SOLIDARIEDADE

SOLIDARIEDADE

“Alegrai-vos com os que se alegram e chorai com os que choram.” – Paulo. (ROMANOS, 12:15.)

Realmente, na Terra, é mais fácil chorar com os que choram.

Em muitas circunstâncias, mágoas alheias servem de consolação para nossas mágoas.

Quem carrega fardos enormes como que nos estimula a suportar os estorvos leves.

Num desastre qualquer, que nos teria colhido, inclinamo-nos, comovidamente, para as vítimas, guardando, muita vez, a ilusão de que fomos agraciados por Deus, como se a responsabilidade de moratórias e empréstimos, que nos são concedidos pela Misericórdia Divina, dentro da Lei, fosse para nós regime de favoritismo e exceção.

Ajudar aos que se encontram em provocações maiores que as nossas é caridade sublime; no entanto, é forçoso reconhecer que aconselhar paciência aos que choram, na posição de superiores tranqüilos, é o mesmo que falar à margem de um problema, sem estar dentro dele.

Com isso, não queremos diminuir o valor da beneficência.

Sem ela, nossas mãos se fariam garras de usura e o egoísmo transformaria a Terra num manicômio.

Desejamos simplesmente afirmar que é mais fácil chorar com os que choram, que alegrar-se alguém com os que se alegram; porquanto, ajudar com o pão ou com a alegria que nos sobram é ato que podemos realizar sem dificuldade, ao passo que, para regozijar-se com o regozijo dos outros, sem qualquer ponta de inveja ou despeito, é preciso trazermos suficiente amor puro no coração.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Palavras de vida eterna. Cap. 92. Uberaba: CEC).

Teatro – Allan Kardec, o cientista do infinito

Teatro: "A história nunca contada de Allan Kardec, O cientista do infinito"

Dia 8 de Fevereiro, estréia "A história nunca contada de Allan Kardec, O cientista do infinito".

O espetáculo é baseado em cartas e documentos inéditos do projeto Cartas de Kardec, além de ter a consultoria do pesquisador e autor do livro de sucesso Autonomia- A História Jamais Contada do Espiritismo, Paulo Henrique de Figueiredo. Com texto e direção de Alan Moraes, mesmo diretor de Paulo e Estêvão, o espetáculo promete surpreender o público com diversos fatos inéditos. Em meio à guerras e ditaduras, a Europa do séc. XIX é marcada pela história de um cientista. Seu interesse em desvendar o que havia por trás dos fenômenos das mesas girantes o despertou para uma nova ciência que viria responder a questões filosóficas sobre vida e a morte. Sua pesquisa foi a chave da consciência para a evolução espiritual. Um homem que abdicou de seus sonhos pessoais, sofreu críticas, mas ao mesmo tempo ganhou o apoio e o respeito de milhões de pessoas por todo o mundo.

Baseado em documentos recém revelados, surge "A história nunca contada de Allan Kardec, o cientista do infinito". Uma intrigante história de amor, dedicação, superação e liberdade que nos revela um homem e sua esposa em busca de respostas, acima de todos os interesses, deixando para a humanidade as revelações sobre as verdadeiras leis da Vida.

Serviço Espetáculo:

A História Nunca Contada de Allan Kardec, O Cientista do Infinito

Temporada: De 8 de fevereiro até 28 de março

Dia e horário: Sábados, 19h30

Local: Teatro Ruth Escobar – Rua dos Ingleses, 209 – Bela Vista, São Paulo

Texto e direção: Alan Moraes e consultoria de Paulo Henrique de Figueiredo

Ingressos pelo TUDUS:https://bit.ly/2YKQk0j

Agendamentos para grupos: amoentretenimento@gmail.com

80 anos do Centro Espírita Amor e Caridade, em Biriguí

80 anos do Centro Espírita Amor e Caridade, em Biriguí

Com a casa completamente lotada, foram comemorados os 80 anos de existência do Centro Espírita “Amor e Caridade”, fundado por dois pioneiros do espiritismo em Biriguí/SP: Linda Dias de Almeida e seu esposo João Dias de Almeida. Atualmente, sua filha Nancy é a dirigente. A palestra foi proferida por Paulo Sérgio Perri de Carvalho (de Araçatuba) que rememorou a história da casa e de seus fundadores. Neste Centro foram frequentadores assíduos nos anos 1960: os irmãos Rolando e Josefina Perri Cefaly de Carvalho e Cesar Perri, que residiam em Araçatuba.

Leia sobre Dona Linda Dias de Almeida http://www.feparana.com.br/topico/?topico=2808

e João Dias de Almeida nos links: http://www.universoespirita.org.br/catalogo/literatura/textos/ISMAEL%20GOBI/obras_de_vultos/joao_dias_de_almeida.htm

(Nota de Cidinha Michelin em NOTICIAS ESPÍRITAS: http://www.noticiasespiritas.com.br/2020/JANEIRO/30-01-2020.htm)

Imigrantes na atuação espírita

Imigrantes na atuação espírita

Antonio Cesar Perri de Carvalho

A matéria do jornal "O Estado de São Paulo"1 que focalizou o casal Yvette e Gyorgy Galfi, sobre a fuga do nazismo e o recomeço no Brasil, e o fato de que foram trabalhadores do Grupo Espírita Casa do Caminho e hoje atuam em um núcleo menor, a Casa da Prece, na mesma região da capital paulista, trouxe-nos à lembrança da fisionomia de Gyorgy, em reuniões. A publicação suscitou-nos a evocação sobre a participação de imigrantes nas atividades espíritas do país.

Apenas destacando vultos com cidades e instituições que colaboramos, veio à nossa mente uma quantidade enorme de imigrantes ou descendentes que assumiram posições de destaque no movimento espírita. E, sem nos referimos à ascendência lusa, vinculada à colonização do país.

Na nossa cidade natal, Araçatuba, predominaram descendentes de italianos, claramente compreensível pelo grande contingente de imigração que ocorreu no final do século XIX no Estado de São Paulo. Convivemos com descendentes de pioneiros, de origem italiana, como Bergamaschi, Dall´Oca, Pagan, Protetti; de origem espanhola, Sallas. Mas ali se destacou Benedita Fernandes que por ser descendente de escravos libertos, embora de maneira forçada é proveniente de povos africanos.

Junto à Casa Editora O Clarim, o personagem marcante Cairbar Schutel era descendente de suíços.

Na capital paulista em nosso período de gestão junto à União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo, também predominavam descendentes de italianos.

Aliás, entre os ex-presidentes, os sobrenomes, além do nosso, denotavam a origem de outras plagas, como: Armond, Masotti, Schilliró, Campanini, Nezu…

Na Federação Espírita Brasileira onde atuamos durante alguns anos, lembramos de sobrenomes de ex-presidentes, além do nosso, e que apontam a origem próxima de outros países, como: Guillon, Thiesen e Masotti. Mas ali foi atuante um tesoureiro: Frederico Figner (Irmão Jacó), de família judaica. Igualmente de mesma origem, um grande colaborador da Editora da FEB, o Salomão Mizrahy.

Entre os expositores espíritas, chegamos a conhecer nos anos 1960, o grande tribuno Jacob Hollzman Neto; desse período de mocidade espírita, também de Ismael Gobbo e Felipe Salomão; nutrimos amizade e muito intercâmbio com Alexandre Sech, José Jorge, Newton Boechat, Marlene Rossi Severino Nobre e Enrique Baldovino, e, em nossos dias convivemos com a expositora Suely Schubert.

Essas são algumas ilustrações, uma pequena amostragem que demonstra como os imigrantes e seus descendentes se envolveram com o movimento espírita.

O Brasil é um país de dimensão continental e na sua formação tem características multiculturais e procura recepcionar, cada vez mais, imigrantes de vários continentes. A proposta de se evitar endogenias e preconceitos de origens, abrindo-se oportunidades a todos, está na base para o cultivo de um espírito de fraternidade. Sabe-se que esta é a missão do Brasil no concerto das nações. E, naturalmente, deve estar presente na seara espírita. Sem dúvida, no ambiente interno do país, com cuidados para se evitar resistências às pessoas em função de suas origens de Estados e de regiões.

A propósito, destacamos duas frases de Emmanuel como sugestões para reflexões:

“Suponho que o Cristianismo não atingirá seus fins, se esperarmos tão só dos israelitas anquilosados no orgulho da Lei. Jesus afirmou que seus discípulos viriam do Oriente e do Ocidente.”2

“ `Espírita´ deve ser o nome de teu nome, ainda mesmo respires em aflitivos combates contigo mesmo.”3

Referências:

1) Tranches, Renata Tranches. Auschwitz, 75 anos. Fuga dos nazistas e recomeço no Brasil. O Estado de São Paulo. Caderno A-1. São Paulo, 26/01/2020.

2) Xavier, Francisco Cândido. Pelo Espírito Emmanuel. Paulo e Estêvão. 2a Parte, Cap. 1. Brasília: FEB.

3) Xavier, Francisco Cândido. Pelo Espírito Emmanuel. Religião dos espíritos. ed. esp. Cap. 80. Brasília: FEB.

(Foi dirigente espírita em Araçatuba, presidente da USE-SP e da FEB)

Casal sobrevivente do Holocausto atua em Centro em São Paulo

Casal sobrevivente do Holocausto atua em Centro em São Paulo

O casal Yvette e Gyorgy Galfi, que foram focalizados pelo jornal "O Estado de São Paulo", matéria sobre a fuga do nazismo e o recomeço no Brasil (São Paulo, edição de 26/01/2020), foram trabalhadores do Grupo Espírita Casa do Caminho e hoje atuam em um núcleo menor, a Casa da Prece, na mesma região da capital paulista. Matéria divulgada por Glória Martins Miranda, colaboradora do G.E. Casa do Caminho (https://www.facebook.com/cesar.perridecarvalho)

OPEREMOS

OPEREMOS

“…Operai a vossa salvação…”-Paulo. (Filipenses, 2:12)

Salvar quer dizer "guardar, preservar, livrar-se do perigo…"

Operar significa "agir, efetuar, executar…"

O apóstolo induz-nos a refletir sobre o imperativo do próprio esforço na elevação espiritual, como a dizer-nos que o Criador não dispensa a cooperação do homem nas edificações da vida.

E, em verdade, nas faixas mais simples da Natureza vemos semelhante princípio dominar, claro e metódico.

Deus concede ao homem a gleba que produzirá o pão, contudo não lhe dispensará o concurso na lavoura frustescente; confere-lhe as vantagens da biblioteca preciosa, mas reclama-lhe a aplicação pessoal na conquista do conhecimento; cede-lhe o bloco de mármore puro, entretanto exige-lhes suor e atenção no buril, para que a obra-prima de estatuária se expresse, vitoriosa…

Assim também a colaboração humana jamais será excluída na solução dos problemas de natureza espiritual.

Jesus opera em nós o amor ao bem e as disposições renovadoras da fé, acrescentandonos a sede de luz; no entanto cabe-nos operar, por nossa vez, a transformação de nossa existência e de nossa alma, a fim de que os valores do céu nos sublimem a vida.

O Senhor, para ajudar-nos, não prescindirá do auxílio que devemos a nós mesmos.

O Mestre acendeu à luz no caminho. Mobiliza tua alma ao encontro Dele.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Segue-me. Matão: O Clarim)

 

Violência doméstica é tema de revista de Direito 

Violência doméstica é tema de revista de Direito 

A revista semestral "Direito e Espiritualidade", editada pela Associação Jurídico Espírita do Brasil, em seu número de julho/dezembro de 2019 focaliza em artigo e na capa o tema "Violência doméstica. Realidade social,prevenção e a contribuição espírita". O artigo é de autoria de Donizete Pinheiro, Juiz de Direito aposentado e autor de obras espíritas.

A revista também destaca temas como: Ética e moral em debate, e, Paulo de Tarso, exemplo para os operadores do Direito.

Entre os colaboradores: André Marouço, Danilo Villela, Marcus Vinícius Severo da silva, Maria Auxiliadora Santos Essado, Tiago Cintra Essado, Kildare de Medeiros Gomes Holanda, Amauri Ferrari Paroni, Ercília Zilli, Chistiano Torchi, Antonio Cesar Perri de Carvalho e Júlia Nezu.

Informações:

www.ajebrasil.org.br

secretaria@ajebrasil.org.br

facebook.com/juridicoespiritabrasil

Violência Doméstica-Rev.Esp.eDireito

466 anos de São Paulo com visita e artigo

466 anos de São Paulo com visita e artigo

Às vésperas do dia 25 de janeiro, quando a cidade de São Paulo completa 466 anos, visitamos a região onde ela foi fundada. O casal Célia e Cesar Perri e o filho Flávio ciceronearam Danilo Oliveira Silva, um dos dirigentes da Casa Espírita Francisco Cândido Xavier, de Vitória da Conquista (Bahia), para conhecer o Pátio do Colégio, onde há um museu e o busto do fundador padre Manuel da Nóbrega, e, a Praça da Sé, onde há monumento em homenagem ao Apóstolo Paulo.

Acesse artigo sobre a relação entre história da fundação da cidade com os relatos de Chico Xavier sobre Manuel da Nóbrega:

Copie e cole: http://grupochicoxavier.com.br/sao-paulo-fundada-em-homenagem-ao-apostolo/

Casa do Caminho sem férias

Casa do Caminho sem férias

No Grupo Espírita Casa do Caminho, Vila Clementino, em São Paulo, não houve período de férias. As reuniões e atividades foram mantidas. Entre os expositores: Régis Lang e o casal Célia e Cesar Perri. E com momentos de confraternização e a reunião do "Evangelho para o trabalhador".