“ESPIRITISMO: DAS OBRAS BÁSICAS ÀS VIVÊNCIAS E VISÃO DE FUTURO”

“ESPIRITISMO: DAS OBRAS BÁSICAS ÀS VIVÊNCIAS E VISÃO DE FUTURO"

Estudo virtual promovido pelo Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo Eduardo Carvalho Monteiro, de São Paulo.

Coordenação: Antonio Cesar Perri de Carvalho; Suporte Técnico: Kátia Golinelli.

1) Tópicos da programação: – Anotações históricas e doutrinárias; – Centro Espírita; – Estudo; – Mediunidade; – Movimento e união.

2) Temas fundamentados nas Obras básicas e clássicas, psicográficas de Chico Xavier, e, obras atuais específicas sobre os temas.

3) O estudo virtual será iniciado no dia 24 de fevereiro de 2026 3ªf às 20h.

4) Independente do estudo virtual tradicional das 3ªs.fs, para esse programa de 2026 serão realizadas reuniões presenciais mensais na sede da CCDPE. Serão reuniões teórico/práticas, de troca de ideias sobre o conteúdo do estudo em andamento e sobre sua aplicabilidade. Essas reuniões extras será uma opção para os que residam na cidade de São Paulo ou em outras cidades e que queiram participar. Não há exigência para que os integrantes do estudo virtual das 3ªs.fs. participem das reuniões presenciais.

5) Assim, convidamos a todos para frequentarem o estudo virtual a ser iniciado no dia 24/02/2026, 3ªf.

6) Aos frequentadores do estudo interessados e que tiverem disponibilidade, convidamos para comparecerem na sede do CCDPE (Alameda dos Guaiases, 16 – Indianópolis/Planalto Paulista -São Paulo), no dia 11 de abril – sábado – às 15h.

Maiores esclarecimentos sobre estas reuniões serão fornecidas na abertura do estudo virtual e presencialmente no dia 11/04/2026.

Haverá transmissão do CCDPE pelo You Tube e parcerias com a Rede Amigo Espírita e pela WebRadio Portal da Luz.

LINK PARA ACESSO ÀS INSCRIÇÕES (copie e cole): https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfZ9Au9zsPbqD76et4YxDDfDKy5_MbUriXgj3IMxhqu0HqYgA/viewform

DE MADRUGADA

De madrugada

“E no primeiro dia da semana Maria Madalena foi ao sepulcro, de madrugada, sendo ainda escuro, e viu a pedra removida do sepulcro.” — (JOÃO, CAPÍTULO 20, VERSÍCULO 1.)

Não devemos esquecer a circunstância em que Maria de Magdala recebe a primeira mensagem da ressurreição do Mestre.

No seio de perturbações e desalentos da pequena comunidade, a grande convertida não perde tempo em lamentações estéreis nem procura o sono do esquecimento.

Os companheiros haviam quebrado o padrão de confiança.

Entre o remorso da própria defecção e a amargura pelo sacrifício do Salvador, cuja lição sublime ainda não conseguiam apreender, confundiam-se em atitudes negativas.

Pensamentos contraditórios e angustiados azorragavam-lhes os corações.

Madalena, contudo, rompe o véu de emoções dolorosas que lhe embarga os passos.

É imprescindível não sucumbir sob os fardos, transformando-os, acima de tudo, em elemento básico na construção espiritual, e Maria resolve não se acovardar, ante a dor.

Porque o Cristo fora imolado na cruz, não seria lícito condenar-lhe a memória bem-amada ao olvido ou à indiferença.

Vigilante, atenta a si mesma, antes de qualquer satisfação a velhos convencionalismos, vai ao encontro do grande obstáculo que se constituía do sepulcro, muito cedo, precedendo o despertar dos próprios amigos e encontra a radiante resposta da Vida Eterna.

Rememorando esse acontecimento simbólico, recordemos nossas antigas quedas, por havermos esquecido o “primeiro dia da semana”, trocando, em todas as ocasiões, o “mais cedo” pelo “mais tarde”.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Pão nosso. Cap. 168. FEB)

 

As diversas expansões da alegria e o carnaval

As diversas expansões da alegria e o carnaval

Em exposição virtual na noite do dia 14 de fevereiro, Cesar Perri (São Paulo) conduziu uma reflexão sobre as diversas expansões da alegria. À luz do livre-arbítrio, refletiu sobre responsabilidade e consequências, lembrando André Luiz: “A verdadeira alegria não foge da temperança”. Citou livros psicográficos de Chico Xavier e Divaldo Pereira Franco relacionados com temas de “casa mental” e carnaval.

Comentou homenagens populares de escolas de sambas, espontâneas e desinteressadas a vultos espíritas desencarnados como Benedita Fernandes (enredo da Escola de Samba Unidos da Zona Leste, premiada, em Araçatuba – 2010); Chico Xavier, em São Paulo: no desfile de 2023 com carro alegórico da Escola de Samba Gaviões da Fiel; em 2026 a Escola de Samba Tom Maior focalizou Chico no enredo, carro alegórico e caracterizado pelo ator Renato Prieto.

Trata-se do programa “Evangelho do trabalhador” transmitido pelo Grupo Espírita Casa do Caminho. A reunião virtual foi coordenada por Laise Nucci e Maria Marta da Silva, e, previamente houve apresentação ao piano pelo jovem Lucca Casagrande.

Acesse pelo link:

https://www.youtube.com/live/-YwNvd4IYdY

 

 

Missão dos profetas e sensação dos espíritos

Missão dos profetas e sensação dos espíritos

Na reunião pública matinal no dia 16 de fevereiro, na Instituição Nosso Lar, em Araçatuba, Rennier Isique Vieira comentou itens de “O Livro dos Espíritos”, sobre “sensação dos espíritos”; Paulo Sérgio Perri de Carvalho discorreu sobre “missão dos profetas”, com base em “O Evangelho segundo o Espiritismo”.

A reunião foi transmitida pelo canal da Instituição e pela Estação Dama da Caridade Benedita Fernandes.

Acesse as palestras pelo link:

 

Após 50 anos da ‘vida triunfante’ de Lourival Perri Chefaly

Após 50 anos da ‘vida triunfante’ de Lourival Perri Chefaly

Antonio Cesar Perri de Carvalho

Dia 20 de fevereiro assinala os 50 anos (1976) da desencarnação de Lourival Perri Chefaly, na cidade do Rio de Janeiro.

Quando preparei a primeira redação do livro Em louvor à vida1, onde o tio Lourival foi o foco, comentei pessoalmente com Chico Xavier sobre o texto, em 1980. Ele se interessou e comentou: “Seu tio foi um grande inspirado… Foi uma vida gloriosa! Mas esse termo anda desgastado… Foi uma vida triunfante!”1

Conhecido pelo diminutivo Lolo, nasceu aos 06/08/1927 em São Carlos, filho de Antonieta Perri e de Diogo Cefaly, mas foi criado pelos tios avós Tida e Ernesto Perri vivendo em Porto Alegre, São Paulo e, em definitivo no Rio de Janeiro, onde trabalhou como médico. Casou-se em 1955 com a prima Suzi (Suzette). O casal teve quatro filhos, três netos e alguns bisnetos.

Como médico atuou plantonista do antigo SAMDU, em atendimentos familiares e passou por etapas como pediatra, cardiologista e finalmente cancerologista. Sempre manteve clínica particular e foi médico do Instituto Nacional do Câncer, no Rio de Janeiro. Teve intensa atuação na Campanha Nacional de Combate ao Câncer e foi presidente do Centro de Estudos do Instituto Nacional de Câncer. Como membro do Lyons Club-Gávea, fazia palestras educativas sobre saúde.

Atuou intensamente na Igreja Episcopal (Anglicana) de Botafogo. Ao ser acometido da enfermidade que era o foco de suas atividades profissionais recebeu de seu irmão Rolandinho O livro dos espíritos e O evangelho segundo o espiritismo e pouco tempo depois escreveu-lhe informando que estava convencido do conteúdo.

Como espírita, juntamente com a esposa, colaborou com a Seara dos Servos de Deus, no bairro Botafogo, que era dirigida pela médium Dolores Bacelar que inclusive, recebia mensagens de Benedita Fernandes.

Na época colocamos nosso tio em contato com Divaldo Pereira Franco e estiveram juntos em atividades do orador no Rio de Janeiro e em Araçatuba.

Em viagem que o levamos a Uberaba, em atividades e residência de Chico Xavier, foi alvo de muita atenção por parte do médium, e depois de lembranças em todas as vezes que retornávamos à cidade. No final de 1974, estando adoentado em seu apartamento no Rio de Janeiro, surpreendentemente recebeu a visita de Chico Xavier, estando presentes os irmãos Bebé, Rolandinho e Walter.

Lutou durante 10 anos contra insidiosa enfermidade, demonstrando fé e serenidade. Ficamos muito sensibilizados com a doença e até acompanhamos os tios Lolo e Suzy durante um longo período de tratamento cirúrgico realizado em Manchester (Inglaterra), em 1971.

Desde a infância sentíamos uma grande afinidade com o tio e claramente aurimos suas influências benfazejas, visitando-o com constância ao longo dos anos e rotineiramente passando as férias em suas residências no Rio de Janeiro e no Rio das Ostras.

Muitas vezes acompanhávamos as tarefas de nosso tio como médico, em hospitais, no seu consultório particular, em palestras que proferia, em congressos médicos, e em cultos na Igreja Episcopal de Botafogo. Certa feita, o acompanhamos juntamente com o reverendo Kurt Kleeman em visita a um núcleo dessa Igreja na favela de Dona Marta.

O casal manteve intercâmbio e receberam apoio de muitos dirigentes e médiuns do Rio de Janeiro.

Seu nome designa a Sala de Leitura e o Centro de Estudos do Instituto Nacional do Câncer, no Rio de Janeiro, com inauguração realizada em 2013.

Em função da admiração e gratidão pelo tio organizamos o livro Em louvor à vida1 contendo textos dele como encarnado e como desencarnado, estas pela psicografia de Divaldo Pereira Franco. Também temos uma orientação dele, a nós dirigida, psicografada por Chico Xavier.

Em obras recentes, incluímos comentários e análises sobre nossa relação com o tio e suas mensagens espirituais.2,3

Referências:

1) Franco, Divaldo Pereira; Chefaly, Lourival Perri; Carvalho, Antonio Cesar Perri. Em louvor à vida. 2.ed. Salvador: LEAL. 2016.

2) Carvalho, Antonio Cesar Perri. Pelos caminhos da vida. Memórias e reflexões. Cap. 1.10. Araçatuba: Cocriação. 2021.

3) Carvalho, Antonio Cesar Perri. Entre vidas. Cá e lá. Matão: O Clarim. 2026.

Em defesa da vida e cidadania pela Vida – Brasil sem aborto

Em defesa da vida e cidadania pela Vida – Brasil sem aborto

O tema “em defesa da vida e aborto” foi focalizado em entrevista com Cesar Perri (São Paulo), feita por Bruno Tavares (Recife), na noite do dia 12, no Canal Bruno Tavares (You Tube).

O entrevistado relatou as experiências de campanhas “em defesa da vida”, “viver em família” e “cidadania pela Vida – Brasil sem aborto” dinamizadas entre 1994 e 2015, com sua participação em seminários, marchas públicas, publicações e entrevistas com representantes dos três poderes da República.

Perri é entrevistado mensalmente sobre capítulos de seu livro “Pelos caminhos da vida. Memórias e reflexões” (Ed. Cocriação, 2021.

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A realeza de Jesus

A realeza de Jesus

Em palestra presencial e transmitida pela internet no dia 09 de fevereiro, Cesar Perri desenvolveu o tema “A realeza de Jesus”, comentando a frase do Mestre: “Sou rei, mas o meu reino não é deste mundo”, com base no Capítulo II de “O Evangelho segundo o Espiritismo”. Na sede do Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo de São Paulo, às 2as feiras, 20 horas, desenvolve-se uma série de palestras sobre essa obra de Allan Kardec. Em seguida há passes. O Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo Eduardo Carvalho Monteiro, de São Paulo localiza-se na Alameda dos Guaiases, 16 – Indianópolis/Planalto Paulista, São Paulo. A reunião do dia 16 – entre feriados – está suspensa. Retorna no dia 23/02.

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Bem-aventuranças e a vida espiritual

Bem-aventuranças e a vida espiritual

Na tarde do dia 11 de fevereiro, Cesar Perri (São Paulo) desenvolveu virtualmente o tema “Bem-aventuranças e as leis morais da vida espiritual” no programa “Evangelho no lar – Campanha Mundial” coordenado por Josi e Luiz Martinez. Em canal TV-CETE (Canal da Organização Social: Complexo de Ensino e de Trabalho Emmanuel), parceria com a RAETV. Nesses programas participam internautas de diversos países, unidos pelo projeto “Evangelho no lar – campanha mundial.

Acesso pelo link:

 

Em favor da alegria

Em favor da alegria

“Assim também não é vontade de vosso Pai que está nos Céus, que um destes pequeninos se perca.” — JESUS — Mateus, 18.14.

“A verdadeira caridade não consiste apenas na esmola que dais, nem, mesmo, nas palavras de consolação que lhe aditeis. Não, não é apenas isso o que Deus exige de vós. A caridade sublime, que Jesus ensinou, também consiste na benevolência de que useis sempre e em todas as coisas para com o vosso próximo.” — ESE, Cap. XI, 14.

Muito grande no mundo o cortejo das moléstias que infelicitam as criaturas, no entanto, maior é o fardo de inquietação que lhes pesa nos ombros.

Onde haja sinal de presença humana, aí se amontoam os supliciados morais, lembrando legiões de sonâmbulos, fixados ao sofrimento.

Não apenas os que passeiam na rua a herança de lágrimas que trouxeram ao renascer… Esmagadora percentagem dos aflitos carrega temerosos no refúgio doméstico que, levantado em louvor da alegria familiar, se transforma, não raro, em clausura flagelante.

Daí procede o acervo dos desalentados que possuem tão somente a fria visão da névoa para o dia seguinte.

São pessoas desacoroçoadas na luta pela aquisição de suprimento à exigências primárias:

pais e mães transidos de pesar, diante de filhos que lhes desdouram a existência;

mulheres traumatizadas em esforço de sacrifício; 8 crianças e jovens desarvorados nos primeiros passos da vida;

companheiros encanecidos em rijas experiências, atrelados à carga de labores caseiros, quando não são acolhidos nos braços da caridade pública, de modo a não perturbarem o sono dos descendentes…

Somemos semelhantes desgostos às tribulações dos que clamam por equilíbrio nas grades dos manicômios:

dos que sonham liberdade na estreiteza do cárcere;

dos que choram manietados em leitos de expiação

e dos milhares de Espíritos desencarnados, ainda em pesadelos indescritíveis, que comunicam à Esfera Física os rescaldos do próprio desespero, e verificaremos que a tristeza destrutiva é comparável à praga fluídica, prejudicando todos os flancos da evolução na Terra.

Ponderando tudo isso, respeitemos a dor, mas plantemos a alegria e a esperança, onde nossa influência logre chegar.

Falemos de otimismo, cultivemos serviço, ensinemos confiança e exercitemos serenidade.

Ninguém espera sejamos remédio a toda angústia e rio a toda sede, entretanto, à frente da sombra e da secura que atormentam os homens, cada um de nós pode ser a consolação do raio de luz e a bênção do copo d’água.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Livro da esperança. Cap. 31. Uberaba: CEC).

As diversas expansões de alegria e o carnaval

As diversas expansões de alegria e o carnaval

Antonio Cesar Perri de Carvalho

Em várias partes do mundo e em todas as épocas sempre aconteceram festejos populares e em vários diapasões e motivações: religiosos, políticos, militares, cívicos, datas memoráveis, comemorações de feitos marcantes e várias formas no estilo de carnaval.

No Brasil, as manifestações de carnaval tiveram um intenso desenrolar envolvendo clubes, salões aristocráticos, desfiles de rua – os antigos “corsos” como eram chamados -, blocos de ruas e shows variados. Músicas que se tornaram históricas.

Inquestionavelmente são dos poucos momentos de afrouxamentos de tensões e expressões de alegria do povo em geral.

Nesse ponto – da alegria – é que se pode refletir.

A alegria pode ser natural ou induzida por vários procedimentos.

É lamentável que nessas comemorações ocorram condições que facilitam várias formas de excesso. A mídia em geral alerta sobre contextos que favorecem diversos tipos de desrespeito ao próximo. Criam-se ambientes e formas oportunistas de se romper limites interpessoais e de aceitável convivência social. Em consequência podem advir algumas repercussões não adequadas à saúde, à economia pessoal e várias formas que podem interferir nas relações equilibradas.

No movimento espírita, em décadas passadas houve momentos em que os feriados prolongados eram aproveitados para eventos reflexivos, de estudo e de confraternização.

Houve época que um texto do espírito André Luiz com afirmações que eram sempre lembradas: “O espírita não se prende a exterioridades. […] Afastar-se de festas lamentáveis, como aquelas que assinalam a passagem do carnaval, inclusive as que se destaquem pelos excessos de gula, desregramento ou manifestações exteriores espetaculares. A verdadeira alegria não foge da temperança” (Vieira, Waldo. Pelo espírito André Luiz. Conduta espírita, cap. 37. FEB. 1960).

Com certeza, na atualidade, podem surgir opiniões críticas, resistentes a esse registro espiritual, e, utilizando várias adjetivações e jargões vinculadas a determinadas compreensões relacionadas com alguns conceitos de “liberdade”.

Sem dúvida, a liberdade individual termina quando se delineia a do próximo.

E isso nas relações entre os espíritos encarnados e os desencarnados. Aí emerge uma antiga frase popular: “diga-me com quem andas e direi quem és”.

Essa ideia tem fundamento em dizeres de Jesus e nos esclarecimentos espíritas sobre a sintonia vibratória, parâmetros válidos para qualquer ambiente.(*)

Cada pessoa, empregando o livre-arbítrio, é responsável por seus atos e repercussões.(*) São anotações que podem sugerir algumas reflexões na ótica espiritual.

Todavia, sem dúvida, como considerou André Luiz: “A verdadeira alegria não foge da temperança”…

Ponderação válida para qualquer ocasião da vida.

(*) Sugestões para leituras e estudos:

1) Kardec, Allan. O evangelho segundo o espiritismo. Cap. VIII. FEB;

2) Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Caminho, verdade e vida. Cap. 93. FEB;

3) Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito André Luiz. No mundo maior. Cap. A casa mental. FEB.

4) Franco, Divaldo Pereira. Pelo espírito Manoel Philomeno de Miranda. Sexo e obsessão. Posfácio – Cidade estranha. FEB;

5) Xavier, Francisco Cândido; Vieira, Waldo. Pelo espírito André Luiz. Sexo e destino. 1ª parte: Cap. 8 e 12. FEB.