RENOVEMO-NOS

RENOVEMO-NOS

"Se alguém está em Cristo, nova criatura é" – Paulo. (Coríntios, 5:17)

Quanta gente fala em Cristo, sem buscar-lhe a companhia!

Há quem lhe recite as lições com maravilhoso poder mnemônico sem lhe haver soletrado jamais qualquer ensinamento na linguagem da ação.

Há quem se reporte ao Evangelho, anos a fio, sem procurar-lhe a inspiração em momento algum.

Muitos dizem – "Quero Jesus!" – mas não o aceitam.

O problema do cristão todavia, não é apenas suspirar pelo Senhor.

É permanecer com Ele, assimilando-lhe a palavra e seguindo-lhe o exemplo.

Não apenas crença, mas comunhão.

Se pretendes quebrar as algemas que te agrilhoam à sombra, não bastará te rotules com esse ou aquele título no campo das afirmações exteriores.

É imprescindível te transformes por dentro, fazendo luz para o cérebro e luz para o coração.

Para isso, se procuras com a Boa Nova o caminho da própria felicidade, lembra-te de que é preciso estar nossa alma em Jesus, para renovar-se com segurança.

Aprendamos a ver com o entendimento do Senhor, a ouvir com a sublime compreensão que lhe assinalou a passagem no mundo, a trilhar a senda humana com o sentimento que lhe marcou as atitudes e a usar as mãos no Sumo Bem como as utilizou o Divino Mestre e, certamente, ainda hoje, seremos nova criatura, ajudando a Terra pela qualidade de nossa vida, e edificando em nós mesmos a excelsitude do Céu.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Segue-me. Cap.Renovemo-nos. Matão: O Clarim)

No futuro

No futuro

“E não mais ensinará cada um a seu próximo, nem cada um a seu irmão, dizendo: – Conhece o Senhor! Porque todos me conhecerão, desde o menor deles até ao maior.” Paulo (Hebreus, 8:11)

Quando o homem gravar na própria alma parágrafos luminosos da Divina Lei,

O companheiro não repreenderá o companheiro,

O irmão não denunciará outro irmão.

O cárcere cerrará suas portas,

Os tribunais quedarão em silêncio.

Canhões serão convertidos em arados,

Homens de armas volverão à sementeira do solo.

O ódio será expulso do mundo,

As baionetas repousarão,

As máquinas não vomitarão chamas para o incêndio e para a morte,

Mas cuidarão pacificamente do progresso planetário.

A justiça será ultrapassada pelo amor.

Os filhos da fé não somente serão justos,

Mas bons, profundamente bons.

A  prece constituir-se-á de alegria e louvor

E as casas de oração estarão consagradas ao trabalho sublime da fraternidade suprema.

A pregação da Lei Viverá nos atos e pensamentos de todos,

Porque o Cordeiro de Deus Terá transformado o coração de cada homem

Em tabernáculo de luz eterna,

Em que o seu Reino Divino

Resplandecerá para sempre.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Pão Nosso. Cap. 41. FEB)

A retribuição

A retribuição

“Pedro disse-lhe: e nós que deixamos tudo e te seguimos, que receberemos?” – (Mateus, 19:27.)

A pergunta do apóstolo exprime a atitude de muitos corações nos templos religiosos.

Consagra-se o homem a determinado círculo de fé e clama, de imediato: – “Que receberei?”

A resposta, porém, se derrama silenciosa, através da própria vida.

Que recebe o grão maduro, após a colheita?

O triturador que o ajuda a purificar-se.

Que prêmio se reserva à farinha alva e nobre?

O fermento que a transforma para a utilidade geral.

Que privilégio caracteriza o pão, depois do forno?

A graça de servir.

Não se formam cristãos para adornos vivos do mundo e sim para a ação regeneradora e santificante da existência.

Outrora, os servidores da realeza humana recebiam o espólio dos vencidos e, com eles, se rodeavam de gratificações de natureza física, com as quais abreviavam a própria morte.

Em Cristo, contudo, o quadro é diverso.

Vencemos, em companhia dele, para nos fazermos irmãos de quantos nos partilham a experiência, guardando a obrigação de ampará-los e ser-lhes úteis.

Simão Pedro, que desejou saber qual lhe seria a recompensa pela adesão à Boa Nova, viu, de perto, a necessidade da renúncia.

Quanto mais se lhe acendrou a fé, maiores testemunhos de amor à Humanidade lhe foram requeridos.

Quanto mais conhecimento adquiriu, a mais ampla caridade foi constrangido, até o sacrifício extremo.

Se deixaste, pois, por devoção a Jesus, os laços que te prendiam às zonas inferiores da vida, recorda que, por felicidade tua, recebeste do Céu a honra de ajudar, a prerrogativa de entender e a glória de servir.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Fonte viva. Cap. 22. FEB)

PÁGINA DO MOÇO ESPÍRITA CRISTÃO

PÁGINA DO MOÇO ESPÍRITA CRISTÃO

"Ninguém despreze a tua mocidade; mas sê o exemplo dos fiéis na palavra, no trato, na caridade, no espírito, na fé e na pureza". Paulo (I Timóteo, 4:12)

Meu amigo da cristandade juvenil, que ninguém te despreze a mocidade.

Este conselho não é nosso. Foi lançado por Paulo de Tarso, o grande convertido, há dezenove séculos.

O apóstolo da gentilidade conhecia o teu soberano potencial de grandeza. A sua última carta, escrita com as lágrimas quentes do coração angustiado, foi também endereçada a Timóteo, o jovem discípulo que permaneceria no círculo dos testemunhos de sacrifício pessoal por herdeiro de seus padecimentos e renunciações.

Paulo sabia que o moço é o depositário e realizador do futuro.

Em razão disso confiava ao aprendiz a coroa da luta edificante.

Que ninguém, portanto, te menoscabe a juventude, mas não te esqueças de que o direito, sem o dever, é vocábulo vazio.

Ninguém exija sem dar ajudando e sem ensinar aprendendo sempre.

Sê, pois, em tua escalada do porvir, o exemplo dos mais jovens e dos mais velhos que procuram no Cristo o alvo de suas aspirações, ideais e sofrimentos.

Consagra-te à palavra elevada e consoladora.

Guarda a bondade e a compreensão no trato com todos os companheiros e situações que te cercam.

Atende à caridade que te pede estímulo e paz, harmonia e auxílio para todos.

Sublima o teu espírito na glória de servir.

Santifica a fé viva, confiando no Senhor e em ti mesmo, na lavoura do bem, que deve ser cultivada todos os dias.

Conserva a pureza dos teus sentimentos a fim de que o teu amor seja invariavelmente puro, na verdadeira comunhão com a Humanidade.

Abre as portas de tua alma a tudo o que seja útil, nobre, belo e santificante e, de braços devotados ao serviço da Boa-Nova, pela Terra regenerada e feliz, sigamos com a vanguarda dos nossos benfeitores ao encontro do Divino Amanhã.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Segue-me. Matão: O Clarim).

Oração

Oração

Pai Nosso, que estás nos Céus,

Na luz dos sóis infinitos,

Pai de todos os aflitos

Deste mundo de escarcéus.

Santificado, Senhor,

Seja o teu nome sublime,

Que em todo o Universo exprime

Concórdia, ternura e amor.

Venha ao nosso coração

O teu reino de bondade,

De paz e de claridade

Na estrada da redenção.

Cumpra-se o teu mandamento

Que não vacila e nem erra,

Nos Céus, como em toda a Terra

De luta e de sofrimento.

Evita-nos todo o mal,

Dá-nos o pão no caminho,

Feito na luz, no carinho

Do pão espiritual.

Perdoa-nos, meu Senhor,

Os débitos tenebrosos,

De passados escabrosos,

De iniqüidade e de dor.

Auxilia-nos, também,

Nos sentimentos cristãos,

A amar nossos irmãos

Que vivem longe do bem.

Com a proteção de Jesus,

Livra a nossa alma do erro,

Sobre o mundo de desterro,

Distante da vossa luz.

Que a nossa ideal igreja

Seja o altar da Caridade,

Onde se faça a vontade

Do vosso amor…

Assim seja.

 

José Silvério Horta

(Xavier, Francisco Cândido. Espíritos diversos. Parnaso de além túmulo. Oração. 1.ed. Rio de Janeiro: FEB. 1932)

Marchemos

Marchemos!

Há mistérios peregrinos

No mistério dos destinos

Que nos mandam renascer:

Da luz do Criador nascemos,

Múltiplas vidas vivemos, Para à mesma luz volver.

 

Buscamos na Humanidade

As verdades da Verdade,

Sedentos de paz e amor;

E em meio dos mortos-vivos

Somos míseros cativos

Da iniqüidade e da dor.

 

É a luta eterna e bendita,

Em que o Espírito se agita

Na trama da evolução;

Oficina onde a alma presa

Forja a luz, forja a grandeza

Da sublime perfeição.

 

É a gota d'água caindo

No arbusto que vai subindo,

Pleno de seiva e verdor;

O fragmento do estrume,

Que se transforma em perfume

Na corola de uma flor.

 

A flor que, terna, expirando,

Cai ao solo fecundando

O chão duro que produz,

Deixando um aroma leve

Na aragem que passa breve,

Nas madrugadas de luz.

 

Inda é a bigorna, o malho,

Pelas fainas do trabalho,

A enxada fazendo o pão;

O escopro dos escultores

Transformando a pedra em flores,

Em Carraras de eleição.

 

É a dor que através dos anos,

Dos algozes, dos tiranos,

Anjos puríssimos faz,

Transmutando os Neros rudes

Em arautos de virtudes,

Em mensageiros de paz.

 

Tudo evolui, tudo sonha

Na imortal ânsia risonha

De mais subir, mais galgar;

A vida é luz, esplendor, 

Deus somente é o seu amor,

O Universo é o seu altar.

 

Na Terra, às vezes se acendem

Radiosos faróis que esplendem

Dentro das trevas mortais;

Suas rútilas passagens

Deixam fulgores, imagens,

Em reflexos perenais.

 

É o sofrimento do Cristo,

Portentoso, jamais visto,

No sacrifício da cruz,

Sintetizando a piedade,

E cujo amor à Verdade

Nenhuma pena traduz.

 

É Sócrates e a cicuta,

É César trazendo a luta,

Tirânico e lutador;

É Cellini com sua arte,

Ou o sabre de Bonaparte,

O grande conquistador.

 

É Anchieta dominando,

A ensinar catequizando

O selvagem infeliz;

É a lição da humildade,

De extremosa caridade

Do pobrezinho de Assis.

 

Oh! bendito quem ensina,

Quem luta, quem ilumina, 

Quem o bem e a luz semeia

Nos combates do evolutir:

Terá a ventura que anseia.

Nas sendas do progredir.

 

Uma excelsa voz ressoa,

No Universo inteiro ecoa:

“Para a frente caminhai!

“O amor é a luz que se alcança,

“Tende fé, tende esperança,

“Para o Infinito marchai!”

Castro Alves

(Xavier, Francisco Cândido. Espíritos diversos. Parnaso de além túmulo. Marchemos. 1.ed. Rio de Janeiro: FEB)

Obs.: na versão original, o texto está grafado na ortografia vigente na época.

Avancemos

Avancemos

“Irmãos, quanto a mim, não julgo que haja alcançado a perfeição, mas uma coisa faço, e é que, esquecendome das coisas que atrás ficam. avanço para as que se encontram diante de mim.” – Paulo. (Filipenses, 3:13 e 14.).

Na estrada cristã, somos defrontados sempre por grande número de irmãos que se aquietaram à sombra da improdutividade, declarando-se acidentados por desastres espirituais.

É alguém que chora a perda de um parente querido, chamado à transformação do túmulo.

É o trabalhador que se viu dilacerado pela incompreensão de um amigo.

É o missionário que se imobilizou à face da calúnia.

É alguém que lastima a deserção de um consócio da boa luta.

É o operário do bem que clama indefinidamente contra a fuga da companheira que lhe não percebeu a dedicação afetiva.

É o idealista que espera uma fortuna material para dar início às realizações que lhe competem.

É o cooperador que permanece na expectativa do emprego ricamente remunerado para consagrar-se às boas obras.

É a mulher que se enrola no cipoal da queixa contra os familiares incompreensivos.

É o colaborador que se escandaliza com os defeitos do próximo, congelando as possibilidades de servir.

É alguém que deplora um erro cometido, menosprezando as bênçãos do tempo em remorso destrutivo.

O passado, porém, se guarda as virtudes da experiência, nem sempre é o melhor condutor da vida para o futuro.

É imprescindível exumar o coração de todos os envoltórios entorpecentes que, por vezes, nos amortalham a alma.

A contrição, a saudade, a esperança e o escrúpulo são sagrados, mas não devem representar impedimento ao acesso de nosso espírito à Esfera Superior.

Paulo de Tarso, que conhecera terríveis aspectos do combate humano, na intimidade do próprio coração, e que subiu às culminâncias do apostolado com o Cristo, nos oferece roteiro seguro ao aprimoramento.

“Esqueçamos todas as expressões inferiores do dia de ontem e avancemos para os dias iluminados que nos esperam” – eis a essência de seu aviso fraternal à comunidade de Filipos. Centralizemos nossas energias em Jesus e caminhemos para diante.

Ninguém progride sem renovar-se.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Fonte viva. Cap. 50. FEB)

NA LUTA VULGAR

NA LUTA VULGAR

"Pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará. Paulo (Gálatas, 6:7)

Não é preciso morrer na carne para conhecer a lei das compensações.

Reparemos a luta vulgar.

O homem que vive na indiferença pelas dores do próximo, recebe dos semelhantes a indiferença pelas dores que lhe são próprias.

Afastemo-nos do convívio social e a solidão deprimente será para nós a resposta do mundo.

Se usamos severidade para com os outros, seremos julgados pelos outros com rigor e aspereza.

Se praticamos, em sociedade ou em família, a hostilidade e a aversão, entre parentes e vizinhos encontraremos a antipatia e a desconfiança.

Se insultarmos nossa tarefa com a preguiça, nossa tarefa relegar-nos-á à inaptidão.

Um gesto de carinho para com o desconhecido na via pública granjear-nos-á o concurso fraterno dos grupos anônimos que nos cercam.

Pequeninas sementeiras de bondade geram abençoadas fontes de alegria. O trabalho bem vivido produz o tesouro da competência.

Atitudes de compreensão e gentileza estabelecem solidariedade e respeito, junto a nós.

Otimismo e esperança, nobreza de caráter e puras intenções, atraem preciosas oportunidades de serviço, em nosso favor.

Todo dia é tempo de semear.

Todo dia é tempo de colher.

Não é preciso atravessar a sombra do túmulo para encontrar a justiça, face a face. Nos princípios de causa e efeito, achamo-nos incessantemente sob a orientação dele, em todos os instantes de nossa vida."

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Segue-me. Matão: Casa Editora O Clarim)

 

VIVER EM PAZ

VIVER EM PAZ

“…Vivei em paz…" – Paulo.(II CORÍNTIOS. 13:11)

Mantém-te em paz.

É provável que os outros te guerreiem gratuitamente, hostilizando-te a maneira de viver; entretanto, podes avançar em teu roteiro, sem guerrear a ninguém.

Para isso, contudo – para que a tranqüilidade te banhe o pensamento -, é necessário que a compaixão e a bondade te sigam todos os passos.

Assume contigo mesmo o compromisso de evitar a exasperação. Junto da serenidade, poderás analisar cada acontecimento e cada pessoa no lugar e, na posição que lhes dizem respeito.

Repara, carinhosamente, os que te procuram no caminho…

Todos os que surgem, aflitos ou desesperados, coléricos ou desabridos, trazem chagas ou ilusões.

Prisioneiros da vaidade ou da ignorância, não souberam tolerar a luz da verdade e clamam irritadiços…

Unge-te de piedade e penetra-lhes os recessos do ser, e identificarás em todos eles crianças espirituais que se sentem ultrajadas ou contundidas.

Uns acusam, outros choram.

Ajuda-os, enquanto podes.

Pacificando-lhes a alma, harmonizarás, ainda mais, a tua vida.

Aprendamos a compreender cada mente em seu problema.

Recorda-te de que a Natureza, sempre divina em seus fundamentos, respeita a lei do equilíbrio e conserva-a sem cessar.

Ainda mesmo quando os homens se mostram desvairados, nos conflitos abertos, a Terra é sempre firme e o Sol fulgura sempre.

Viver de qualquer modo é de todos, mas viver em paz consigo mesmo é serviço de poucos.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Segue-me. Matão: O Clarim)

NA SEARA DO AUXÍLIO

NA SEARA DO AUXÍLIO

“Suportando-vos uns aos outros e perdoando-os uns aos outros, se alguém tiver queixa contra o outro; assim como o Cristo vos perdoou, assim fazei vós também.” – Paulo. (Colossenses, 3:13.)

Desnecessário salientar o brilho do cérebro na cúpula da Humanidade.

As nações vanguardeiras do progresso material efetuam prodígios nos setores de pesquisa e definição do plano terrestre.

A universidade é um celeiro de luz para a inteligência.

O laboratório é uma nascente de respostas seguras para milenárias indagações.

Entretanto, na esfera do espírito, sobram discórdias e desesperos, desgosto e desilusão… Todos nos referimos, inquietos, às calamidades da guerra, à proliferação do vício, aos estragos do ódio ou às deturpações da cultura, conscientes dos prejuízos e desastres que nos impõem ao caminho comum.

Assinalamos, aqui e além, lutas ideológicas, conflitos raciais, insânia e egoísmo…

Que fazemos nós, na condição de aprendizes do Cristo, para o reequilíbrio do mundo?

Achamo-nos convencidos de que a violência não extingue a violência não extingue a violência.

Além disso, não ignoramos que Jesus nos chamou, a fim de compreendermos e auxiliarmos, construirmos e reconstruirmos para o bem de todos.

Pensemos nisso.

Não alegues isolamento ou pequenez para desistir do esforço edificante que nos compete.

Uma fonte humilde garante o oásis na terra seca, e apenas uma lâmpada acesa vence a força das trevas.

A harmonia do todo vem da fidelidade e do serviço de cada um.

Trabalhemos unidos pela edificação da Terra Melhor.

Comecemos ou recomecemos a nossa tarefa, baseando a própria ação no aviso de Paulo: suportando-nos uns aos outros e perdoando-nos mutuamente.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Segue-me. Cap. Na seara do auxílio. Matão: O Clarim)