Assistência social: visão sociológica e espírita

Assistência social: visão sociológica e espírita

O tema “Assistência social: espaço de convivência e educação” foi desenvolvido virtualmente por André Ricardo de Souza, na noite do dia 05 de maio de 2026, no estudo semanal “Espiritismo: das obras básicas, às vivências e visão de futuro”.

O expositor é professor de Sociologia da Religião da UFSCar; autor de pesquisas e livros sobre o tema focalizado, como “Dimensões identitárias e assistenciais do espiritismo” (Simões e Souza, Ed. Appris); e atuante em centro espírita paulistano.

O coordenador do estudo Cesar Perri interagiu formulando algumas questões com o convidado. A reunião foi conduzida por Pedro e Mirna Nakano, com apoio técnico de Kátia Golinelli.

Essas transmissões do Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo, de São Paulo, ocorrem às 20 horas das 3as feiras, pelo canal do You Tube do CCDPE, e conta com parcerias da Estação Dama da Caridade Benedita Fernandes/RAETV e da WebRadio Portal da Luz.

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Os desafetos desencarnados

Os desafetos desencarnados

Na reunião vespertina do dia 07 de maio no Grupo Espírita Casa do Caminho, em São Paulo, Célia Maria Rey de Carvalho proferiu palestra sobre o tema “desafetos desencarnados”, com base em O Evangelho segundo o Espiritismo (Cap. XII).

A reunião foi conduzida pelo presidente Régis Lang.

Acesso para a palestra:

 

Honrar pai e mãe

Honrar pai e mãe

O Centro Espírita Bezerra de Menezes, de Dianópolis (Tocantins), promoveu palestra virtual com Antonio Cesar Perri de Carvalho (São Paulo) sobre o tema “os pais na constelação familiar”.

O expositor fundamentou-se no capítulo “honrar pai e mãe” (cap. XIV de “O evangelho segundo o espiritismo”), complementando com várias obras que focalizam a família na visão espírita.

A reunião na noite do dia 07 de maio foi híbrida, com pessoas nas dependências do Centro acompanhando por uma tela montada, e foi coordenada por Igo Mamede e Maria Rocha.

Tratamento de obsessões

Tratamento de obsessões

“E até das cidades circunvizinhas concorria muita gente a Jerusalém, conduzindo enfermos e atormentados de espíritos imundos, os quais todos eram curados.” – (Atos, 5:16.)

A igreja cristã dos primeiros séculos não estagnava as idéias redentoras do Cristo em prataria e resplendores do culto externo.

Era viva, cheia de apelos e respostas.

Semelhante a ela, o Espiritismo evangélico abre hoje as suas portas benfeitoras a quem sofre e procura caminho salvador.

É curioso notar que o trabalho enorme dos espiritistas de agora, no socorro às obsessões complexas e dolorosas, era da intimidade dos apóstolos.

Eles doutrinavam os espíritos perturbados, renovando pelo exemplo e pelo ensino, não só os desencarnados sofredores, mas também os médiuns enfermos que lhes padeciam as influências.

Desde as primeiras horas de tarefa doutrinária sabe a alma do Cristianismo que seres invisíveis, menos equilibrados, vagueiam no mundo, produzindo chagas psíquicas naqueles que lhes recebem a atuação, e não desconhece as exigências do trabalho de conversão e elevação que lhe cabe realizar; os dogmas religiosos, porém, impediram-lhe o serviço eficiente, há muitos séculos.

Em plena atualidade, todavia, ressurgem os quadros primitivos da Boa Nova.

Entidades espirituais ignorantes e infortunadas adquirem nova luz e roteiro novo, nas casas de amor que o Espiritismo cristão institui, vencendo preconceitos e percalços de vulto.

O tratamento de obsessões, portanto, não é trabalho excêntrico, em nossos círculos de fé renovadora.

Constitui simplesmente a continuidade do esforço de salvação aos transviados de todos os matizes, começado nas luminosas mãos de Jesus.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Pão nosso. Cap. 175. FEB)

O diálogo entre a tradição judaica e a prática espírita em São Paulo

O diálogo entre a tradição judaica e a prática espírita em São Paulo

- Síntese de entrevista para Eliana Haddad do jornal Correio Fraterno -

Em entrevista concedida a Eliana Haddad, para o jornal espírita Correio Fraterno, a escritora Andréa Kogan comenta seu estudo da intersecção entre a tradição judaica e a doutrina espírita no Brasil, especialmente na cidade de São Paulo.

A entrevistada é Doutora em ciência da religião pela PUC-SP, tradutora e é referência acadêmica no estudo. Seu livro Espiritismo judaico (Ed. Labrador) traz o resultado da sua tese de doutorado que investigou como alguns judeus conseguem entrelaçar as raízes ancestrais do judaísmo aos princípios de Allan Kardec, realizando práticas espíritas em suas casas.

Em entrevista exclusiva ao jornal Correio Fraterno, ela, que é judia e estuda a doutrina espírita, compartilha sua experiência de observação, por mais de seis anos, de famílias judaicas paulistanas praticantes do espiritismo, bem como os desafios e a riqueza desses encontros, que retratam não apenas um recorte importante na sua vida acadêmica, mas o exemplo da boa convivência nos diálogos inter-religiosos.

Nesta síntese extraída do jornal citado, entre as interessantes respostas à entrevistadora, Andréa Kogan, esclarece:

“O judaísmo não é só religião. Pode ser uma cultura, uma nacionalidade, uma identidade, um povo etc. No Brasil vemos uma variedade de “crenças, espiritualidades, religiões”: uma pessoa vai à missa de manhã e a um terreiro à noite, por exemplo. No caso dos judeus, em determinados lugares, o espiritismo caminha lado a lado com o judaísmo. E tais praticantes dizem mesmo que são judeus e espíritas. […] O judaísmo é uma religião monoteísta. Os judeus acreditam num Deus único. Podemos entender que o judaísmo é considerado uma religião nos termos modernos, mas ele é muito mais. O judeu pode ser um judeu ateu, um judeu espírita, um judeu budista etc. É possível ser judeu por questão cultural, por identidade, e nem todos cumprem as normas da Torá. É um povo que caminha junto, que tem certos hábitos.”

Sobre a relação de judeus com o espiritismo, eis uns trechos:

“Os judeus com quem eu falei para elaborar meu estudo têm essas práticas pessoais dentro das suas casas e levam muito bem essa dualidade, porque já nasceram em lares espíritas. Vejo que a questão mais delicada é a mediunidade. Todos sabemos que a mediunidade não é fenômeno exclusivo espírita. […] a convocação dos mortos é a única coisa proibida pela Torá; qualquer tipo de necromancia. Há relatos bíblicos sobre isso, há literatura mística também, mas não é algo natural e aceito por todos. Até conheci pessoas judias não ortodoxas com mediunidade que chegaram a ir em reunião espírita, mas disseram: “não é para mim, porque a Torá me proíbe de fazer isso”. […] Sou filha de pais liberais em relação a esses assuntos. Fui criada num ambiente judaico, escola judaica e clube judaico, mas não num ambiente religioso fechado. Tudo era falado às claras. Aos 13 anos, li o livro do Roberto Muszkat [Quando se pretende falar da vida, GEEM]. Ele havia desencarnado aos 19 anos. Tinha acabado de entrar na faculdade de medicina para seguir a mesma carreira do pai. O doutor David Muszkat era amigo do meu pai e deu-lhe um exemplar desse livro. Li e fiquei muito impressionada com as 22 cartas do Roberto, psicografadas pelo Chico Xavier.”

Sobre a repercussão de seu livro entre judeus, comenta Andréa:

“A comunidade ortodoxa não vai ler meu livro, pois é uma “literatura laica, secular”. Ao fazer palestras em ambientes judaicos, algumas pessoas ficam talvez mais incomodadas. Mas é assim mesmo em todas as religiões e espiritualidades. Quando você trata destas questões delicadas, há sempre incômodos.”

Mas, Andréa considera que seu livro traz uma contribuição cultural para a sociedade:

“[…] porque falo da riqueza cultural, da diversidade brasileira, e precisamos tratar disso. Faz parte do brasileiro ter duplas ou múltiplas religiosidades. As pessoas se sentem legitimadas quando há um livro falando sobre o que elas vivem.”

Para Andréa Kogan, ao responder sobre os jovens:

“[…] a gente vê hoje até no cuidado com o vocabulário, quando preferem dizer que não têm religião, que têm espiritualidade. Não querem se comprometer. Isso é um fenômeno contemporâneo.”

Trechos de entrevista publicada em:

Correio Fraterno. Março-abril de 2026. P. 4-5.

Correio.News (copie e cole): 

https://correio.news/entrevista/o-dialogo-entre-a-tradicao-judaica-e-a-pratica-espirita-em-sao-paulo

 

CRÊ E SEGUE

CRÊ E SEGUE

Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo.” — Jesus. (JOÃO, CAPÍTULO 17, VERSÍCULO 18.)

Se abraçaste, meu amigo, a tarefa espiritista-cristã, em nome da fé sublimada, sedento de vida superior, recorda que o Mestre te enviou o coração renovado ao vasto campo do mundo para servi-lo.

Não só ensinarás o bom caminho.

Agirás de acordo com os princípios elevados que apregoas.

Ditarás diretrizes nobres para os outros, contudo, marcharás dentro delas, por tua vez.

Proclamarás a necessidade de bom ânimo, mas seguindo, estrada a fora, semeando alegrias e bênçãos, ainda mesmo quando incompreendido de todos.

Não te contentarás em distribuir moedas e benefícios imediatos.

Darás sempre algo de ti mesmo ao que necessita.

Não somente perdoarás.

Compreenderás o ofensor, auxiliando-o a reerguer-se.

Não criticarás.

Encontrarás recursos inesperados de ser útil.

Não deblaterarás.

Valer-te-ás do tempo para materializar os bons pensamentos que te dirigem.

Não disputarás inutilmente.

Encontrarás o caminho do serviço aos semelhantes em qualquer parte.

Não viverás simplesmente no combate palavroso contra o mal.

Reterás o bem, semeando-o com todos.

Não condenarás.

Descobrirás a luz do amor para fazê-la brilhar em teu coração, até o sacrifício.

Ora e vigia.

Ama e espera.

Serve e renuncia.

Se não te dispões a aproveitar a lição do Mestre Divino, afeiçoando a própria vida aos seus ensinamentos, a tua fé terá sido vã.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Pão nosso. Cap. 180. FEB).

Estados de alma

Estados de alma

Na reunião vespertina do dia 27 de abril no Grupo Espírita Casa do Caminho, em São Paulo, Célia Maria Rey de Carvalho proferiu palestra sobre o tema “estados de alma”, com base em O Evangelho segundo o Espiritismo (Cap. III).

A reunião foi conduzida por Sônia Sierra.

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Temas sobre a influência do organismo e a estranha moral de “odiar pais”

Temas sobre a influência do organismo e a estranha moral de “odiar pais”

Na reunião pública matinal no dia 26 de abril, na Instituição Nosso Lar, em Araçatuba, Paulo Sérgio Perri de Carvalho discorreu sobre o item “odiar pais” de “O Evangelho Segundo o Espiritismo” (Capítulo 23). Rose Meire de Oliveria focalizou “a influência do organismo” com base em “O Livro dos Espíritos” (Questões 367 a 370).

A reunião foi transmitida pelo canal da Instituição e pela Estação Dama da Caridade Benedita Fernandes.

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Bem e Mal Sofrer

Bem e Mal Sofrer

No estudo de “O Evangelho segundo o Espiritismo”, na noite do dia 27 de abril, a convidada Deusa Samu focalizou no Capítulo V – Bem-aventurados os aflitos, os itens: Bem e Mal Sofrer; O Mal e o Remédio; A felicidade não é deste mundo. Foi apresentada pelo presidente Pedro Nakano.

A reunião é presencial e transmitida pela internet, na sede do Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo de São Paulo, às 2as feiras, 20 horas. Em seguida há passes.

O Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo Eduardo Carvalho Monteiro, de São Paulo localiza-se na Alameda dos Guaiases, 16 – Indianópolis/Planalto Paulista, São Paulo.

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Entrevista sobre Evangelho com simplicidade

Entrevista sobre Evangelho com simplicidade

O tema Evangelho com simplicidade foi o roteiro para entrevista com Cesar Perri (São Paulo), feita por Américo Nunes (Rio de Janeiro), noite do dia 27 de abril. O entrevistado é autor do livro “Evangelho com simplicidade” (Casa Editora O Clarim).

Foi transmitida pela TV Nova Luz – Grupo Espírita Recanto da Prece, Rádio Portal da Luz, Web Rádio Fraternidade, e parceiros.

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https://www.youtube.com/live/H87D-_jox_o