Sobre Kardec em tradicional Centro paulistano

Sobre Kardec em tradicional Centro paulistano

Na noite do dia 13 de abril, Cesar Perri proferiu palestra sobre o tema “De Kardec aos nossos dias”, em reunião pública do Centro Espírita União, em São Paulo. O expositor foi recepcionado pela fundadora Nena Galves, seus filhos Francisco e Rosely, e, Valquíria. Luís Rossi dirigiu a reunião e d. Nena fez a prece.

Esse Centro foi fundado há 58 anos pelo casal Galves, com orientação e apoio de Chico Xavier, no bairro Jabaquara, em São Paulo. Mantém atividades doutrinárias, assistenciais, uma exposição sobre Chico Xavier e a editora CEU.

Acesse pelo link (copie e cole):

https://www.centroespiritauniao.com.br/13-04-2026-de-kardec-aos-nossos-dias-palestra-de-antonio-cesar-perri-de-carvalho-no-centro-espirita-uniao/

 

 

O porvir e nada?

O porvir e nada?


Na noite do dia 12 abril, Cesar Perri (São Paulo) foi entrevistado on line por Débora Rabelo (Novo Hamburgo, RS) sobre o tema: O Porvir e o Nada (Capítulo 1 de “O Céu e o Inferno”).
Trata-se do programa “Entrevista Kardec: ontem, hoje e amanhã” do canal Amigos de Nosso Lar.
Acesse pelo link:

https://www.youtube.com/live/4y2LSRXhKCc?si=oQsJIWt-O-9r9dLe

O primeiro Centro Espírita do mundo

O primeiro Centro Espírita do mundo

O primeiro Centro Espírita do mundo, a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, fundada por Allan Kardec foi o tema desenvolvido no dia 14 de abril, por Cesar Perri (São Paulo), no estudo virtual por ele coordenado – “Espiritismo: das Obras Básicas, às vivências e visão de futuro” -, promovido pelo Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo Eduardo Carvalho Monteiro, de São Paulo. O expositor apresentou dados sobre a fundação, objetivos e atividades da pioneira Sociedade, com projeção de power point.

A reunião foi coordenada por Pedro Nakano, com apoio técnico de Kátia Golinelli, e de Sidnei Zaluchi (da USE-SP).

As transmissões ocorrem às 20 horas das 3as feiras, pelo canal do You Tube do CCDPE, e conta com parcerias da Estação Dama da Caridade Benedita Fernandes/RAETV e da WebRadio Portal da Luz.

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Homenagem a Kardec na Câmara de São José dos Campos

Homenagem a Kardec na Câmara de São José dos Campos

      

Na noite do dia 15 de abril, o auditório da Câmara de Vereadores de São José dos Campos esteve lotado em evento oficial em homenagem a Allan Kardec.

Na palestra alusiva ao vulto, Cesar Perri (de São Paulo) focalizou as ações educacionais, humanísticas e espíritas do "bom senso encarnado" na definição de Flammarion.

Compuseram a mesa e usaram da palavra: vereadores Fernando Petit e Carlos Abranches; o presidente da USE Intermunicipal, Rodolfo Collevatti, e o representante da Aliança Espírita Evangélica, Carlos Daniel, estas duas instituições promotoras do evento; sendo mestre de cerimônia Apparecido José Orlando (ex-presidente da USE-SP).

Estavam presentes representantes de dezenas de instituições espiritas.

Houve apresentações dos corais Fraternidade Colmeia e do C.E. Amor e Caridade Jacob. No hall de entrada foi montada exposição de painéis de arte de participantes da evangelização infantil. Nesse ambiente houve confraternização no final.

O "dia de Kardec' foi definido por Lei Municipal 4935 de 1996.

Regeneração e progresso dos mundos

Regeneração e progresso dos mundos

Na reunião vespertina do dia 15 de abril no Grupo Espírita Casa do Caminho, em São Paulo, Célia Maria Rey de Carvalho proferiu palestra sobre o tema “mundos regeneradores”, com base em “O Evangelho segundo o Espiritismo” (Cap. III).

A reunião foi conduzida por Maria Isabel Zaccaria, Salete Romero e Vera Leal.

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Dirigente Espírita da USE-SP homenageia Kardec

Dirigente Espírita da USE-SP homenageia Kardec

A edição da revista digital Dirigente Espírita, março/abril de 2026, da USE – União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo, apresenta sob a bandeira da união e da unificação, as ações necessárias para um ano de intensa atividade doutrinária pela que terá seu apogeu em junho com o 19o Congresso Estadual de Espiritismo, sob o tema central O centro espírita no novo tempo.

Várias matérias homenageando Kardec e sua obra:

- O movimento espírita francês quando da desencarnação de Allan Kardec, por Charles Kempf (da França);

- A liderança moral e intelectual de Kardec na Codificação é destacada por Norberto Tomasini Júnior;

- Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas foi focalizada por Alessandro Viana Vieira de Paula;

- Antonio Cesar Perri de Carvalho recupera os discursos proferidos no sepultamento de Kardec, revelando o perfil de “bom senso encarnado” do mestre.

- Luís Jorge Lira Neto oferece análise comparativa entre as edições de O livro dos espíritos, demonstrando o labor contínuo de Kardec no aprimoramento da obra.

Na Palavra da Presidência, por Julia Nezu, destaca 2026 como um período de grande mobilização dos espíritas paulistas, culminando com o 19o Congresso Estadual de Espiritismo que também contará com o 1o Encontro de Ciência e Pesquisa Espírita.

O espírito de coesão é reforçado por João Thiago de Oliveira Garcia na campanha “A USE somos todos nós”, que nos recorda que a força institucional reside no sentimento de pertencimento e na unidade visual de cada centro Na seção Circuito Aberto, Marco Milani nos apresenta reflexões sobre a “ilusão materialista de justiça” e a importância de ver o espiritismo além de repetições devocionais. Em um cenário digital complexo, João Thiago alerta para o uso da inteligência artificial na simulação de comunicações espirituais, exortando-nos à prudência ativa. Homenagens a trabalhadores com atuação no estado de São Paulo que retornaram à pátria espiritual, como Luiz Fernando Penteado, Miguel de Jesus Sardano e a jovem Juliana Faustino Bassetto.

Acesse pelo link (copie e cole):

https://usesp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/rdDE-211.pdf

 

O MOVIMENTO ESPÍRITA FRANCÊS QUANDO DA DESENCARNAÇÃO DE ALLAN KARDEC

O MOVIMENTO ESPÍRITA FRANCÊS QUANDO DA DESENCARNAÇÃO DE ALLAN KARDEC

 

Charles Kempf (*)

Kardec estava preparando um plano para o futuro do movimento espírita: depois da Constituição do Espiritismo, na ata sobre o caixa do espiritismo na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas em 5 de maio de 1865, Kardec publicou o Projeto 1868 na Revue Spirite de dezembro de 1868.

Allan Kardec desencarnou “de pé”, subitamente, em pleno trabalho. Ele estava terminando de liberar o local no Passage Sainte-Anne, cujo contrato de aluguel terminava no mesmo dia 31 de março de 1869.

A Livraria tinha sido mudada para a rue de Lille, e os pertences pessoais, bem como o birô da Revue Spirite, foram mudados para a Villa Ségur.

Kardec nos legou as cinco obras da Codificação, incluindo os clichés e as impressões das folhas das revisões das duas últimas, além das obras complementares e a Revue Spirite até abril de 1869. Manuscritos encontrados recentemente mostram que ele ainda planejava outras obras, incluindo: O livro dos magnetizadores, com as relações entre o magnetismo e o espiritismo, e O estado social segundo o espiritismo. Também mencionou um curso de espiritismo.

Porém, a espiritualidade maior determinou que a missão estava cumprida e que ele podia regressar à Pátria espiritual. Kardec estava preparando um plano para o futuro do movimento espírita: depois da Constituição do Espiritismo, na ata sobre o caixa do espiritismo na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas em 5 de maio de 1865, Kardec publicou o Projeto 1868 na Revue Spirite de dezembro de 1868.

Uma versão revisada foi publicada por Pierre-Gaëtan Leymarie em Obras póstumas, 20 anos depois, em 1889. Esses textos e os princípios que eles contêm são conhecidos pelo movimento espírita, mas até hoje, não foram colocados em prática.

Em 1868, Kardec fez uma consulta junto a espíritas de confiança, solicitando ideias, opiniões, sugestões e comunicações dos Espíritos sobre esse plano. Nessa base, nos últimos dias da vida dele, Kardec estava refinando e detalhando seu plano: fragmentos foram encontrados em manuscritos, hoje do acervo AKOL Allan Kardec Online, e dos quais uma transcrição e análise foi feita por Júlio Nogueira no apêndice 4 do livro Nem céu, nem inferno, de Paulo Henrique de Figueiredo e Lucas Sampaio.

O plano de Kardec correspondia a uma fundação, com aporte em capital, a propriedade da Villa Ségur, e como fonte de renda, a Livraria Espírita, financiando as atividades e o desenvolvimento da Doutrina Espírita segundo as atribuições do “Comitê Central” a ser instalado na Villa Ségur.

Kardec publicou na Revue Spirite de abril de 1869, que incluía em anexo a primeira versão do Catalogue raisonné, os motivos para a fundação da Livraria Espírita, indicando que “não é uma empresa comercial; foi criada por uma sociedade de espíritas, tendo em vista os interesses da Doutrina, e que renunciam, pelo contrato que os ligam, a toda especulação pessoal. […] É administrada por um gerente, simples mandatário, e todos os lucros constatados pelos balanços anuais serão por ele lançados na Caixa Geral do Espiritismo.”

Mas Amélie e os fiéis que ela escolheu (Monvoisin, Joly, Desliens, Bittard, Tailleur e Guilbert) não entenderam bem esse plano, e criaram em junho de 1869 para a livraria uma Sociedade anônima puramente comercial, sem vínculo com a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas. Isto ocasionou uma divisão entre ambas as Sociedades e no movimento espírita, com a demissão do Sr Malet da presidência da SPEE, que tinha provavelmente entendido melhor o plano de Kardec. Como foi mostrado em vários relatos, essa divisão só foi aumentando nos anos seguintes, e no final do século 19, a Livraria e os direitos autorais de Allan Kardec acabaram sendo patrimônio da família Leymarie.

A visão de Kardec sobre o Movimento Espírita era bem ampla: na Revue Spirite de janeiro de 1868, publicou as Estatísticas do Espiritismo, indicando 4 a 10 milhões de espíritas nos EUA, e 1 milhão na Europa, dos quais 600 mil na França. Somente em Paris foram identificados em 1869 mais de dez grupos organizados, além dos grupos familiares. Obviamente, Kardec incluía entre os espíritas os espiritualistas americanos e ingleses.

Publicou na Revue Spirite de abril de 1869 a “Profissão de Fé Espírita Americana”, comentando que a diferença entre as duas escolas se reduz a bem pouca coisa, embora não se tenham copiado, chegando quase ao mesmo resultado pela observação dos fenômenos. Kardec acrescentou: “Os espíritas do mundo inteiro terão princípios comuns, que os ligarão à grande família pelo laço sagrado da fraternidade, mas cuja aplicação poderá variar conforme as regiões, sem que, por isto, seja rompida a unidade fundamental, sem formar seitas dissidentes que se atirem a pedra e o anátema, o que seria antiespírita em alto grau. […] O espiritismo é uma questão de fundo; prender-se à forma seria uma puerilidade indigna da grandeza do assunto. Eis por que os diversos centros, que estiverem no verdadeiro espírito do espiritismo, deverão estender-se a mão fraterna e se unirem no combate aos seus inimigos comuns: a incredulidade e o fanatismo.”

Flammarion, aos 27 anos, aceitou o convite de pronunciar o discurso em homenagem a Allan Kardec no funeral no cemitério Montmartre. Ele elogiou “o bem senso encarnado” e seu trabalho pioneiro pelo estudo racional da espiritualidade e das forças naturais que agem ao nosso redor, constituindo um antídoto ao materialismo, ao ateísmo e as superstições religiosas. Ele destacou o papel consolador que o espiritismo já tinha realizado, mas também a necessidade de investigações científicas dos fenômenos de efeito físico. Flammarion recusou o convite para suceder a Allan Kardec na presidência da SPEE, alegando que a maioria dos espíritas viam no espiritismo uma religião, e não uma ciência.

Allan Kardec foi muito claro, mas qual é a situação do movimento espírita hoje, quase 160 anos depois?

Continua dividido, com personalismos, apego aos cargos, veleidades de hegemonia, quase sem contato com os espiritualistas modernos, com muita pouca pesquisa séria sobre os fenômenos, com muito pouca abertura aos dois terços da humanidade que não são cristãos. Fora da caridade, não há salvação. Acrescentaremos que fora da caridade, não haverá movimento digno da Doutrina Espírita.

(*) Charles Kempf é engenheiro, ex-presidente da Federação Espírita Francesa, ex-secretário-geral do Conselho Espírita Internacional e trabalhador no Mouvement Spirite Francophone.

DE: Dirigente Espírita, março/abril de 2026, USE-SP (copie e cole): https://usesp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/rdDE-211.pdf

 

DuBEM: Uma trajetória de fé, arte e perseverança na divulgação espírita

DuBEM: Uma trajetória de fé, arte e perseverança na divulgação espírita

    

Antonio Cesar Perri de Carvalho

Em 12 de janeiro de 2007, nascia a Rádio Espírita DuBEM e se expandiu da rádio à produção multimídia promovendo a Arte Espírita.

Embora contando com apoios de amigos, instituições espíritas e da espiritualidade, a iniciativa persistente é de Lirálcio Ricci, dedicado difusor da arte espírita e ele próprio excelente cantor, que se apresenta em vários eventos espíritas. É também diretor de artes da União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo.

Além do Canal DuBEM, consolidaram-se outras frentes de trabalho: Rádio Espírita DuBEM: programação contínua voltada à música e mensagens edificantes; DuBEM Records and Books: produção e distribuição de conteúdo musicais e literários; DuBEM Produções Artísticas: incentivo e realização de projetos culturais espíritas.

De 2019 até o final de 2025 manteve um estúdio no bairro da Mooca. Recentemente montaram e inauguram um novo estúdio, e funciona no bairro da Penha, em São Paulo. O novo espaço permite a presença de público, comportando cerca de 40 pessoas sentadas.

Lirálcio Ricci informou que atualmente, há programas diários: – Despertar da Consciência, segunda-feira, às 21h; – Evangelho DuBEM, terça-feira, às 21h; – Espiritismo com Arte, quarta-feira, às 21h; – Lirálcio canta ao vivo, quinta-feira, às 21h; – Sexta Musical, sexta-feira, às 21h; – Fonte Cristalina, sábado, às 20h; – Evaluir Feliz, 1º e 3º domingos, às 19h; – A Recuperação, 2º e 4º domingos, às 19h; – Revista Visão DuBEM, última quinta-feira do mês, às 21h; – Unilux, terceiro sábado do mês, às 15h.

A Rádio Espírita DuBEM, funciona 24 horas com músicas e mensagens espíritas.

Em março de 2026, completou seu terceiro ano de vida a revista digital mensal Visão DuBem. A coordenação e apresentação é de Sirlaine Ayala. Essa revista digital conta com participações gravadas de diversos expositores e autores espíritas e também apresenta grupos musicais.

No número 24, do dia 26/03/2026, essa Revista destacou o tema DOENÇAS E CURAS SEGUNDO O ESPIRITISMO, e os colunistas mergulham nos aspectos físicos, emocionais e espirituais das enfermidades, refletindo sobre como a Doutrina Espírita nos auxilia na busca da cura — ou na compreensão das dores e desafios que enfrentamos.

Nessa recente edição há a participação de:

- Marco Milani aborda os aspectos científicos, lembrando que, além das causas orgânicas, existem influências morais e reflexos de existências passadas no nosso equilíbrio atual.

- André Siqueira reforça a importância do cuidado com o corpo como instrumento do espírito em sua jornada evolutiva.

- Astrid Sayegh destaca a renovação espiritual como caminho para o fortalecimento e a cura integral.

- Quadro CAUSOS DE CHICO, com Francisco Cardec, trazendo uma emocionante mensagem mediúnica de Chico Xavier (1948): “Receita para melhorar”.

- Quadro MOVIMENTO 21, com Thiago Ariel, no tema: “EU NÃO CURTO A MINHA SKIN” — uma reflexão atual sobre autoestima e os desafios da autoaceitação no mundo hiperconectado.

- Cesar Perri – Epístolas de Paulo à luz do Espiritismo.

- Bárbara Bezerra – Comunicação não-violenta.

- Roberto Beletati – Prevenção ao consumo de álcool.

Informações sobre o canal DuBem:

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Site: canaldubem@gmail.com;

O novo estúdio funciona à Rua Enéas de Barros, 490 – casa 2, Penha, São Paulo.

Acesso à revista digital Visão DuBem (copie e cole):

https://www.youtube.com/live/VRO3si60SO0

 

A POSSE DO REINO

A POSSE DO REINO

“Confirmando os ânimos dos discípulos, exortando-os a permanecer na fé, e dizendo que por muitas tribulações nos importa entrar no reino de Deus.” — (ATOS, CAPÍTULO 14, VERSÍCULO 22.)

O Evangelho a ninguém engana, em seus ensinamentos.

É vulgar a preocupação dos crentes tentando subornar as forças divinas.

Não será, no entanto, ao preço de muitas missas, muitos hinos ou muitas sessões psíquicas que o homem efetuará a sublime aquisição de espiritualidade excelsa.

Naturalmente, toda prática edificante deve ser aproveitada por elemento de auxilio, no entanto, compete a cada individualidade humana o esforço iluminativo.

A Boa Nova não distribui indulgências a preço do mundo e a criatura encontra inúmeros caminhos para a ascensão.

Templos e instrutores se multiplicam e cada qual oferece parcelas de socorro ou assistência, no serviço de orientação; contudo, a entrada e posse na herança eterna se verificará através de justos testemunhos.

Isto não é acidental.

É medida lógica e necessária.

Não se improvisam estátuas raras, sem golpes de escopro, como não se colhe trigo sem campo lavrado.

Não poucos aprendizes costumam interpretar certas advertências do Evangelho por excesso de exortação ao sofrimento, no entanto, o que lhes parece obsessão pela dor é imperativo de educação da alma para a vida imperecível.

Homem algum encontrará o estuário infinito das energias divinas, sem o concurso das tribulações da Terra.

Personalidade sem luta, na Crosta Planetária, é alma estreita.

Somente o trabalho e o sacrifício, a dificuldade e o obstáculo, como elementos de progresso e auto-superação, podem dar ao homem a verdadeira notícia de sua grandeza.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Pão nosso. Cap. 159. FEB)

O filme “Benedita. Uma heroína invisível” em entrevista com seu produtor

O filme “Benedita. Uma heroína invisível” em entrevista com seu produtor  

O Centro Espírita Irmãos da Nova Era, localizado no bairro Santo Amaro, em São Paulo na tarde do dia 04 de abril entrevistou virtualmente Samuel Lalucci, de Araçatuba, produtor do filme “Benedita. Uma heroína invisível. O legado da superação”; Esse filme foi produzido por Lalucci Filmes e dirigido por Sirlei Nogueira, este último desencarnou em setembro de 2025.

Em entrevista conduzida por Inês Maria Jeziorny Gonçalves, Samuel Lalucci esclareceu sobre os preparativos e os bastidores das filmagens desse filme. Um docudrama sobre a vida e obra da pioneira Benedita Fernandes, que viveu em Araçatuba. Conta com depoimentos de pessoas que a conheceram e de lideranças espíritas, e, o enredo baseia-se no livro “Benedita Fernandes. A dama da caridade”, de Antonio Cesar Perri de Carvalho. Samuel também comentou sobre projetos novos em andamento.

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