Estudo do Evangelho em São Paulo

Estudo do Evangelho em São Paulo

 

Atividades introdutórias do reinício do estudo de "O Evangelho segundo o Espiritismo" no Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa Espírita, em São Paulo. No dia 10 de março Flávio Rey de Carvalho explicou como estudar o Evangelho seguindo textos de sua autoria publicados em artigos seus e no livro "O Evangelho segundo o Espiritismo. Orientações para o estudo" (FEB, 2014). Em seguida houve confraternização com comemoração do aniversário da expositora Deusa Samu. Essas reuniões são semanais às 3as feiras.

Palestra e reunião sobre as ações na base

Palestra e reunião sobre as ações na base

"O Centro Espírita e suas finalidades", foi o tema da palestra pública na União Espírita de Piracicaba na noite, em Piracicaba, na noite do dia 4 de março. Em seguida, o expositor Antonio Cesar Perri de Carvalho autografou seus livros. Estava presente Arnaldo Camargo, editor da EME. No dia seguinte o presidente Luiz Dellabio e dirigentes da União se reuniram com Perri para um bate papo sobre atividades de centro espirita.

Reinício de Estudos sobre Evangelho em São Paulo

Reinício de Estudos sobre Evangelho em São Paulo

No dia 3 de março houve a abertura pela Presidente do Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa Espírita, em São Paulo, dos "Estudos do ESE-O Evangelho Segundo o Espiritismo" coordenado por Cesar Perri, Célia e Flávio Rey de Carvalho. Na oportunidade, houve saudação por Júlia Nezu, presidente do CCDPE; Célia e Flávio realizaram explicações sobre o estudo semanal.

76 anos de Centro com mês de palestras

76 anos de Centro com mês de palestras

O Centro Espírita Paz e Amor, de Americana (SP) iniciou a comemoração dos 76 anos de sua fundação com palestras semanais. A abertura foi feita por Antonio Cesar Perri de Carvalho, no dia 3 de março, que abordou o tema "Trajetória espiritual de Emmanuel". Houve homenagem pelas crianças; o auditório estava lotado, seguindo-se autógrafos com presença do editor da EME. Estão programadas palestras de Izaias Claro, Orson Peter Carrara, Edson Assunção e André Luiz Rosa.

Palestras sobre Evangelho na Casa do Caminho

Palestras sobre Evangelho na Casa do Caminho

Entre as várias reuniões públicas diárias que o Grupo Espírita Casa do Caminho (Vila Clementino, São Paulo) oferece, as vespertinas focalizam temas de "O Evangelho segundo o Espiritismo", seguindo-se passes. Seguindo a escala de expositores, na tarde do dia 27 de fevereiro, Célia Maria Rey de Carvalho foi a expositora, abordando tema do capítulo "Bem aventurados os que são brancos e pacíficos". 

Acesse o Facebook do GECC (copie e cole):

https://www.facebook.com/groups/181825331856592/

Cultura e Pesquisa Espírita

Cultura e Pesquisa Espírita

Na noite do dia 26 de fevereiro houve reunião na sede do Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa Eduardo Carvalho Monteiro, em São Paulo, com o objetivo de discutir o planejamento de ações sobre acervo e pesquisa. O evento foi dirigido por Pedro Nakano e além dos colaboradores presentes, outros participaram por skype, como: Jáder Sampaio, Gilmar Trivelatto, Antonio Cesar Perri de Carvalho, Flávio Rey de Carvalho, Wanderlei (de Autores Clássicos Espíritas). Na primeira semana de março serão reiniciadas as reuniões de estudo no CCDPE.

Localização à Alameda dos Guaiases, 16 – Indianópolis, São Paulo;

Acesso (copie e cole) – página do Facebook:

https://www.facebook.com/ccdpe/?ref=br_rs

Região de Ribeirão Preto em gratidão a Kardec

Região de Ribeirão Preto em gratidão a Kardec

A cidade de Bebedouro sediou nos dias 22 e 23 de fevereiro a 38a Confraternização Regional da Família Espírita, promovida pela USE Regional de Ribeirão Preto. Com o tema central "Obrigado, Kardec!" as palestras e estudos focalizaram temas das obras do Codificador: Antonio Cesar Perri de Carvalho (São Paulo) – “Projeto 1868”; Eliseu Florentino da Mota Júnior (Franca) – “O conhecimento do futuro-previsões”; Marlene Gonçalves (Ribeirão Preto) – “Influência perniciosa das ideias materialistas”; Antonio Carlos Navarro (São José do Rio Preto) – “A vida futura”; Rosana de Souza Ormundo (Rio Claro) – “As aristocracias”; Ditinha Calixto (José Bonifácio) – “Nova geração”.

Também ocorreram estudos sobre sub-temas, reuniões de jovens da região, visita ao Museu de Bebedouro (de aviões e veículos), apresentação por parte de equipe do Movimento Fraternidade sem Fronteiras, estande de livros da Casa Editora O Clarim; reunião da USE Regional de Ribeirão Preto. O evento aconteceu no Real Palace Hotel, inclusive com as refeições coletivas.

Estavam presentes 340 dirigentes e frequentadores da região; Pascoal Antonio Bovino, 2º vice-presidente da USE-SP e presidente da USE Regional de Ribeirão Preto; Aparecido Belvedere, da Casa Editora O Clarim; e a coordenação local coube a Edmir Garcia, presidente da USE Intermunicipal de Bebedouro. Perri autografou seus livros editados por O Clarim e também "Benedita Fernandes. A dama da Caridade".

Neurocirurgião volta do coma e se convence que há vida após a morte

Neurocirurgião volta do coma e se convence que há vida após a morte

Alexander Eben entrou em coma profundo, teve visões de uma espécie de paraíso, e voltou convencido de que existe vida do outro lado.

O Fantástico conta uma história do além! Um neurocirurgião americano nunca acreditou em vida após a morte até passar por uma experiência dramática. Ele entrou em coma profundo, teve visões de uma espécie de paraíso, e voltou convencido de que existe vida do outro lado. O que existe depois que a vida acaba? Para o neurocirurgião Alexander Eben, a morte sempre significou o fim de tudo. Ele entende do assunto: foi professor da escola de medicina de Harvard, nos Estados Unidos, e há mais de 25 anos estuda o cérebro. Sempre tinha uma explicação científica para os relatos dos pacientes que voltavam do coma com histórias de jornadas fora do corpo para lugares desconhecidos. Até que ele próprio vivenciou uma delas.

E agora afirma: existe vida após a morte. Era 10 de novembro de 2008. O doutor Alexander é levado às pressas para o hospital, com fortes dores de cabeça. Ao chegar lá, é imediatamente internado na UTI. Em poucas horas já estava em coma profundo. Ele havia contraído uma forma rara de meningite. Quando o doutor Alexander entrou no hospital os médicos disseram à família que a possibilidade dele sobreviver seria muito baixa. Ele ficou em coma profundo por sete dias. E foi durante esse período que o doutor Alexander afirma ter tido a experiência mais fantástica que um ser humano pode ter. Na jornada que eu tive não existia corpo, apenas a minha consciência, diz o médico. Meu cérebro não funcionava. Eu não me lembrava de nada da minha vida pessoal, meus filhos, ou quem eu era.

Ele escreveu um livro para relatar a sua experiência de quase morte. E conta que primeiro foi levado para um ambiente escuro, lamacento e sem seguida chegou a um lugar bonito e tranqüilo. Um vale extenso, muito verde, cheio de flores e repleto de borboleta, diz ele. Ele conta que viu também um espírito lindo, uma mulher com uma roupa simples e com asas. Ela me disse: ‘você vai ser amado para sempre, não há nada a temer, nós vamos cuidar de você’. Perguntamos ao doutor Alexander se ele viu Deus. Ele disse que sim: Deus estava em tudo ao meu redor, ele estava lá o tempo todo.

Um pesquisador da Universidade Federal de Juiz de Fora participa do maior estudo mundial já feito sobre as experiências de quase morte. “Os estudos mostram que apenas 10%, uma em cada dez pessoas que tiveram uma ressuscitação bem sucedida relatam experiência de quase morte. Os pacientes que vivenciaram uma experiência de quase morte tendem a ter ao longo do tempo, por exemplo, aumento da satisfação com a vida, tendem a ter diminuição do medo da morte, maior apreciação da espiritualidade, maior apreciação da natureza”, afirma o professor de psiquiatria da Universidade de Juiz de Fora Alexander Moreira-Almeida. A morte é uma transição, não é o fim de tudo, resume o doutor Alexander. Minha jornada serviu para me mostrar que a consciência nossa existe além do corpo, e ela é muito mais rica fora dele. Isso pode significar que a nossa alma, nosso espírito, seria eterno.

No Brasil, existem pacientes como o doutor Alexander. Outro caso aconteceu com a mãe de Vera Tabach que passou três meses em coma. Ela voltou contando uma história incrível. “Ela confessou que nesse período de coma ela se viu como se fosse num quarto de hospital sempre numa cama com várias pessoas em volta de branco. Ela disse que tinha feito um acordo. Que eles tinham dado mais 20 anos para ela, que ela ia conseguir criar os filhos e depois ela ia embora. E a gente acho aquilo uma história, mas realmente aconteceu”, lembra a jornalista Vera Tabach. Dia 17 de outubro de 1974, quando ela foi para UTI. E voltou depois de um tempo. Quando passou 20 anos, em 1994, em abril, ela começou a se sentir mal. Às 05h, 18 de outubro de 1994, ela morreu. “Ela sempre dizia que na vida só não tinha jeito pra morte. E depois que ela voltou ela disse que até para morte tinha jeito” conta Vera Tabach.

O doutor Alexander diz que por dois anos tentou achar uma explicação científica para o que aconteceu com ele e com esses outros pacientes. Queria saber se tudo podia ser uma ilusão produzida de alguma maneira pelo cérebro, conversei com colegas da área e cheguei à conclusão de que não há como que explicar. Não foi alucinação, não foi sonho. Mas nem todos concordam. O professor de neurociências da Universidade de Columbia, Dean Mobbs, diz que é difícil acreditar num desligamento completo do cérebro. E que mesmo no caso do doutor Alexander, outras áreas do cérebro podem ter permanecido ativas, provocando as sensações que ele descreve. O nosso cérebro é muito bom em transformar a realidade. Em um acidente, como um trauma na cabeça, os caminhos do cérebro podem ser danificados mas é possível que ele encontre outras maneiras de identificar os sinais que vêm de fora e criar uma nova experiência como a da quase morte, por exemplo. O uso de fortes analgésicos e a baixa oxigenação do cérebro durante estados de coma podem explicar que luzes e sons estranhos sejam percebidos pela mente. E a sensação de estar fora do corpo já foi induzida artificialmente em muitas pesquisas.

Eu acho que essas experiências de quase morte na realidade são uma maneira do cérebro lidar com um trauma. A ciência ainda não tem respostas conclusivas sobre as experiências de quase morte. “A grande discussão que existe hoje é: a mente é um produto do cérebro, o cérebro produz a mente; ou a mente é algo além do cérebro, mas que se relaciona com o cérebro”, questiona Alexander. Independentemente do que tem acontecido, diz a esposa do doutor Alexander, para ela, que ficou ao lado do leito do hospital esperando o marido voltar, o final foi feliz. Quando chegamos em casa e sentamos no sofá, não acreditei que ele estava junto comigo de novo.

Fonte: Facebook