Contexto social e religioso na França de Kardec

Contexto social e religioso na França de Kardec

 

 

O tema: “Contexto social e religioso na França de Kardec” foi desenvolvido no dia 17 de março, por Cesar Perri (São Paulo), apresentando projeção de power point, no estudo virtual “ESPIRITISMO: DAS OBRAS BÁSICAS ÀS VIVÊNCIAS E VISÃO DE FUTURO”, coordenado pelo expositor e promovido pelo Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo Eduardo Carvalho Monteiro, de São Paulo.

A reunião foi coordenada por Pedro Nakano, que fez a prece de abertura com apoio técnico de Sidnei Zaluchi (da USE-SP), que proferiu a prece de encerramento, e de Kátia Golinelli.

As transmissões às 20 horas das 3as feiras, pelo CCDPE, canal do You Tube, e conta com parcerias da Estação Dama da Caridade Benedita Fernandes/RAETV e da WebRadio Portal da Luz.

Acesso pelo link:

 

Recordações do passado e o verdadeiro profeta

Recordações do passado e o verdadeiro profeta

Na reunião matutina de domingo, dia 15 de março, na Instituição Nosso Lar, em Araçatuba, Felipe Perri abordou o tema “Recordação da existência corpórea” (O Livro dos Espíritos, questões 304 a 319). Paulo Sérgio Perri de Carvalho expôs sobre “Caracteres do verdadeiro profeta” (O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 21).

A reunião foi transmitida pelo canal da Instituição e pela Estação Dama da Caridade Benedita Fernandes.

Acesse as palestras pelo link:

 

Livro sobre “Entre vidas” está disponível

Livro sobre Entre vidas está disponível

Encontra-se disponível o livro Entre vidas – cá e lá registra momentos e depoimentos do autor sobre uma dualidade entre a presente existência e o passado, enquadráveis no conceito de interexistência.

"O autor Antonio Cesar Perri de Carvalho reside em São Paulo. Casado, professor titular aposentado e ex-Pró-Reitor da Universidade Estadual Paulista (UNESP). Atua no movimento espírita desde 1964, foi presidente da FEB (Federação Espírita Brasileira) e da USE (União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo), foi membro da comissão executiva do CEI (Conselho Espírita Internacional). Em São Paulo é colaborador do Grupo Espírita Casa do Caminho e do Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo Eduardo Carvalho Monteiro.

No conjunto de fatos relatados, faz-se fundamentação em obras de Allan Kardec e psicográficas de Francisco Cândido Xavier sobre planejamento espiritual e influências dos Espíritos, e se relaciona experiência de vida com situações de interações entre as dimensões corpóreas e espirituais. Comenta-se situações sugestivas de uma condição de ser interexistente.

Os registros são ilustrados com percepções e informações espirituais hauridas em ações em instituições espíritas e inúmeras viagens a diversos países. O livro é enriquecido com apresentações opinativas de lideranças espíritas com experiências nas áreas psíquica e espiritual: Vanessa Anseloni (Virgínia, EUA), Célio Trujillo Costa (Curitiba, PR) e Deusa Samú (São Paulo, SP)."

Link para informação e encomendas (copie e cole): https://www.oclarim.com.br/entre-vidas-ca-e-la/p

 

GUARDEMOS SAÚDE MENTAL

GUARDEMOS SAÚDE MENTAL

“Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da Terra.” — Paulo. (COLOSSENSES, CAPÍTULO 3, VERSÍCULO 2.)

O Cristianismo primitivo não desconhecia a necessidade da mente sã e iluminada de aspirações superiores, na vida daqueles que abraçam no Evangelho a renovação substancial.

O trabalho de notáveis pensadores de hoje encontra raízes mais longe.

Sabem agora, os que lidam com os fenômenos mediúnicos, que a morte da carne não impõe as delícias celestiais.

O homem encontra-se, além do túmulo, com as virtudes e defeitos, ideais e vícios a que se consagrava no corpo.

O criminoso imanta-se ao círculo dos próprios delitos, quando se não algema aos parceiros na falta cometida.

O avarento está preso aos bens supérfluos que abusivamente amontoou.

O vaidoso permanece ligado aos títulos transitórios.

O alcoólatra ronda as possibilidades de satisfazer a sede que lhe domina os centros de força.

Quem se apaixona pelas organizações caprichosas do “eu”, gasta longos dias para desfazer as teias de ilusão em que se lhe segrega a personalidade.

O programa antecede o serviço.

O projeto traça a realização.

O pensamento é energia irradiante.

Espraiemo-lo na Terra e prender-nosemos, naturalmente, ao chão.

Elevemo-lo para o Alto e conquistaremos a espiritualidade sublime.

Nosso espírito residirá onde projetarmos nossos pensamentos, alicerces vivos do bem e do mal.

Por isto mesmo, dizia Paulo, sabiamente: — “Pensai nas coisas que são de cima.”

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Pão nosso. Cap.177. FEB)

A fraternidade no diálogo espiritual

A fraternidade no diálogo espiritual

Antonio Cesar Perri de Carvalho

O Grupo Espírita Casa do Caminho, de São Paulo, tem promovido estudos continuados em que o seminário “papel dos esclarecedores nos grupos mediúnicos” tem sido repetido e aprofundado. Trata-se de tema que deve merecer muita atenção nesses grupos dos centros espíritas.

O tema nos remete, de início, a Chico Xavier que atuou no Centro Espírita Luiz Gonzaga desde a fundação em 1927 até sua mudança para Uberaba, no início de 1959. Nesse local atendeu semanalmente muitos milhares de pessoas que o procuravam sedentos de consolo e esclarecimento espiritual. A partir desses diálogos com Chico Xavier com as pessoas, sempre solícito e fraternal, iniciava-se um atendimento que, sem dúvida, envolvia o tratamento espiritual dos encarnados e dos desencarnados que eram por eles atraídos. Alguns desses espíritos eram encaminhados para postos de acolhimento do Mundo Espiritual, outros eram envolvidos na esfera de atendimento do próprio Centro em função de suas reuniões. Nas reuniões mediúnicas Chico Xavier atuava não apenas como médium de espíritos esclarecidos e orientadores, mas também para manifestação de espíritos enfermiços. Ademais, um grupo de colaboradores do Centro Espírita Luiz Gonzaga, incluindo Chico Xavier, constituíu o Grupo Meimei, voltado ao atendimento de espíritos enfermiços.

O inesquecível médium mineiro transmitiu a Arnaldo Rocha, que era o coordenador desse Grupo, algumas recomendações:

“[…] porque se deve dialogar com os Espíritos sem qualquer ideia de doutrinação. […] transmitiu-me as orientações iniciais de Emmanuel: nunca discutir com a entidade comunicante e nem falar que ela já ‘morreu’…”1 De início, a compreensão e a tradição religiosa do espírito comunicante deve ser respeitada. Entre muitos exemplos há a série de cartas familiares de espírito que desencarnou convicto das tradições do judaísmo.2,3

Há muitas obras que tratam da prática do diálogo com os espíritos enfermiços. Iremos nos restringir apenas a alguns, resultantes da mediunidade de Chico Xavier. Entre estes, Instruções psicofônicas, que é resultado das transcrições das gravações do já citado Grupo Meimei, coordenado por Arnaldo Rocha. Deste livro e da entrevista com Arnaldo destacamos a mensagem de Emmanuel:

“Sem o carinho e a receptividade do coração, sofreremos o império do desespero. Sem o devotamento e a decisão do braço, padeceremos a inércia. Contudo, para que o trio funcione com eficiência, são necessários três requisitos na máquina de ação em que se expressam: Confiança. Boa-vontade. Harmonia.”4

Em outra obra que relaciona a prática mediúnica com a moral ensinada por Jesus, Emmanuel orienta: “Cultivar o tato psicológico, evitando atitudes ou palavras violentas, mas fugindo da doçura sistemática que anestesia a mente sem renová-la.”5 A essa altura cabem dois comentários sintéticos do espírito Emmanuel sobre o atendimento de espíritos enfermiços: “[…] com a mediunidade esclarecida, é fácil aliviá-los e socorrê-los.”5 “[…] Reunamo-nos nas bases a que nos referimos, sob a inspiração do Cristo, Nosso Mestre e Senhor, e as nossas reuniões mediúnicas serão sempre um santuário de caridade e um celeiro de luz.”4

Os livros do Espírito André Luiz, conhecidos como série Nosso Lar, esclarecem magistralmente os processos de libertação espiritual. Todavia, em Desobsessão estão disponíveis várias recomendações práticas para uma reunião: “O médium de incorporação, como também o médium esclarecedor, não podem esquecer, em circunstância alguma, que a entidade perturbada se encontra, para eles, na situação de um doente ante o enfermeiro. […] O esclarecimento não será, todavia, longo em demasia”.6

Deve ficar claro que os espíritos citados em vários locais empregam as expressões: espíritos enfermiços; como parentes nossos enfermos; doente ante o enfermeiro… O membro da equipe mediúnica que atua como dialogador tem um papel muito importante e os orientadores espirituais comparam-no a um enfermeiro ante um doente, referindo-se aos espíritos necessitados, como enfermiços, como se fossem parentes nossos enfermos…

Ou seja, o tom da fraternidade deve prevalecer no diálogo com os espíritos necessitados de acolhimento, apoio e esclarecimento.

 A resultante dos esclarecimentos espirituais nos remete a um episódio significativo. No dia 2 de abril de 2010, exatamente no dia do Centenário de nascimento de Chico Xavier, houve a inauguração do Memorial do Luiz Gonzaga, anexo a centro de mesmo nome, em Pedro Leopoldo, a terra natal do médium. Na oportunidade representamos o presidente da Federação Espírita Brasileira (FEB) e estavam presentes representantes da Municipalidade, Banda da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais, dirigentes da União Espírita Mineira (UEM), Arnaldo Rocha, Oceano Vieira de Melo, Terezinha de Oliveira (de Campinas), parentes e amigos de Chico Xavier. No final da cerimônia assistimos a um fato inesquecível e emocionante: o mestre de cerimônias solicitou que abrissem uns engradados cobertos, que se encontravam cheios de pombas, e estas iniciaram voos. Em comentário do cerimonial, fez-se uma comparação ao voo livre das pombas, em um belo bailado aéreo: “[…] a libertação das almas iluminadas pelo Evangelho à luz do Espiritismo, que por aqui estiveram, ao se desprenderem do corpo físico”.3

Essa frase é muito marcante! O exemplo no bem persistente de Chico Xavier, o seu amor em ação, fizeram dele um valoroso intermediário para a libertação de almas.

Referências:

1) Livros pioneiros obtidos de gravações de psicofonias. Reformador. Ano 129. N.2.190. Setembro de 2011. P. 329-331.

2) Xavier, Francisco Cândido; Muszkat, Roberto; Muszkat, David. Quando se pretende falar da vida. São Bernardo do Campo: GEEM. 1983.

3) Carvalho, Antonio Cesar Perri. Chico Xavier. O homem, a obra e repercussões. Cap. 2.7. Capivari: Ed. EME. 2019.

4) Xavier, Francisco Cândido. Espíritos diversos. Instruções psicofônicas. Cap. 59. Rio de Janeiro. FEB.

5) Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Seara dos médiuns. Cap. 55. FEB.

6) Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito André Luiz. Desobsessão. Cap. 37. FEB.

Artigo transcrito de artigo do autor: Revista Internacional de Espiritismo. Ano XCIV. N.3. Abril de 2019. P.140-141.

Emprego da riqueza na visão espiritual

Emprego da riqueza na visão espiritual

O tema “emprego da riqueza” foi desenvolvido por Célia Maria Rey de Carvalho, ao comentar itens do Cap. 16 de “O Evangelho segundo o Espiritismo”, na reunião pública matutina do dia 07 de março no Grupo Espírita Casa do Caminho, em São Paulo. A reunião foi coordenada por Rogério Ferraro.

Esse Centro localizado na Vila Mariana, na capital paulista, mantém reuniões públicas e transmitidas pela internet, de 2ª a 6ª feira, às 14 e às 19 horas; aos sábados e domingos pela manhã.

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Interexistência no inédito “Entre vidas”

Interexistência no inédito Entre vidas

Entre vidas – cá e lá registra momentos e depoimentos do autor sobre uma dualidade entre a presente existência e o passado, enquadráveis no conceito de interexistência.

O autor Antonio Cesar Perri de Carvalho reside em São Paulo. Casado, professor titular aposentado e ex-Pró-Reitor da Universidade Estadual Paulista (UNESP). Atua no movimento espírita desde 1964, foi presidente da FEB (Federação Espírita Brasileira) e da USE (União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo), foi membro da comissão executiva do CEI (Conselho Espírita Internacional). Em São Paulo é colaborador do Grupo Espírita Casa do Caminho e do Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo Eduardo Carvalho Monteiro.

No conjunto de fatos relatados, faz-se fundamentação em obras de Allan Kardec e psicográficas de Francisco Cândido Xavier sobre planejamento espiritual e influências dos Espíritos, e se relaciona experiência de vida com situações de interações entre as dimensões corpóreas e espirituais. Comenta-se situações sugestivas de uma condição de ser interexistente. Os registros são ilustrados com percepções e informações espirituais hauridas em ações em instituições espíritas e inúmeras viagens a diversos países.

O livro é enriquecido com apresentações opinativas de lideranças espíritas com experiências nas áreas psíquica e espiritual: Vanessa Anseloni (Virgínia, EUA), Célio Trujillo Costa (Curitiba, PR) e Deusa Samú (São Paulo, SP).

Link para informação e encomendas (copie e cole):

https://www.oclarim.com.br/entre-vidas-ca-e-la/p

O “nascer de novo” no diálogo com Jesus

O “nascer de novo” no diálogo com Jesus

Com base no capítulo IV de “O Evangelho segundo o Espiritismo”, Cesar Perri desenvolveu tema sobre ideias de reencarnação com base em diálogos de Jesus com Nicodemos sobre o “nascer de novo” e com outros interlocutores sobre o esperado retorno de Elias. A reunião presencial e transmitida pela internet ocorrida no dia 02 de março faz parte de série de palestras sobre essa obra de Allan Kardec, na sede do Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo de São Paulo, às 2as feiras, 20 horas. Em seguida há passes. O Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo Eduardo Carvalho Monteiro, de São Paulo localiza-se na Alameda dos Guaiases, 16 – Indianópolis/Planalto Paulista, São Paulo.

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Relações entre Estado e Igreja na história do Cristianismo

Relações entre Estado e Igreja na história do Cristianismo

No estudo virtual desenvolvido no dia 10 de março, Flávio Rey de Carvalho (São Paulo), abordou o tema “Momentos do cristianismo e o significado de “entre luzes e trevas” – relações entre Estado e Igreja; padroado”. Focalizou a trajetória das disputas entre as “espadas” temporal e espiritual, a Reforma, os embates provocados pelo iluminismo, e como ocorria a designação de bispos pelo Reino de Portugal e pelo Império do Brasil. A apresentação está fundamentada em tese de doutorado em Ciência da Religião defendida pelo expositor na PUC-SP, e transformada em livro.

O programa virtual “ESPIRITISMO: DAS OBRAS BÁSICAS ÀS VIVÊNCIAS E VISÃO DE FUTURO”, é coordenado por Cesar Perri e promovido pelo Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo Eduardo Carvalho Monteiro, de São Paulo. A reunião foi coordenada por Pedro Nakano, com apoio técnico de Kátia Golinelli e de Sidnei Zaluchi (da USE-SP).

As transmissões ocorrem às 20 horas das 3as feiras, pelo CCDPE, canal do You Tube, e conta com parcerias da Estação Dama da Caridade Benedita Fernandes/RAETV e da WebRadio Portal da Luz.

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Musical homenageia Chico Xavier no Teatro Nacional em Brasília

Musical homenageia Chico Xavier no Teatro Nacional em Brasília

O musical "Anjo das Escritas Iluminadas", celebra vida e legado de Chico Xavier. Está em cartaz no Teatro Nacional, em Brasília, em março, entre sexta-feira (13) e domingo (15).

O musical revela como as cartas psicografadas por Chico Xavier devolveram esperança a famílias enlutadas e até inocentaram injustiçados perante à Justiça. O espetáculo percorre momentos marcantes da trajetória de Chico: da infância humilde até se tornar o médium responsável por psicografar mais de 450 obras.

De acordo com o ator Arthur Souza, que interpreta Chico Xavier no espetáculo, o papel é uma grande responsabilidade, ligado aos ensinamentos que o médium deixou sobre desprendimento e caridade.

"Não é simplesmente dar voz a um personagem histórico no Brasil e no mundo, mas fazer essa interpretação trazendo o que havia de mais genuíno em Chico Xavier, que era doçura, gentileza e uma inteligência muito generosa, não vaidosa, mas muito correta e firme. E, ao mesmo tempo, receber e entender o quanto ele foi útil para todos nós por meio da literatura que ele trouxe vida", afirma o ator.