Pelas obras

Pelas obras

“E que os tenhais em grande estima e amor por causa da sua obra.” – Paulo. (1ª Epístola aos Tessalonicenses, 5:13.)

Esta passagem de Paulo, na Primeira Epístola aos Tessalonicenses, é singularmente expressiva para a nossa luta cotidiana.

Todos experimentamos a tendência de consagrar a maior estima apenas àqueles que leiam a vida pela cartilha dos nossos pontos de vista.

Nosso devotamento é sempre caloroso para quantos nos esposem os modos de ver, os hábitos enraizados e os princípios sociais; todavia, nem sempre nossas interpretações são as melhores, nossos costumes os mais nobres e nossas diretrizes as mais elogiáveis.

Daí procede o impositivo de desintegração da concha do nosso egoísmo para dedicarmos nossa amizade e respeito aos companheiros, não pela servidão afetiva com que se liguem ao nosso roteiro pessoal, mas pela fidelidade com que se norteiam em favor do bem comum.

Se amamos alguém tão-só pela beleza física, é provável encontremos amanhã o objeto de nossa afeição a caminho do monturo.

Se estimamos em algum amigo apenas a oratória brilhante, é possível esteja ele em aflitiva mudez, dentro em breve.

Se nos consagramos a determinada criatura só porque nos obedeça cegamente, é provável estejamos provocando a queda de outros nos mesmos erros em que temos incidido tantas vezes.

É imprescindível aperfeiçoar nosso modo de ver e de sentir, a fim de avançarmos no rumo da vida superior.

Busquemos as criaturas, acima de tudo, pelas obras com que beneficiam o tempo e o espaço em que nos movimentamos, porque, um dia, compreenderemos que o melhor raramente é aquele que concorda conosco, mas é sempre aquele que concorda com o Senhor, colaborando com ele, na melhoria da vida, dentro e fora de nós.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Fonte viva. Cap. 24. FEB)

 

25 ANOS DO CLUBE DA VOVÓ FELIZ DA INSTITUIÇÃO NOSSO LAR

25 ANOS DO CLUBE DA VOVÓ FELIZ DA INSTITUIÇÃO NOSSO LAR

   

Paulo Sérgio Perri de Carvalho (*)

A Instituição Nosso Lar foi fundada em Araçatuba no ano de 1960 com a finalidade de abrigar transitoriamente famílias necessitadas e para centralizar tarefas assistenciais que eram desenvolvidas por D. Emília Santos e Rolando Perri Cefaly (tio Rolandinho).

Desde os seus primórdios, o pensamento de promoção social das pessoas que recorriam à Instituição foi marcante. Assim, além do atendimento às necessidades das famílias, eram desenvolvidas atividades de promoção que iam desde a construção de casinhas em mutirão até, posteriormente, atividades de corte e costura, bordado, artesanato, confecção de enxoval para gestantes sendo estas últimas atividades desenvolvidas durante a semana pelas pessoas assistidas e coordenadas por inúmeras voluntárias.

Destas atividades, as peças confeccionadas eram expostas e vendidas no tradicional Bazar Beneficente. Acompanhando de perto estas atividades, Josefina Perri Cefaly de Carvalho (tia Bebé), Vice-presidente e posteriormente Presidente da Instituição, cria o Clube da Vovó Feliz em fevereiro de 1999 que tinha por objetivo reunir as pessoas idosas em uma tarde da semana para desenvolverem terapias ocupacionais com as atividades de artesanato, pintura e outros trabalhos manuais além de receberem a orientação médica e psicológica quando necessário como também de alfabetização. A ideia da criação desta atividade foi devido a preocupação que Bebé tinha com relação as idosas que frequentavam a Instituição para que elas fossem valorizadas como seres humanos e tivessem uma atenção especial e com isso melhorassem até mesmo sua auto-estima pela possibilidade de aprender e aplicar algo que poderia ser útil para suas vidas.

Todas as atividades do Clube da Vovó Feliz iniciavam-se e ainda são iniciadas com uma palestra sobre os ensinamentos morais do Cristo e é reservada uma data em cada mês para se comemorar os aniversários das avós. Todas as atividades desenvolvidas ao longo destes 25 anos tiveram a participação de pessoas que voluntariamente doaram uma parte de si para que houvesse um pouco de alegria nos corações das vovós. Para não ser traído pela memória, estas pessoas não serão nominadas, mas que todas elas possam receber a gratidão da Instituição Nosso Lar.

A tia Bebé desencarnou em setembro de 2003 e como homenagem a ela por sua dedicação a esta atividade o Clube da Vovó passou a se chamar Clube da Vovó Feliz Josefina Perri Cefaly de Carvalho, tia Bebé.

Parafraseando Camille Flamarion que em maio de 1869 discursou no sepultamento de Allan Kardec, podemos dizer: “Já não existem muitas pessoas que iniciaram o Clube da Vovó em 1999 mas a lembrança do trabalho inicialmente desenvolvido estará sempre com as pessoas que continuam o trabalho que por si será sempre respeitado. Na Terra, a obra substituirá os obreiros de outrora e que continuam a orientar espiritualmente e a dar forças e estímulo para que o trabalho continue!”

(*) Vice-Presidente da Instituição Nosso Lar.

(Publicado em: Folha da Região. Araçatuba, 21/02/2024. P.2)

Estrutura de “O Evangelho segundo o Espiritismo” para Casa do Caminho

Estrutura de “O Evangelho segundo o Espiritismo” para Casa do Caminho

Na noite do dia 21 de fevereiro, Célia Maria Rey de Carvalho desenvolveu o tema “Estrutura de O Evangelho segundo o Espiritismo”, no programa do curso sobre esse livro de Allan Kardec, transmitido pelo Grupo Espírita Casa do Caminho, de São Paulo. A reunião foi coordenada por Simone Botte. Esse curso virtual é desenvolvido às 4as feiras coordenado por Cesar Perri.

Informações e inscrições:

https://casadocaminho.com.br/cursos/evangelho-segundo-o-espiritismo/

Lançado livro “Leopoldo Cirne” em Núcleo de Pesquisadores Espíritas

Lançado livro “Leopoldo Cirne” em Núcleo de Pesquisadores Espíritas

No dia 21/02/2024, quarta-feira, Cesar Perri (São Paulo) fez exposição virtual em lançamento de seu livro “LEOPOLDO CIRNE: vida e propostas por um mundo melhor” (Ed.Cocriação/CCDPE) na 51ª Reunião Aberta do NUPE Agnelo Morato (Núcleo de Pesquisadores Espíritas), da cidade de Franca-SP. No final, respondeu a perguntas de participantes on line. Esse Núcleo e o programa são coordenados por Adolfo de Mendonça Júnior e, no programa, houve a participação de Arlete Aparecida Ubiali.

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Jubileu de prata do Clube da Vovó Bebé

Jubileu de prata do Clube da Vovó Bebé

Na manhã do dia 20 de fevereiro houve a comemoração dos 25 anos do funcionamento do Clube da Vovó Feliz Josefina Perri Cefaly de Carvalho – D. Bebé, da Instituição Nosso Lar, de Araçatuba (SP). Houve palestra de Paulo Sérgio Perri de Carvalho, seguindo-se o tradicional bolo de aniversário e distribuição às participantes do Clube da Vovó. Estavam presentes colaboradoras antigas. Bebé foi uma das fundadoras de Nosso Lar em 1961, substituiu o irmão Rolandinho na presidência, e em 1999 criou o Clube da Vovó. Após sua desencarnação foi homenageada com seu nome designando essa atividade de trabalhos manuais com as senhoras idosas.

Homenagem a Marlene Nobre da Associação Médico-Espírita

Homenagem a Marlene Nobre da Associação Médico-Espírita

No artigo “Recordações”, Elsa Rossi homenageia a dra. Marlene Severino Nobre (1937-2015) que foi marcante liderança de Associações Médico-Espíritas do Brasil e a Internacional. Elsa Rossi viveu quase três décadas na Inglaterra, onde foi presidente da British Union of Spiritist Societies, e agora reside em Curitiba. O artigo foi publicado no jornal “Folha da Região”, Araçatuba (SP), em 15/02/2024.

Entrevista com Perri: filhos, livro novo e estudo do evangelho

Entrevista com Perri: filhos, livro novo e estudo do evangelho

O Blog Bruno Tavares (de Recife) entrevistou Cesar Perri na noite do dia 17 de fevereiro, focalizando os assuntos: filhos, o livro recente “Leopoldo Cirne. Vida e propostas por um mundo melhor” (Ed. CCDPE/Cocriação) e sobre o estudo do evangelho à luz do espiritismo na rede NEPE Brasil. Trata-se de programa mensal com Perri, com base em seu livro “Pelos caminhos da vida. Memórias e reflexões” (Cocriação).

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ESMOLA

ESMOLA

"Dai antes esmola do que tiverdes." Jesus. (LUCAS, 11:41.)

A palavra do Senhor está sempre estruturada em luminosa beleza que não podemos perder de vista. No capÌtulo da esmola, a recomendação do Mestre, dentro da narrativa de Lucas, merece apontamentos especiais. "Dai antes esmola do que tiverdes,"

Dar o que temos é diferente de dar o que detemos;

A caridade é sublime em todos os aspectos sob os quais se nos revele e em circunstância alguma devemos esquecer a abnegação admirável daqueles que distribuem pão e agasalho, remédio e socorro para o corpo, aprendendo a solidariedade e ensinando-a.

… justo, porém, salientar que a fortuna ou a autoridade são bens que detemos provisoriamente na marcha comum e que, nos fundamentos substanciais da vida, não nos pertencem.

O Dono de todo o poder e de toda a riqueza no Universo é Deus, nosso Criador e Pai, que empresta recursos aos homens, segundo os méritos ou as necessidades de cada um.

Não olvidemos, assim, as dores de nossa esfera Ìntima e perguntemos a nós mesmos:

Que temos de nós próprios para dar?

Que espécie de emoção estamos comunicando aos outros?

Que reações provocamos no próximo?

Que distribuímos com os nossos companheiros de luta diária?

Qual é o estoque de nossos sentimentos?

Que tipo de vibrações espalhamos?

Para difundir a bondade, ninguém precisa cultivar riso estridente ou sorrisos baratos, mas, para não darmos pedras de indiferença aos corações famintos de pão da fraternidade. 

È indispensável amealhar em nosso espírito as reservas da boa compreensão, emitindo o tesouro de amizade e entendimento que o Mestre nos confiou em serviço ao bem de quantos nos rodeiam, perto ou longe.

… sempre reduzida a caridade que alimenta o estômago, mas que não esquece a ofensa, que não se dispõe a servir diretamente ou que não acende luz para a ignorância.

O aviso do Instrutor Divino nas anotações de Lucas significa: – dai esmola de vossa vida Ìntima, ajudai por vós mesmos, espalhai alegria e bom ânimo, oportunidade de crescimento e elevação com os vossos semelhantes, sede irmãos dedicados ao próximo, porque, em verdade, o amor que se irradia em bênçãos de felicidade e trabalho, paz e confiança é sempre a dádiva maior de todas.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Fonte viva. Cap. 60)

Princípios ético-morais na atualidade

Princípios ético-morais na atualidade

Antonio Cesar Perri de Carvalho (*)

Os momentos vividos no mundo provocam impactos na sociedade em geral e diversas abordagens têm sido realizadas para se compreender o cenário atual.
As análises com base na ética e na moral são sempre pertinentes. Há muitos estudos acadêmicos que discutem os conceitos e a aplicação da ética e da moral, porém parece-nos oportuna a reflexão fundamentada na concepção espírita e de maneira simples.
Em geral, aceita-se que a ética procura distinguir o bem do mal, o justo do injusto, o certo do errado, o que é permitido e o que é proibido, tendo em vista o conjunto de normas adotadas por uma sociedade; seria mais especulativa. Já a moral se refere às normas ou regras que regem a conduta humana e envolve o dever e prática consciencial. A chamada consciência moral é a capacidade de decidir diante das alternativas possíveis, de distinguir o bem do mal. Portanto, a ética é o fundamento e a moral é a prática. Muitos entendem que ética e moral são inseparáveis.1
Allan Kardec, em suas obras, não empregou a palavra “ética”, mas o conceito e o objeto desta estão implícitos em O livro dos espíritos e O evangelho segundo o espiritismo. No livro inaugural do Espiritismo, o Codificador analisa as “Leis Morais”2, e na Introdução de O evangelho segundo o espiritismo, ele define o ensino moral como o objetivo desta obra.3
A ética cristã está fundamentada nos ensinos do Cristo, sintetizados na “regra de ouro”: "Tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós” (Mateus 7, 12).
Em memoráveis Epístolas, Paulo de Tarso definiu diretrizes de ordem comportamental das quais destacamos alguns versículos4:
“Examinai tudo. Retende o bem" (1 Tessalonicenses 5, 21); Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam" (I Coríntios 10, 23); "Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem" (Romanos 12, 21); "[…] já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim" (Gálatas 2, 19-20).
O fato de Paulo citar o chavão da época referente à cidade de Corinto – “todas as coisas são lícitas” -, aponta para uma situação que o afligia. Os cristãos dos nascentes grupos de Corinto sofriam influências do contexto perverso daquela cidade. A expressão “viver como um coríntio” referia-se a desregramentos comportamentais, considerados “normais” naquela cidade. A tendência de adoção de práticas aberrantes, motivou a elaboração da 1a Epístola aos Coríntios.4
Paulo desenvolveu o raciocínio de que alguns princípios defendidos naquela sociedade precisavam ser observados através de diretrizes ligadas à conduta cristã, não se restringindo às tradições e normas vigentes.
Respeitadas as diferenças, parece-nos que a colocação de Paulo é adequada aos nossos dias, em que num ambiente de liberdade de pensamento e de legislações liberais, proliferam vários tipos de guerras, dentro dos países ou entre eles, ocorrem questionamentos de valores e facilidades de comunicação, incluindo a indiscriminada disseminação de notícias e análises dúbias ou inverídicas nas redes sociais.
No conjunto – Constituição do país, Leis e normas -, define-se o que é legal, o que é “lícito” no dizer de Paulo de Tarso.
Como ficariam as ideias de conveniência e de edificação que Paulo emprega na citada Epístola para a análise das licitudes? E isso sem se entrar na questão da proliferação de hábitos e ações ilícitos…
A mensagem essencial da Boa Nova fortalece princípios e o cultivo de virtudes. Sobre isso, o Espiritismo traz à tona a ideia do livre-arbítrio dentro dos conceitos que emanam do conhecimento de vida imortal e de reencarnação, e, dos compromissos do ser espiritual consigo mesmo e com a sociedade.
Em O livro dos espíritos há várias abordagens referentes à moral, como as questões abaixo2:
“- A moral é a regra de bem proceder, isto é, de distinguir o bem do mal. Funda-se na observância da lei de Deus. O homem procede bem quando tudo faz pelo bem de todos, porque então cumpre a lei de Deus.”
“- O bem é tudo o que é conforme à lei de Deus; o mal, tudo o que lhe é contrário. Assim, fazer o bem é proceder de acordo com a lei de Deus. Fazer o mal é infringí-la.”
Em as Leis Morais de O livro dos espíritos, Allan Kardec destaca que a lei divina ou natural, a Lei de Deus, é “a única e verdadeira a conduzir o homem à felicidade e que lhe indica o que ele deve ou não fazer” e que essa “lei está escrita na consciência do homem.”2
A ética espírita baseia-se nas máximas morais do Cristo e na busca o conhecimento da verdade. Está definida no livro inicial de Kardec ao examinar a Lei de Deus no tocante ao bem e o mal e ao apresentá-la subdividida em várias leis. Para Kardec, a justiça, amor e caridade é a lei “mais importante, por ser a que faculta ao homem adiantar-se mais na vida espiritual, visto que resume todas as outras" […] “lei que se funda na certeza do futuro."2
Os valores espirituais e afetivos não podem ser subjugados por valores cognitivos e imediatistas. Emmanuel faz um valioso apontamento sintético: “O sentimento e a sabedoria são as duas asas com que a alma se elevará para a perfeição infinita.”5
Essas colocações espirituais e espíritas oferecem parâmetros para se definir o que é lícito e conveniente, o que atende aos objetivos do bem, ou seja, o que é moralmente compatível com os ensinos do Cristo e os princípios do Espiritismo.
A enfermidade ética e moral tem raízes desde a base da sociedade. E repercutem em várias instâncias das nações.
Haja vista as vigentes manifestações guerreiras e torna-se oportuno recordarmos de comentário de Emmanuel: “[…] A guerra é inevitável nessa civilização que depende exclusivamente do militarismo. Os grandes exércitos são a sua grande ruína,” e aponta: “[…] o afinamento da mentalidade do mundo terrestre no ideal de perfeição e de amor de Jesus Cristo não chegou a se verificar em tempo algum. Apelamos para a cristianização de todos os espíritos e é dentro desse sentido que se guarda o mais alto objetivo de todas as nossas mensagens”.6
As inquietações e até turbulências que advém das dificuldades que a população passa nos momentos de crises mais intensas devem ser encaradas com respeito e serenidade.
Sobre esse cenário, Emmanuel pondera: “[…] no fracasso de todas as tentativas pacíficas, o cristão sincero, na sua feição individual, nunca deverá cair ao nível do agressor, sabendo estabelecer, em todas as circunstâncias, a diferença entre os seus valores morais e os instintos animalizados da violência física.”5
Para concluir, lembramos que as obras de Kardec, em vários trechos comentam a causa principal dos distúrbios ético-morais, que pode ser resumida com a frase: “O egoísmo, chaga da Humanidade, tem que desaparecer da Terra, a cujo progresso moral obsta.”2
Evocamos mais uma vez o apóstolo Paulo com seus marcantes registros. Anota a situação dele e, pode-se dizer de muitos, que adotam princípios ético-morais no contexto de nosso mundo e deixa claro que a consciência tranquila e o dever cumprido são as melhores recompensas espirituais:
“Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.” (2 Timóteo 4, 7)

Referências:
1) Souza, Sonia Maria Ribeiro. Um outro olhar: filosofia. 1.ed. Cap. 10. São Paulo: FTD. 1995.
2) Kardec, Allan. Trad. Ribeiro, Guillon. O livro dos espíritos. 70.ed. 3a Parte, cap. II a XI; questões 629 e 630; Conclusão IV. Rio de Janeiro: FEB. 1989.
3) Kardec, Allan. Trad. Ribeiro, Guillon. O evangelho segundo o espiritismo. 131.e. Cap. XI, item 11. Brasília: FEB. 2013.
4) Carvalho, Antonio Cesar Perri. Epístolas de Paulo à luz do espiritismo. 1.ed. Cap. 2 e 5. Matão: O Clarim. 2016.
5) Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. O consolador. 29.ed. Questões 68, 127, 148, 170, 204, 345, 365. Brasília: FEB. 2013.
6) Xavier, Francisco Cândido. Espíritos diversos. Ação, vida e luz. P. 25-26. São Paulo: CEU. 1991.
DE:
Revista Internacional de Espiritismo. Ano XCIX. N. 1. Fevereiro de 2024. P. 44-45.

“As Três Peneiras”

“As Três Peneiras”

As três peneiras é uma fábula atribuída à Sócrates (filósofo Grego do século V a.c.). Trata-se de uma reflexão sobre o que falar, como falar e quando falar, conforme segue: Essa fábula é citada em uma curta mensagem do espírito Irmão X intitulada “Os três crivos”, referindo-se à “lição de Sócrates, em questões de maledicência”.

(Xavier, Francisco Cândido. Espíritos diversos. Aulas da Vida. São Paulo: IDEAL. 1981).