Espiritismo e Evangelho

Espiritismo e Evangelho

Decididamente, o Espiritismo é o movimento libertador das consciências em sua gloriosa tarefa de reestruturar o mundo.

A princípio, a ciência experimentou-o. Em seguida, a filosofia codificou-lhe os princípios. Agora, porém, urge cristianizar-lhe os princípios.

-o-

Não basta desvelar o horizonte, nem doutrinar a multidão para a grande jornada. É imperioso traçar um roteiro de trabalho e cumpri-lo, para que não alcancemos a eminência do monte, desconhecendo a luz e a grandeza do serviço que nos cabe desenvolver, junto a ela. Eis porque, na curva descendente da civilização em que vivemos, clamamos pelo cultivo da Sementeira Divina do próprio homem, para que se lhe desate no coração a sagrada herança de amor e sabedoria.

-o-

A hora é naturalmente grave pelas nuvens de incompreensão que turvam os dias porvindouros. Não nos cansaremos de repetir a advertência, porque o sábio da desintegração atômica ainda se acha envenenado pelo vírus da hegemonia política; a inteligência que se eleva com asas metálicas à imensidão do firmamento estuda os processos mais eficazes de operar a destruição em baixo, e o raciocínio que escreve páginas comovedoras nem sempre se levanta para o idealismo superior.

-o-

Antigamente, o laboratório poderia pesquisar sozinho e a academia justificava a exclusividade do ministério da discussão. Hoje, contudo, meus amigos, a Doutrina Consoladora exige a aliança de todos os valores para que o cérebro e o coração permaneçam a serviço do Cristo, na obra da fraternidade e da paz.

-o-

Em verdade, nenhum de vós outros alegará desconhecimento, com respeito às tempestades renovadoras que se aproximam. Ninguém pode prever o curso da negra torrente do ódio e da incompreensão no Planeta, em face do movimento apocalíptico que esboça nos caminhos do mundo…

-o-

Em razão disso, a meditação com aproveitamento das horas, na construção dos alicerces do Terceiro Milênio, constitui imperativo fundamental do esforço moderno em todos os bastidores espiritualistas da atualidade.

-o-

É necessário estender mais luz em derredor da senda humana. O Espiritismo descortina. O Evangelho, contudo, orienta. O Espiritismo informa. O Evangelho, todavia, ilumina. O Espiritismo entusiasma. O Evangelho, porém, santifica. O Espiritismo leciona. O Evangelho, no entanto, define.

-o-

É preciso enfrentar o problema de nossa própria luta regenerativa para que a renovação interior se processe segura e definitiva.

-o-

Nos primórdios da Causa, era natural que a pergunta sistematizada e o conflito verbal dominassem as fontes da revelação, mas nos tempos que correm é imprescindível que o manancial do bem dimane cristalino do centro de nós mesmos a benefício do mundo.

-o-

Antes do conhecimento iluminativo, compreendia-se o impulso com que nos abeirávamos do Plano Superior, sentindo-nos famintos da graça e esperando que o Senhor no-la dispensasse, à maneira de um rei terrestre em sua carruagem de púrpura e flores, cercada de mendigos.

-o-

Entretanto, nos dias abençoados que vos assinalam a experiência purificadora, é indispensável preparar a acústica do ser, para que ouçamos a voz do Céu, que nos pede o coração de modo a consagra-lo ao serviço redentor da Humanidade.

-o-

Assim, pois, meus amigos, indagando ou ensinando, crendo ou investigando, estudando ou discutindo, não nos esqueçamos, em Jesus, da religião do sacrifício, com a inteligência evangelizada, convertendo as nossas mãos pelo trabalho incessante, na fraternidade e na sublimação do mundo, em asas de sabedoria e de amor para a Vida Imortal.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Doutrina de Luz. São Bernardo do Campo: GEEM).

A pequena Louise, filha adotiva de Hyppolite Léon Denizard Rivail e de Amélie Boudet

A pequena Louise, filha adotiva de Hyppolite Léon Denizard Rivail e de Amélie Boudet

Charles Kempf (*)

Houve muitas especulações sobre a questão: porque Hyppolite Léon Denizard Rivail e Amélie Boudet não tiveram filhos? Até mesmo a afirmação de que teriam concluído um pacto de abstinência… Os documentos originais encontrados recentemente lançaram luz sobre essa questão.

Em primeiro lugar, o casamento deles data de quinta-feira, 9 de fevereiro de 1832. Naquele dia, Hyppolite tinha 27 anos e Amélie 36 anos, o que era muito para a época. Também, na época de seu casamento, Hyppolite era "soldado do 61º Regimento de Infantaria de Linha, guarnecido em Rouen, Departamento do Sena Inferior". Seu contrato de casamento não menciona nenhum pacto de abstinência.

Em uma carta de Hyppolite dirigida a Amélie, datada de 20 de agosto de 1834, depois de uma viagem de carruagem de Paris a Lyon,onde Hyppolite ia visitar sua tia paterna Reine Matthevot (nascida Rivail), ele fala “das comodidades da viagem": "Na maior parte do caminho, tive o prazer de ter a companhia de uma criança de um ano no carro que, por seus gritos e cheiros, nos ofereceu uma pequena repetição da tarefa e me fez desfrutar antecipadamente dos encantos da paternidade;"

Não há dúvida de que Hyppolite e Amélie consideraram a paternidade, mas a natureza provavelmente não lhes permitiu ter um filho natural.

Mas em outra carta de Hyppolite a Amélie, datada de 23 de agosto de 1841, quando Hyppolite estava novamente em Lyon para o funeral de sua tia Reine Matthevot, ele escreveu: "Abrace bem a minha pequena Louise, cuja escrita me fez muito prazer." Em uma carta de 9 de outubro de 1841, de Paris a Château du Loir (lar dos pais de Amélie, onde Hyppolite e Amélie costumavam ficar de veraneio), Hyppolite escreve: "Beije minha pequena Louise por mim."

Em outra de 12 de outubro de 1841, Hyppolite escreveu mais especificamente: "Eu queria consultar Mariette esta manhã para saber o que se deveria fazer por Louise em caso de dificuldade, mas ela não retornou há dois dias; eu sei onde ela está, mas é um pouco longe; e seria difícil não dizer impossível vê-la a tempo. Se, no entanto, alguma coisa acontecesse, escreva-me logo enviando-me cabelos e eu a consultarei. No intervalo, penso que se deve cuidar para que ela não tome chuva; como você sabe, seria prejudicial para ela."Esta carta é notável, porque mostra que Hyppolite e Amélie consultavam em Paris uma "sonâmbula" chamada Mariette, especialmente em caso de problemas de saúde, e que utilizavam até cabelos, enviados por carta, para ajudar a sonâmbula na psicometria.

Entendemos melhor porque Allan Kardec escreveu mais tarde que o Magnetismo abriu o caminho para o Espiritismo. Além disso, esta carta indica uma saúde frágil da pequena Louise. Finalmente, numa carta de 15 de agosto de 1842, de Aachen a Château du Loir, Hyppolite é muito mais específico: "Aprendi com prazer que Louise trabalha bem à medida que avança na leitura e na escrita. Fiquei muito feliz com a sua pequena carta. Espero que ela possa ler a minha sozinha. Quanto ao cálculo, não deve ser negligenciado; mas na ausência do aritmômetro, é necessário usar fichas; você deve ter certamente nas caixas de jogos.Um exercício excelente e que ela deve começar a ser capaz, é de atribuir às fichas aos cartões de uma determinada cor um valor de 10 ou de 100. Assim, para fazer 345, precisa colocar 3 fichas de 100, 4 de 10 e 5 de 1. Ou seja, como segue + + + 0 0 0 0 1 1 1 1 1. Deve exercê-la ou a ler os números assim compostos, ou a compor outros ela mesma. Mas é claro que precisa começar com números pequenos e aumentar apenas gradualmente. Quando ela estiver bem familiarizada com este exercício, será preciso utilizar os algarismos, e fazê-la entender que os algarismos da primeira coluna a direita valem tantas unidades, os da segunda valem tantas dezenas ou fichas de 10 etc. Será necessário exercê-la, vendo um número escrito em algarismos, a compô-lo com fichas, e vice-versa." Nós vemos claramente o "professor" aplicando os métodos de ensino de Pestalozzi que ele melhorou e completou!

Em 22 de outubro de 1843, Hyppolite menciona numa carta à Amélie, de Paris para Château du Loir: “Anexo está uma cartinha para Louise”. Infelizmente não temos o original desta cartinha que foi entregue por Amélie a Louise. Em 6 de novembro de 1843, Hyppolite escreveu para Amélie, de Paris para Château du Loir: "Beije minha querida Louise por mim e diga a ela que fiquei muito feliz com sua carta; mostrei-a a várias pessoas que ficaram muito satisfeitas."

Há outros elementos em uma carta de 16 de setembro de 1844, de Paris para Château du Loir, onde Hyppolite que fala da cama de Louise em sua residência em Paris, onde ele escreve: “Quanto a Louise, acho que ela aproveita bastante. Peço-lhe que cumprimente suas galinhas, as quais abraço de todo coração, e ela também.” Pode-se imaginar a menina vivaz no campo em Château du Loir, cuidando do galinheiro dos pais de Amélie.

Em 27 de setembro de 1844, Hyppolite escreve: "Adeus, minha querida, abraça por mim minha boa pequena Louise, que, penso, se diverte de todo o coração." Essas cartas não deixam nenhuma dúvida sobre o fato que Hyppolite Léon DenizardRivail e Amélie Boudet criaram e educaram uma menina chamada Louise, provavelmente adotiva, e a quem tinham dado o segundo nome de Jeanne Louise Rivail (nascida Duhamel), mãe de Hyppolite. Mas essa alegria seria de curta duração.

Em 29 de setembro de 1845, de Paris para Château du Loir, Hyppolite escreveu para Amélie: "Como você me dizia que se você não escrevesse para mim, seria porque Louise iria continuar melhorando, então espero que a melhora se confirmou: concebo tudo o que isso deve lhe causar tormento e fadiga, porquanto você precisava muito de repouso.”

Os problemas de saúde da pequena Louise pareciam estar piorando. Amélie retornou depois a Paris com a pequena Louise, e é numa carta do pai de Amélie (que desencarnou em 6 de julho de 1847 aos 79 anos) para Amélie, datada de 6 de dezembro de 1845, que apreendemos a morte da pequena Louise: "Eu não demorei para lamentar, minha querida Amélie, o evento infeliz que você anuncia na sua última carta; com o que você tinha escrito para nós e o que Mad. Gendron havia nos dito, eu esperava todos os dias receber essa má notícia: é muito triste e muito lamentável deixar a vida quando estamos apenas começando a aproveitá-la, enquanto outros que tiveram uma longa carreira poderiam terminá-la sem se arrepender tanto: como você me diz, não é da natureza do homem ser perfeitamente feliz, devemos nos contentar com a porção que nos é distribuída. Percebo o quanto isso deve ter afetado o Sr. Rivail, desejo que ele se recupere."

Consultamos os arquivos on-line do estado civil reconstituído de Paris, mas com a classificação pelo nome, não encontrei nenhuma Louise Rivail, nem Duhamel, nem Boudet, que morreu naquele período. Uma busca por data é necessária, e talvez possível nos microfilmes. Isso permitiria esclarecer qual era o nome dessa menininha, provavelmente adotiva.

Este episódio lança luz sobre o caminho difícil de Hyppolite Léon Denizard Rivail e Amélie Boudet no período antes da observação do fenômeno de mesas girantes, em maio 1855, que o fez declarar em Obras Póstumas: "Foi aí que, pela primeira vez, presenciei o fenômeno das mesas que giravam, saltavam e corriam em condições tais que não deixavam lugar para qualquer dúvida. Assisti então a alguns ensaios, muito imperfeitos, de escrita mediúnica numa ardósia, com o auxílio de uma cesta. Minhas ideias estavam longe de precisar-se, mas havia ali um fato que necessariamente decorria de uma causa. Eu entrevia,naquelas aparentes futilidades, no passatempo que faziam daqueles fenômenos, qualquer coisa de sério, como que a revelação de uma nova lei, que tomei a mim estudar a fundo."

Os espíritas sabem o que se seguiu: o trabalho magistral da Codificação Espírita, de Allan Kardec, que hoje desfruta, depois de mais de um século e meio, dezenas de milhões de admiradores em todo o mundo, e que, ao mesmo tempo, abriu todo um campo de pesquisa científica sobre o mundo espiritual e consolou tantos corações feridos.

Muito obrigado Allan Kardec, muito obrigado Amélie Boudet!

(*) De Belfort, França. Membro da Comissão Editorial da Revue Spirite. Foi secretário geral do Conselho Espírita Internacional.

Transcrito de:

https://www.facebook.com/search/str/charles+kempf/keywords_blended_posts?filters_rp_author=stories-feed-friends

ESTRUTURA DO LIVRO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO – Parte 1

ESTRUTURA DO LIVRO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO – Parte 1

Allan Kardec se utilizou de farta referência do antigo e do novo testamento. Além de usar os evangelhos como base, sempre consultava vários médiuns distintos e em localidades diferentes. Mas por que desconsiderava os nomes dos médiuns e priorizava os conteúdos das mensagens? Sequência do programa semanal da TV Mundo Maior – "Espiritismo e Evangelho em sua mais simples expressão" (3as feiras às 15h), com Antonio Cesar Perri de Carvalho, Célia Maria Rey de Carvalho e Flávio Rey de Carvalho. Programa do dia 2/10/2018.
ACESSO:

ESTRUTURA DO LIVRO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO – Parte 2

ESTRUTURA DO LIVRO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO – Parte 2

Allan Kardec se utilizou de farta referência do antigo e do novo testamento. Além de usar os evangelhos como base, sempre consultava vários médiuns distintos e em localidades diferentes. Mas por que desconsiderava os nomes dos médiuns e priorizava os conteúdos das mensagens? Sequência do programa semanal da TV Mundo Maior – "Espiritismo e Evangelho em sua mais simples expressão" (3as feiras às 15h), com Antonio Cesar Perri de Carvalho, Célia Maria Rey de Carvalho e Flávio Rey de Carvalho. Programa do dia 2/10/2018.

ACESSO:

Anticristo – Senhor do Mundo: Obra raríssima e histórica

Anticristo – Senhor do Mundo: Obra raríssima e histórica

No dia de Kardec (3/10/2018), foi lançada uma obra raríssima – em edição digital -, de autoria do ex-presidente da FEB Leopoldo Cirne (gestão 1900-1914), que sucedeu Bezerra de Menezes, grande divulgador das obras de Kardec. Trata-se do livro Anticristo – Senhor do Mundo, da autoria do memorável Leopoldo Cirne.

Em mais um esforço para oferecer aos estudiosos do Espiritismo subsídios para o conhecimento histórico e fundamentação doutrinária acerca da Terceira Revelação, a equipe Luz Espírita em parceria com o site Autores Espíritas Clássicos finalizou a edição de uma importante obra literária e agora a disponibiliza para todos em edição digital.

O objetivo da obra, definido pelo autor é claro: “[…] apreciando a ação perturbadora do Anticristo na existência da igreja – alvo do seu inveterado rancor – do mesmo que em todas as manifestações da vida humana, em que essa interferência transparece, colher ensinamentos e advertências para salvaguarda dos que, nesta época de transformações e num radioso futuro que se avizinha, desejem sinceramente seguir a Jesus e necessitam estar apercebidos contra as insidiosas manobras dos que com propriedade são denominados inimigos da luz. […] O presente estudo é assim uma contribuição exclusivamente pessoal, fundada na observação e análise dos fatos à luz dos conhecimentos adquiridos na doutrina espírita, que temos a felicidade de professar há quarenta anos”. Leopoldo Cirne esclarece que entende por “Anticristo” uma força, também chamada de “príncipe deste mundo”, “poder das trevas”, que age “em oposição, deliberada e sistematicamente, ao plano evolutivo traçado por Deus à humanidade”.

Em “Anticristo. Senhor do Mundo”, o autor trata da trajetória do Cristianismo e do Espiritismo, focalizando progressos e enganos.

No desenvolvimento do tema, na parte sobre Espiritismo, surgem informações e depoimentos históricos.

Leopoldo Cirne renovou os Estatutos da FEB no ano de 1902, instituindo o estudo das obras completas de Allan Kardec como básicas para a instituição, retirando a referência ao estudo de obras de J.B. Roustaing e eliminando os poderes discricionários que haviam sido concedidos a Bezerra de Menezes, pois este assumiu a FEB em momento de profunda crise. Em 1904 promoveu o I Congresso Espírita – o primeiro grande evento espírita do Brasil -, evocativo do Centenário do nascimento de Kardec, com a participação de mais de duas mil pessoas. Na oportunidade foi aprovada sua proposta “Bases de Organização Espírita”, definindo que a FEB filiaria diretamente centros espíritas e orientaria o trabalho de união dos espíritas, estimulando a fundação de Federações Estaduais. Até então somente existiam duas Entidades Federativas Estaduais. Dedicou-se para implantar a “Escola de Médiuns” e iniciou a promoção do Esperanto na FEB e junto ao movimento espírita (1909). Em sua gestão foi construída e inaugurada a sede própria da FEB, em dezembro de 1911. Atualmente é a chamada Sede Histórica da FEB, sita à av. Passos, 30, no Rio de Janeiro.

Em virtude de resistências dentro da FEB, que não concordavam com algumas inovações e propostas implantadas por Cirne, principalmente do setor de “Assistência aos Necessitados” e também um certo descontentamento dos seguidores da obra Roustaing, o presidente Leopoldo Cirne perdeu a eleição para a presidência em 1914. Analisa este cenário e as dificuldades estatutárias, organizacionais e doutrionárias da FEB. Retira-se completa e definitivamente da instituição, mantendo-se em atividades espíritas como escritor e expositor.

Nos últimos capítulos do livro, Cirne faz uma significativa análise da obra de Allan Kardec, diferenciando-a de interferência ou confusões com outras obras como de Roustaing, a Teosofia e o Esoterismo.

Esta obra lançada em 1935, esgotada há décadas e raríssima, contém subsídios para estudos e muitas reflexões.

O Prefácio da edição digital é de autoria de Antonio Cesar Perri de Carvalho, ex-presidente da FEB.

Mais informações – copie e cole o link:

https://espiritismoemmovimento.blogspot.com/2018/10/sala-de-leitura-lancamento-de.html;

Para download gratuito – copie e cole o link:

http://luzespirita.org.br/leitura/pdf/L163.pdf

Homenagem a Richard Simonetti

Homenagem a Richard Simonetti

 

O Centro Espírita Amor e Caridade, de Bauru (SP), contou com dínamo incomparável representado pelo valoroso trabalho desempenhado por Richard Simonetti ao longo de várias décadas. Desencarnou aos 83 anos no dia 3 de outubro de 2018.

Conhecemos Simonetti em meados dos anos 1960, época em que atuávamos no movimento espírita de Araçatuba. Durante todos esses anos, apreciamos a sua dedicação e fidelidade à Doutrina Espírita, em ações que se desdobravam em áreas doutrinárias, assistenciais, editoriais e de divulgação, incluindo as palestras e autoria de livros e de artigos. Os livros de sua autoria, com linguagem simples e direta são cativantes e vários deles com pitadas humorísticas ponderadas. Simonetti fez história com a inspirada proposta de clubes livro espírita, com a campanha que intitulou "o ovo de Colombo".

Os últimos diálogos que mantivemos com o companheiro em visita ao Centro Espírita Amor e Caridade, em 2016, e em durante sua convalescença em seu lar, em 2017, como sempre foram eivados de produtivos momentos de comentários doutrinários sedimentados em sua larga e segura experiência de vida dedicada ao Espiritismo.

A vida de Richard Simonetti representa o registro de um belo e profícuo capítulo na história do Espiritismo no Estado de São Paulo e no Brasil!

Antonio Cesar Perri de Carvalho – foi dirigente espírita em Araçatuba, presidente da USE-SP e da FEB.

Semana Espírita comemora 30 anos de Centro paulista

Semana Espírita comemora 30 anos de Centro paulista

O Centro Espírita Lázara Conceição, do bairro Pinheiros, em São Paulo comemora os 30 anos de fundação com Semana Espírita contando com vários expositores: Mário Más, Alexandro Viana de Paula, Américo Sucena e Antonio Cesar Perri de Carvalho. Este Centro recentemente se integrou à USE-SP. Perri, ex-presidente da USE-SP e da FEB, proferiu palestra na noite do dia 4 de outubro sobre o tema “Benedita Fernandes. A dama da caridade”. Em seguida, autografou livros de sua autoria, inclusive o que gerou o tema para a palestra, editado pela Cocriação/USE Regional de Araçatuba.

Homenagem a Kardec na Câmara Municipal de Rafard

Homenagem a Kardec na Câmara Municipal de Rafard

Os dois centros espíritas da cidade de Rafard (SP) – C.E. Lázaro José e Allan Kardec – promoveram pelo sexto ano uma comemoração alusiva ao dia de Allan Kardec na Câmara Municipal da cidade. Na noite do dia 3 de outubro, no plenário da Câmara Antonio Cesar Perri de Carvalho (ex-presidente da USE-SP e da FEB), proferiu palestra sobre a Vida e Obra de Kardec com destaque para o capítulo “Sinais dos Tempos” de “A Gênese”. Presentes espíritas e simpatizantes da cidade, Capivari, Tietê, Rio das Pedras e também de ex-prefeito de Rafard. Perri recebeu homenagem dos espíritas. Houve apoio também da Editora EME, e com a presença de Arnaldo Camargo. Ao final o expositor autografou seu livro “União dos Espíritas. Para onde vamos?” (Ed.EME).

Palestra sobre Cristianismo e Espiritismo em Piracicaba

Palestra sobre Cristianismo e Espiritismo em Piracicaba

Na noite do dia 2 de outubro, a União Espírita de Piracicaba promoveu palestra de Antonio Cesar Perri de Carvalho, que foi presidente da USE-SP e da FEB, abordando o tema “Cristianismo e Espiritismo”, com base em seu livro "Cristianismo nos séculos iniciais. Análise histórica e visão espírita" (Ed. O Clarim). Houve apoio também da Editora EME, e com a presença de Arnaldo Camargo. Ao final o expositor autografou seu livro “União dos Espíritas. Para onde vamos?” (Ed.EME). Esta tradicional instituição de Piracicaba teve como um de seus fundadores o conhecido Walter Radamés Accorsi. O visitante prosseguiu com palestras na região.

Mês de palestras em homenagem a Kardec e A Gênese

Mês de palestras em homenagem a Kardec e A Gênese

 

No dia 1º de outubro iniciou-se o Mês Espírita promovido pela USE Distrital de Jabaquara, em São Paulo, com palestras alusivas aos 150 anos de A Gênese. O Centro Espírita União contou com palestra de Antonio Cesar Perri de Carvalho, com transmissão ao vivo pela página eletrônica da instituição. Este Centro foi fundado pelo casal Francisco e Nena Galves, amigos e anfitriões de Chico Xavier. No local há um pequeno museu sobre Chico Xavier em São Paulo. Dona Nena é autora de vários livros editados pela CEU.