá-lo, urge reconhecer os sinônimos espirituais de que essas mesmas provas se revestem, como sejam:

– encargo difícil – privilégio;

– dever cumprido – senda libertadora; 

– rotina – conquista de competência;

– solidão – tempo de pensar;

– contratempo – aviso benéfico;

– contrariedades no cotidiano – treino de paciência;

– tribulação de improviso – socorro específico;

– moléstia súbita – apoio de emergência;

– lesão congênita – corrigenda no espírito;

– adversários – fiscais proveitosos;

– crítica – apelo ao burilamento;

– censura – convite a reajuste;

– ofensa – invocação à tolerância;

– menosprezo – teste de amor;

– tentação – curso de resistência;

– fracasso – necessidade de revisão;

– lar em discórdia – área de resgate;

– parente complexo – dívida em cobrança;

– obstáculo social – ensino de humildade;

– deserção de afetos – renovação compulsória;

– golpes – aulas para discernimento;

– desilusão – visita da verdade;

– prejuízo – identificação de pessoas;

– decepções – informes claros;

– renúncia – rumo certo;

– crise – aferição de valor;

– sacrifício – crescimento espiritual.

Meditemos na significação oculta dos problemas com que somos defrontados no mundo e saibamos aproveitar, enquanto no Plano Físico, a nossa abençoada escola de elevação.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo Espírito Emmanuel. Busca e Acharás. Cap. 7. São Paulo: IDEAL)

O AMIGO OCULTO

“Mas os olhos deles  estavam  como que fechados, para  que o não conhecessem.”

(LUCAS, 24: 16) 

Os discípulos, a caminho de Emaús, comentavam, amargurados, os acontecimentos terríveis do Calvário.

Permaneciam sob a tormenta da angústia.

A dúvida penetrava-­lhes a alma, levando­-os ao abatimento, à negação. Um homem desconhecido, porém, alcançou­-os na estrada.

Oferecia o  aspecto de mísero peregrino.

Sem identificar­-se, esclareceu as verdades da Escritura, exaltou a cruz e o  sofrimento.

Ambos os companheiros, que se haviam emaranhado no cipoal de contradições ingratas, experimentaram agradável bem­ estar, ouvindo a argumentação confortadora.

Somente ao termo da viagem, em se sentindo fortalecidos no tépido  ambiente da hospedaria, perceberam que o desconhecido era o Mestre.

Ainda existem aprendizes na “estrada simbólica de Emaús”, todos os dias.

Atingem o Evangelho e espantam­-se em face dos sacrifícios necessários à eterna iluminação espiritual.

Não entendem o ambiente divino da cruz e procuram “paisagens mentais” distantes…

Entretanto, chega sempre um desconhecido  que caminha ao lado dos que vacilam e fogem.

Tem a forma de um viandante incompreendido, de um companheiro inesperado, de um velho generoso, de uma criança tímida.

Sua voz é diferente das outras, seus esclarecimentos mais firmes, seus apelos mais doces.

Quem partilha, por  um momento, do banquete da cruz, jamais poderá olvidá-­la.

Muitas vezes, partirá mundo a fora, demorando­-se nos trilhos escuros; no  entanto, minuto virá em que Jesus, de maneira imprevista, busca esses viajores transviados e não os desampara enquanto não os contempla, seguros e livres, na hospedaria da confiança.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Caminho, verdade e vida. Cap.95. Ed.FEB)

ESPERANÇA

Quando lhe pedirem algo, ofereça o seu amor; quando lhe pedirem pão, ofereça um pão com amor; quando lhe pedirem uma veste, ofereça uma veste com amor; quando lhe pedirem um sorriso, ofereça um sorriso com amor; e quando lhe pedirem amor, entregue-se, ofereça-se, sirva, porque um dia, quando JESUS me pediu “ame!”, ele se doou a mim e a toda Humanidade, entregou sua vida para que eu e a Humanidade compreendêssemos que o amor é vida.

Quando encontrar esse homem em seu caminho, não o renegue como eu já o fiz inumeráveis vezes; quando encontrar um olhar de mansuetude, um olhar de paz, um olhar dizendo “vem, eu te espero”, abra seus braços e imediatamente siga, porque aí estará o maior homem que já encontramos em nosso caminho.

Ele não nos pede algum sacrifício, ele não nos pede nada em troca, ele não nos pede nenhuma cobrança, ele apenas diz “Siga-me, vou te apresentar Àquele que te criou! Vem, seja feliz!”.

Quando encontrei esse homem em meu caminho eu preferi ganhar uma moral e gritar “Barrabás, soltem Barrabás!”; e estas foram as palavras que me escravizaram e que, em vez de me soltar, colocaram-me na cela que por muitos séculos me vi presa.

Mas ele voltou na minha vida e, no porão de trevas em que me encontrava, ele me olhou nos olhos, estendeu-me as mãos, e disse-me “Vem, eu te amo; vem, eu te espero”. Não tive mais uma vez coragem de encará-lo, a minha vergonha era profunda, mas ele não me deixou sozinha. Estendeu-me seus braços, tomou-me como uma criança, colocou-me num campo florido onde a luz quase cegava meus olhos, e pude compreender, naquele momento, que eu, um ser desprezível, poderia erguer meus olhos e enxergar, que um novo dia se abriria para mim, que uma nova oportunidade brilharia em meu coração. Olhei-o e disse-lhe com a maior certeza que poderia caber em minha mente: “eu quero te seguir!”. E amorosamente ele começou a colocar suas mãos em meus ombros e ao meu lado caminhar.

E hoje aqui estou para dizer a estas companheiras: sigam-no, ele é a luz; e se um dia eu gritei “viva Barrabás, morte ao impostor”, hoje digo “morte à ignorância, morte às trevas que cegam e não deixam que caminhemos para a luz”.

Estou com vocês, minhas irmãs; de mãos dadas trabalharemos juntos, porque hoje meu nome é “Esperança” porque não preciso ter porquês, pois tenho a certeza: JESUS está ao meu lado, e não preciso de mais nada, apenas seguir em frente. E vocês, minhas queridas irmãs, só precisam seguir em frente.

A todos que estão aqui desejo, do fundo de minh’alma, que caminhem com JESUS: ele é a luz, ele é a paz.

Fiquem com ele.

ESPERANÇA
(Mensagem psicofônica recebida pela médium Marise Ceban, no CENSN em Itupeva, SP, no dia 24/8/2015).

A PORTA DIVINA

“Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-­se-­á.” Jesus (JOÃO, 10: 9)

Nos caminhos da vida, cada companheiro portador de expressão intelectual um pouco mais alta converte­-se naturalmente em voz imperiosa para os nossos ouvidos.

E cada pessoa que segue à frente de nós abre portas ao nosso espírito.

Os inconformados abrem estradas à rebelião e à indisciplina.

Os velhacos oferecem passagem para o cativeiro em que exerçam dominação.

Os escritores de futilidades fornecem passaporte para a província do tempo  perdido.

Os maledicentes encaminham quem os ouve a fontes envenenadas.

Os viciosos quebram as barreiras benéficas do respeito fraternal, desvendando despenhadeiros onde o perigo é incessante.

Os preguiçosos conduzem à guerra contra o trabalho construtivo.

Os perversos escancaram os precipícios do crime.

Ainda que não percebas, várias pessoas te abrem portas, cada dia, através da palavra falada ou escrita, da ação ou do exemplo.

Examina onde entras com o sagrado depósito da confiança. Muita vez, perderás longo tempo para retomar o caminho que te é próprio.

Não nos esqueçamos de que Jesus é a única porta de verdadeira libertação.

Através de muitas estações no campo da Humanidade, é provável recebamos proveitosas experiências, amealhando-­as à custa de desenganos terríveis, mas só em Cristo, no clima sagrado de aplicação dos seus princípios, é possível encontrar a passagem abençoada de definitiva salvação.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Caminho, verdade e vida. Cap.178. Brasília: FEB)

RENOVAÇÃO

 Ante os conflitos mentais com que somos defrontados, habituamo-nos a falar em desobsessão, liberação, cura espiritual, sedação, socorro magnético e, efetivamente, é impossível negar o valor dessas formas de auxílio.

Cabe-nos, porém, reconhecer que a renovação íntima é o fator básico de todo reequilíbrio nesse sentido.

Daí procede, leitor amigo, a organização deste volume despretensioso, englobando avisos, apelos, comentários e lembretes de irmãos para irmãos, no propósito de estudarmos juntos as nossas próprias necessidades.

***

Compreendamos que atuar no rendimento do bem de todos; projetar a luz da instrução sobre os labirintos da ignorância; efetuar o próprio burilamento; promover iniciativas de solidariedade; praticar a abnegação e realizar o melhor que possamos fazer de nós, onde estejamos, são alguns dos programas de ação que a todos nós compete.

Por isso mesmo, todos aqueles companheiros da Humanidade que não mais desejam:

zelar pela própria apresentação; aprender uma lição nova;

multiplicar os interesses de viver; acentuar estudos para discernir com mais segurança;

partilhar campanhas de educação e beneficência;

aperfeiçoar-se na profissão; prestar serviço ao próximo;

adaptar-se a novidades construtivas; acompanhar o progresso; aprimorar expressões e maneiras;

alterar ideias e emoções; ler um livro recente;

adquirir mais cultura;

recomeçar um empreendimento que o fracasso esmagou; aumentar o número das afeições;

sofrer complicações em favor dos amigos; criar novos recursos de atividade edificante, em torno de si mesmo;

todos aqueles, enfim, que desistiram de qualquer transformação na própria senda, renunciando no dever de melhorar-se, mais e sempre, se fazem menos permeáveis ao apoio curativo ou libertador, seja com a intervenção da Ciência ou com o amparo da Religião.

***

[…]E estejamos convencidos de que marchar para a verdade será sempre transitar para diante nos caminhos do burilamento e do trabalho, da renovação e da luz.

Emmanuel

Uberaba, 1 de fevereiro de 1970

(Xavier, Francisco, Cândido. Paz e renovação. Prefácio. Araras: IDE).

QUE É A CARNE?

“Se  vivemos  em  Espírito,  andemos  também  em  Espírito.” Paulo (Gálatas, 5: 25)

Quase sempre, quando se fala de espiritualidade, apresentam-­se muitas pessoas que se queixam das exigências da carne. É verdade que os apóstolos muitas vezes falaram de concupiscências da carne, de seus criminosos impulsos e nocivos desejos. Nós mesmos, frequentemente, nos sentimos na necessidade de aproveitar o símbolo para tornar mais acessíveis as lições do Evangelho. O próprio Mestre figurou  que o espírito, como  elemento  divino, é forte, mas que a carne, como expressão humana, é fraca.

Entretanto, que é a carne?

Cada personalidade espiritual tem o seu  corpo fluídico e ainda não  percebestes, porventura, que a carne é um composto  de fluídos condensados? Naturalmente, esses fluídos, em se reunindo, obedecerão  aos imperativos da existência terrestre, no que designais por lei de hereditariedade; mas, esse conjunto é passivo e não determina por si. Podemos figurá­-lo como casa terrestre, dentro da qual o espírito é dirigente, habitação essa que tomará as características boas ou más de seu possuidor.

Quando falamos em pecados da carne, podemos traduzir a expressão por  faltas devidas à condição inferior do homem espiritual sobre o planeta.

Os desejos aviltantes, os impulsos deprimentes, a ingratidão, a má ­fé, o  traço do traidor, nunca foram da carne.

É preciso se instale no homem a compreensão de sua necessidade de autodomínio, acordando-­lhe as faculdades de disciplinador e renovador de si mesmo, em Jesus Cristo.

Um dos maiores absurdos de alguns discípulos é atribuir ao conjunto de células passivas, que servem ao  homem, a paternidade dos crimes e desvios da Terra, quando sabemos que tudo procede do espírito.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Caminho, verdade e vida. Cap.13. FEB)

No domínio das palavras

Fala e conhecer-te-ão.

Referes-te aos outros quanto ao que está em ti mesmo.

A palavra é sempre o canal mais seguro pelo qual te revelas.

A frase de esperança é um jorro de luz.

O que notas de bem ou de mal na vida de alguém é complemento de teu próprio eu.

Comentários sobre os outros, no fundo, são exposições daquilo que carregas contigo.

Quase que imperceptivelmente apenas falamos daquilo que já conseguimos aprender.

O que vimos nas estradas alheias é o que está em nossos próprios caminhos.

Quem fala sem o coração naquilo que fala não alcança o coração que deseja atingir.

Quando quiseres ser visto não uses a queixa para semelhante exibição; trabalha em silêncio e serás visto com mais segurança.

A palavra mais cruel é aquela que se usa destruindo o bem.

Não te refiras ao infortúnio porque a felicidade de quem sofre talvez chegue amanhã.

Se o verbo não está iluminado de compreensão e de amor, a conversa será sempre inútil.

Quem se propõe a iluminar não menciona qualquer ingrediente das trevas.

Nunca te arrependerás de haver dito uma boa palavra.

Nada ensines destacando o mal, pelo simples prazer de salientá-lo, porque os teus ouvintes serão hipnotizados pelas imagens com as quais não desejarias prejudicá-los.

Quem perdoa não deve reportar-se à dívida que foi liquidada, sob pena de abrir nova ferida no coração daquele que se lhe fez devedor.

Criteriosa dieta na conversação é saúde no espírito.

A palavra indulgente é vacina contra muitos males.

Discutindo talvez esclareças, mas servindo convences.

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Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Companheiro. Cap. No domínio das palavras. IDE)

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