NINGUÉM SE RETIRA

NINGUÉM SE RETIRA

“Respondeu-lhe Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? tu tens as palavras da vida eterna.” — (JOÃO, CAPÍTULO 6, VERSÍCULO 68.)

A medida que o Mestre revelava novas características de sua doutrina de amor, os seguidores, então numerosos, penetravam mais vastos círculos no domínio da responsabilidade.

Muitos deles, em razão disso, receosos do dever que lhes caberia, afastaram-se, discretos, do cenáculo acolhedor de Cafarnaum.

O Cristo, entretanto, consciente das obrigações de ordem divina, longe de violar os princípios da liberdade, reuniu a pequena assembléia que restava e interrogou aos discípulos: – Também vós quereis retirar-vos? – Foi nessa circunstância que Pedro emitiu a resposta sábia, para sempre gravada no edifício cristão.

Realmente, quem começa o serviço de espiritualidade superior com Jesus jamais sentirá emoções idênticas, a distância d'Ele. A

sublime experiência, por vezes, pode ser interrompida, mas nunca aniquilada.

Compelido em várias ocasiões por impositivos da zona física, o companheiro do Evangelho sofrerá acidentes espirituais submetendo-se a ligeiro estacionamento, contudo, não perderá definitivamente o caminho.

Quem comunga efetivamente no banquete da revelação cristã, em tempo algum olvidará o Mestre amoroso que lhe endereçou o convite.

Por este motivo, Simão Pedro perguntou com muita propriedade: — Senhor, para quem iremos nós?

É que o mundo permanece repleto de filósofos, cientistas e reformadores de toda espécie, sem dúvida respeitáveis pelas concepções humanas avançadas de que se fazem pregoeiros; na maioria das situações, todavia, não passam de meros expositores de palavras transitórias, com reflexos em experiências efêmeras.

Cristo, porém, é o Salvador das almas e o Mestre dos corações e, com Ele, encontramos os roteiros da vida eterna.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Pão nosso. Cap. 151. FEB).

 

COMO O ESPÍRITA DEVE VER A SOCIEDADE

COMO O ESPÍRITA DEVE VER A SOCIEDADE

Aylton Paiva

A Vida social está em a natureza? – Certamente. Deus fez o homem para viver em sociedade. Não lhe deu inutilmente a palavra e todas as outra faculdades necessária à vida de relação. (1)

O espírita não deve ver a sociedade conforme suas opiniões , mas de acordo com os princípios da Filosofa Espiritualista Espírita, contida em O livro dos espíritos, codificado por Allan Kardec, em sua 3ª Parte Das Leis Morais – Da Lei de sociedade. O ser humano não é um ser perfeito e completo, portando ele precisa da união social a fim de que um possa ajudar o outro, conforme informação dos Mentores Espirituais, acima citado. “ Não se justifica o isolamento social, seja por alegado fim religioso( asceta, ermitão, etc.) seja para usufruir os bens materiais sem que tenha de se relacionar com outras pessoas; residir em uma ilha isolada, por exemplo.” (2)

Assim, torna-se evidente que toda pessoa tem um compromisso com a sociedade em que vive. Deve compreender sua função nessa sociedade, dela participando e dando sua contribuição de acordo com suas possibilidades intelectuais, sentimentais e morais. “O espírita, pelo conhecimento que tem da Doutrina Espírita, especialmente Das Leis Morais, 3ª Parte do mencionado O livro dos espíritos tem o dever de participar ativa e conscientemente na sociedade em que vive, agindo para que os valores ético espíritas se realizem na sociedade humana.” (3)

Conforme já citado, os Mentores Espirituais da codificação do Espiritismo alertam firmemente que os seres humanos precisam uns dos outros, daí a necessidade de viver em sociedade. “ O homem tem necessidade de progredir, de desenvolver suas potencialidades e isso ele só pode fazer em sociedade e é necessário que a sociedade esteja estruturada a fim de que todos que a compõem tenham tal possibilidade. O progresso do homem, tanto em seu aspecto da vida material quanto da vida espiritual, é uma imposição do Criador à vida. Ele necessita relacionar-se com seu semelhante para criar os bens indispensáveis ao seu aprimoramento. Esse relacionamento social, no entanto, deve ser inspirado pelo amor entre os seres, pela fraternidade que implica no exercício da justiça.” (4).

Para essa convivência o espírita deve, portanto, buscar os valores morais contidos no Evangelho de Jesus, clarificados pela Filosofia Espiritualista Espírita contida na sua obra básica O livro dos espíritos, organizada por Allan Kardec. Para uma vivência coerente, o espírita precisa compreender e agir, na sociedade, conforme esses valores morais e não de acordo com doutrinas, filosofias materialistas, e mesmo suas opiniões e palpites pessoais, que confrontam tais valores. Por isso, é muito importante que em momentos como estamos vivendo no Brasil, época de eleição de candidatos aos cargos dos Poderes Legislativo e Executivo esse amor nos leve a escolher os pretendentes pelos critérios que a Ética da Filosofia Espírita nos indica, como os anteriormente citados.

Referência bibliográfica:

(1) O livro dos espíritos, de Allan Kardec, editora FEB, edição 87ª.

(2) O Espiritismo e a Política – Contribuições para a evolução do ser e da sociedade. Capítulo 7, pág. 63.

(3) Idem, pág. 63.

(4) Idem, pág. 64.

DE:

Boletim diário de Notícias do Movimento Espírita, 06 de junho de 2026 (copie e cole):

https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/JUNHO/06-06-2026.htm

A verdadeira propriedade

A verdadeira propriedade

Na reunião vespertina do dia 04 de junho no Grupo Espírita Casa do Caminho, em São Paulo, Célia Maria Rey de Carvalho proferiu palestra sobre o tema “a verdadeira propriedade”, com base em itens do capítulo XVI de “O Evangelho segundo o Espiritismo”.

A reunião foi dirigida pelo presidente Régis Lang e Elizabeth Baltazar.

Acesse pelo link:

 

 

Homenagem ao aniversário de Nosso Lar em Centro de Araçatuba

Homenagem ao aniversário de Nosso Lar em Centro de Araçatuba

Nas dependências do Centro Espírita Luz e Fraternidade, de Araçatuba, ocorreram comemorações pelos 65 anos de inauguração da Instituição Nosso Lar, origem do local anfitrião.

Na noite do dia 03 de junho, Cesar Perri (de São Paulo) proferiu palestra pública e transmitida pela internet, focalizando os momentos prévios e os anos iniciais da Instituição aniversariante, com sua participação então adolescente e jovem, acompanhando os fundadores de Nosso Lar, a médium Emília Santos, tio Rolandinho e sua genitora Bebé. Juntamente com os dois últimos, o expositor foi um dos fundadores desse Centro anfitrião em 1972.

A reunião foi dirigida pelo seu irmão Paulo Sérgio Perri de Carvalho, atual vice-presidente.

No dia 04, feriado, houve almoço de confraternização de dirigentes e colaboradores de Nosso Lar, no salão de eventos do Centro Espírita Luz e Fraternidade, com música vivo. Público numeroso, recepcionado elo presidente Walter Perri Cefaly Júnior.

No domingo haverá palestra comemorativa pelo mesmo expositor na tradicional reunião matutina na sede da Instituição Nosso Lar.

Acesse a palestra pelo link:

 

 

O idoso no Centro Espírita

O idoso no Centro Espírita

O tema “o idoso nas atividades espíritas” foi desenvolvido virtualmente por Cesar Perri, na noite do dia 02 de junho de 2026, no estudo semanal “Espiritismo: das obras básicas, às vivências e visão de futuro”.

O expositor citou obras básicas de Kardec, algumas psicografadas por Chico Xavier, “O idoso no centro espírita”, de autoria de Maria Aparecida Valente e Elaine Ramazzini (Ed. USE-SP), comentou legislações vigentes e o contexto de crescimento das faixas de idosos e longevos.

A reunião foi conduzida por Pedro e Mirna Nakano, com apoio técnico de Sidney Zaluchi (da USE-SP).

Essas transmissões do Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo, de São Paulo, ocorrem às 20 horas das 3as feiras, pelo canal do You Tube do CCDPE, e conta com parcerias da Estação Dama da Caridade Benedita Fernandes/RAETV e da WebRadio Portal da Luz.

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Relações entre pais e filhos

Relações entre pais e filhos

Na reunião vespertina do dia 02 de junho no Grupo Espírita Casa do Caminho, em São Paulo, Cesar Perri proferiu palestra sobre o tema “piedade filial”, com base em itens do capítulo XIV de “O Evangelho segundo o Espiritismo”. A reunião foi dirigida por Inês Bareia.

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Orgulho e a missão da inteligência

Orgulho e a missão da inteligência

No estudo semanal de “O Evangelho segundo o Espiritismo”, com exposições de Cesar Perri, na noite do dia 01 de junho, concluiu-se o Capítulo VII – Bem-aventurados os pobres de espírito, comentando sobre o orgulho e a missão do homem inteligente na Terra.

A reunião é presencial e transmitida pela internet, na sede do Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo de São Paulo, às 2as feiras, 20 horas. Em seguida há passes.

O Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo Eduardo Carvalho Monteiro, de São Paulo localiza-se na Alameda dos Guaiases, 16 – Indianópolis/Planalto Paulista, São Paulo.

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Temas sobre divulgação e esquecimento do passado

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Temas sobre divulgação e esquecimento do passado

Na reunião pública matinal no dia 31 de maio, na Instituição Nosso Lar, em Araçatuba, Paulo Sérgio Perri de Carvalho discorreu sobre o item “candeia sob o alqueire” de “O Evangelho Segundo o Espiritismo” (Capítulo 24). Paulo Cacciatori com base em “O Livro dos Espíritos” (Questões 392a 399) expôs sobre o tema ”esquecimento do passado”.

A reunião foi transmitida pelo canal da Instituição e pela Estação Dama da Caridade Benedita Fernandes.

Acesse pelo link (copie e cole):

https://www.youtube.com/watch?v=RC8KAbcGH_k&t=1671s

 

 

 

Reunião presencial do estudo “Das obras básicas às vivências e visão de futuro”

Reunião presencial do estudo “Das obras básicas às vivências e visão de futuro"

Na sede do Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo, em São Paulo, na tarde do dia 30 de maio, houve reunião presencial com participantes do estudo “Espiritismo – das obras básicas às vivências e visão de futuro”. Faz parte da programação reuniões mensais presenciais de síntese de fase para diálogos sobre os temas focalizados.

O coordenador do programa Cesar Perri conduziu os diálogos sobre os temas estudados nas reuniões virtuais entre abril e maio: Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas;A experiência de Kardec com suas viagens; Consolador da Humanidade; Jesus a porta, Kardec a chave; Centro – escola de almas; Metodologia do Espaço de Convivência, Criatividade e Educação pelo Trabalho; Vivência em família; Crianças no centro espírita, influências espirituais e obsessão na infância.

Houve atuação informal de vários participantes do programa. Elizabeth Gabriel fez a prece de abertura; no final ocorreram alguns informes espirituais e a prece de encerramento foi feita por Fran Maria da Cruz e pelo coordenador do estudo.

O presidente Pedro Nakano compareceu ao evento, e houve o apoio de Lúcia para a preparação da recepção e do lanche servido na confraternização final.

As transmissões desse estudo ocorrem às 20 horas das 3as feiras, pelo canal do You Tube do CCDPE, e conta com parcerias da Estação Dama da Caridade Benedita Fernandes/RAETV e da WebRadio Portal da Luz.

A próxima reunião teórico-prática presencial será no dia 11 de julho (sábado).

Compreendamos

Compreendamos

Sacrifícios, e ofertas, e holocaustos e oblações pelo pecado não quiseste, nem te agradaram” – Paulo. (Hebreus, 10:8.)

O mundo antigo não compreendia as relações com o Altíssimo, senão através de suntuosas oferendas e pesados holocaustos.

Certos povos primitivos atingiram requintada extravagância religiosa, conduzindo sangue humano aos altares.

Tais manifestações infelizes vão-se atenuando no cadinho dos séculos; no entanto, ainda hoje se verificam lastimáveis pruridos de excentricidade, nos votos dessa natureza.

O Cristianismo operou completa renovação no entendimento das verdades divinas; contudo, ainda em suas fileiras costumam surgir absurdas promessas, que apenas favorecem a intromissão da ignorância e do vício.

A mais elevada concepção de Deus que podemos abrigar no santuário do espírito é aquela que Jesus nos apresentou, em no-Lo revelando Pai amoroso e justo, à espera dos nossos testemunhos de compreensão e de amor.

Na própria Crosta da Terra, qualquer chefe de família, consciencioso e reto, não deseja os filhos em constante movimentação de ofertas inúteis, no propósito de arrefecer-lhe a vigilância afetuosa.

Se tais iniciativas não agradam aos progenitores humanos, caprichosos e falíveis, como atribuir semelhante falha ao Todo Misericordioso, no pressuposto de conquistar a benemerência celeste?

É indispensável trabalhar contra o criminoso engano.

A felicidade real somente é possível no lar cristão do mundo, quando os seus componentes cumprem as obrigações que lhes competem, ainda mesmo ao preço de heróicas decisões.

Com o Nosso Pai Celestial, o programa não é diferente, porque o Senhor Supremo não nos pede sacrifícios e lágrimas e, sim, ânimo sereno para aceitar-lhe a vontade sublime, colocando-a em prática.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Pão nosso. Cap. 48. FEB)