Justiça, obediência e resignação

Justiça, obediência e resignação

 

Na reunião pública da Instituição Nosso Lar (Araçatuba), domingo pela manhã, no dia 28 de julho contou com exposições de Rubens Capalbo sobre o tema “justiça e direito natural”, com base em “O Livro dos Espíritos” e, por Barcelo Ângelo Cintra, sobre “obediência e resignação”: capítulo IX, item 8 de “O Evangelho segundo o Espiritismo”. A reunião também é transmitida pela Instituição e pela Estação Dama da Caridade Benedita Fernandes. A reunião também é transmitida pela Instituição e pela Estação Dama da Caridade Benedita Fernandes.

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Filme sobre Benedita exibido no Rio de Janeiro

Filme sobre Benedita exibido no Rio de Janeiro

O filme “Benedita uma heroína invisível. O legado da superação” teve muitos espectadores na exibição feita no dia 28 de julho, no Centro Espírita Miguel, bairro Abolição, Rio de Janeiro. Na véspera, dia 27, também houve exibição do filme em Porto Velho (Rondônia), no Centro Espírita Irmão Jacob. O filme focaliza a vida e obra de Benedita Fernandes, que superou terrível obsessão e se transformou na pioneira da assistência social espírita na região noroeste do Estado de São Paulo, dedicando-se a doentes mentais e a crianças.

Entre os participantes, o ator Renato Prieto, como convidado; Divaldo Pereira Franco, como entrevistado, e, a cantora Paula Zamp. O enredo do filme está baseado no livro “Benedita Fernandes. A dama da caridade”, de Antonio Cesar Perri de Carvalho.

Um filme para exibir a obra do bem e gerar bilheteria às obras do bem. Exibições em circuito alternativo ocorrem mediante agendamentos. Podem ser em sala de cinema, espaço cultural, teatro e na Casa Espírita. Percentual da venda de ingressos fica para os promotores locais. Contato: Sirlei Nogueira – WA 18 99709.4684.

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Os 160 anos do Evangelho em Encontro Nacional de Pesquisadores do Espiritismo

Os 160 anos do Evangelho em Encontro Nacional de Pesquisadores do Espiritismo

           

O 19o Encontro Nacional de Pesquisadores do Espiritismo, ocorrerá nos dias 24 e 25 agosto, na sede da USE-SP, em São Paulo (perto do metrô Santana). Tema central: “160 anos de O Evangelho segundo o Espiritismo”. Esses Encontros são promovidos anualmente pela Liga de Pesquisadores do Espiritismo – LIHPE. A Liga de Pesquisadores do Espiritismo (LIHPE) é uma comunidade virtual que reúne pesquisadores, sejam espíritas ou não, sejam acadêmicos ou não, que se interessam em pesquisar o Espiritismo ou o Movimento Espírita. A LIHPE tem, como parceiro natural, o Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo Eduardo Carvalho Monteiro – CCDPE-ECM, sediado na cidade de São Paulo, na Alameda dos Guaiases, 16, bairro Indianópolis.

Inscrições (copie e cole): bit.ly/19enlihpe-inscricao

ESTAÇÕES NECESSÁRIAS

ESTAÇÕES NECESSÁRIAS

“Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor.” — (ATOS, CAPÍTULO 3, VERSÍCULO 19.)

Os crentes inquietos quase sempre admitem que o trabalho de redenção se processa em algumas providências convencionais e que apenas com certa atividade externa já se encontram de posse dos títulos mais elevados, junto aos Mensageiros Divinos.

A maioria dos católicos romanos pretende a isenção das dificuldades com as cerimônias exteriores; muitos protestantes acreditam na plena identificação com o céu tão-só pela enunciação de alguns hinos, enquanto enorme percentagem de espiritistas se crê na intimidade de supremas revelações apenas pelo fato de haver freqüentado algumas sessões.

Tudo isto constitui preparação valiosa, mas não é tudo. Há um esforço iluminativo para o interior, sem o qual homem algum penetrará o santuário da Verdade Divina.

A palavra de Pedro à massa popular contém a síntese do vasto programa de transformação essencial a que toda criatura se submeterá para a felicidade da união com o Cristo.

Há estações indispensáveis para a realização, porqüanto ninguém atingirá de vez a eterna claridade da culminância.

Antes de tudo, é imprescindível que o culpado se arrependa, reconhecendo a extensão e o volume das próprias faltas e que se converta, a fim de alcançar a época de refrigério pela presença do Senhor nele próprio.

Aí chegado, habilitar-se-á para a construção do Reino Divino em si mesmo.

Se, realmente, Já compreendes a missão do Evangelho, identificarás a estação em que te encontras e estarás informado quanto aos serviços que deves levar a efeito para demandar a seguinte.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Pão nosso. Cap. 13. FEB)

As Olimpíadas “sob o Céu de Paris”

As Olimpíadas “sob o Céu de Paris”

Antonio Cesar Perri de Carvalho

A mídia polarizou nossas atenções no dia 26 de julho com a transmissão da abertura dos 33o Jogos Olímpicos, em Paris.

As imagens impactantes fizeram-nos mergulhar em lances de espectador maravilhado e com inúmeras evocações históricas.

Veio em nossa mente a famosa canção de Edith Piaf: “Sob o céu de Paris”. Alguns trechos são marcantes e se relacionam com a cerimônia do trajeto fluvial evocativo da história do humanismo, cultura, política, arte, e, tudo com toques variados cheios de surpresas, sincronicidade e muita beleza:

“Sob a ponte de Bercy/ Um filósofo sentado,[…] Dois músicos, alguns curiosos,/ e também milhares de pessoas […] Vão cantar até de noite/ O hino de um povo apaixonado/ Por sua velha cidade/ Por nossa Ilha Saint Louis/ E quando ela lhe sorri/ […] Perto da Notre Dame/ Por vezes se trama um drama/ […] Alguns raios do sol de verão/ […] O acordeom de um marinheiro/ A esperança floresce/ […] Corre um alegre rio/ E o céu de Paris/ Tem seu próprio segredo/ […] E o céu de Paris/ Tem seu próprio segredo/ Há vinte séculos ele está apaixonado/ […] Mas, o céu de Paris não fica por muito tempo cruel/ Para se fazer perdoar, ele oferece um arco-íris”.

O desfile pelo rio Sena das embarcações com as delegações animadas pelo espírito olímpico, de respeito à diversidade das nações, oferecia uma ideia de fraternidade.

Simultaneamente muitas encenações e apresentações artísticas ao vivo refletiram tendências da sociedade francesa para convivência com a diversidade social e o multiculturalismo.(*)

Ficou bem evidenciado o respeito e homenagem aos atletas olímpicos franceses, veteranos e portadores de medalhas de vários Jogos.

Em vários momentos veio à tona o lema: “liberdade, igualdade, fraternidade”! E no seio da nação onde ele surgiu.

Com inovações inimagináveis e emprego de muita tecnologia, o espetáculo de abertura e a transmissão mundial, foi o maior espetáculo que tivemos o privilégio de assistir.

De nossa parte não podemos olvidar o papel espiritual representado em terras francesas, entre muitos vultos, por Joana D’Arc, Allan Kardec e o apaixonado “celta” Léon Denis.

Cremos que nossas observações ficam robustecidas com as anotações de Emmanuel (A caminho da luz, FCX):

“O próprio instinto democrático da Inglaterra e da França, bem como as suas elevadas obras de socialização, ainda representam frutos da missão educativa do Império, no seio da Humanidade. […] A Inglaterra e a França preparam-se para a grande missão democrática que o Cristo lhes conferira. […] a célebre Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, uma série de reformas se verifica em todos os departamentos da vida social e política da França. […] França ensaia os passos definitivos para a sabedoria e para a beleza.”

No triunfal encerramento do espetáculo, do alto da Torre Eiffel ecoou o “hino ao amor”, de Edith Piaf. Oportuna inspiração.

Fazemos votos que a mensagem inteligentemente elaborada para essa cerimônia – valores históricos, sabedoria, cultura, arte, respeito, beleza – (liberdade, igualdade, fraternidade), sensibilize corações em todo o mundo para os esforços pela paz.

(*) A diversidade que nos referimos não representa endosso nosso a todas as apresentações, algumas até desrespeitosas como a representação sobre a chamada "santa ceia".

PROVAS DE FOGO

PROVAS DE FOGO

“E o fogo provará qual seja a obra de cada um.” — Paulo. (1ª EPÍSTOLA AOS CORÍNTIOS, CAPÍTULO 3, VERSÍCULO 13.)

A indústria mecanizada dos tempos modernos muito se refere às provas de fogo para positivar a resistência de suas obras e, ponderando o feito, recordemos que o Evangelho, igualmente, se reporta a essas provas, há quase vinte séculos, com respeito às aquisições espirituais.

Escrevendo aos coríntios, Paulo imagina os obreiros humanos construindo sobre o único fundamento, que é Jesus-Cristo, organizando cada qual as próprias realizações, de conformidade com os recursos evolutivos.

Cada discípulo, entretanto, deve edificar o trabalho que lhe é peculiar, convicto de que os tempos de luta o descobrirão aos olhos de todos, para que se efetue reto juízo acerca de sua qualidade.

O aperfeiçoamento do mundo, na feição material, pode fornecer a imagem do que seja a importância dessas aferições de grande vulto.

A Terra permanece cheia de fortunas, posições, valores e inteligências que não suportam as provas de fogo; mal se aproximam os movimentos purificadores, descem, precipitadamente, os degraus da miséria, da ruína, da decadência.

No serviço do Cristo, também é justo que o aprendiz aguarde o momento de verificação das próprias possibilidades.

O caráter, o amor, a fé, a paciência, a esperança representam conquistas para a vida eterna, realizadas pela criatura, com o auxilio santo do Mestre, mas todos os discípulos devem contar com as experiências necessárias que, no instante oportuno, lhe provarão as qualidades espirituais.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Pão nosso. Cap. 18. FEB)

Cristianismo brasileiro contemporâneo em evento e livro

 Cristianismo brasileiro contemporâneo em evento e livro

      

 

O programa de Pós-Graduação em Ciência da Religião da PUC/SP, em parceria com o Programa de Pós-Graduação de Sociologia da UFSCar, promoveram o lançamento ecumênico do livro O cristianismo brasileiro contemporâneo: aspectos econômicos, assistenciais, ecumênicos e políticos, do professor de Sociologia da UFSCar André Ricardo de Souza, edição da UFSCar.

Integraram a mesa-redonda, como convidados: o Reverendo Arthur Cavalcante (Catedral Anglicana de São Paulo), o padre Júlio Lancellotti (Pastoral, SP), as pastoras Romi Bencke (CONIC, DF) e Lusmarina Garcia (F.N.D., RJ), o professor de ciência da religião Edin Abumanssur (PUC-SP), os espíritas Cesar Perri (CCDPE e GEECX, São Paulo) e Flávio Mussa Tavares (Escola Jesus Cristo, Campos, RJ).

O evento aconteceu no dia 20 de julho de 2024, na Catedral Anglicana Santíssima Trindade, no centro da capital paulista.

A obra de André Ricardo de Souza discute as faces mais relevantes do cristianismo no Brasil contemporâneo, abrangendo seus três grandes segmentos: o católico, o evangélico e o espírita, sendo este último incluso no conjunto pesquisado devido sobremaneira à materialização do princípio da caridade cristã através de suas obras assistenciais. Resultado de ampla investigação financiada pela FAPESP e pelo CNPq, o livro contém pertinentes dados e análises sobre as principais feições econômicas, assistenciais, políticas e ecumênicas do heterogêneo e controverso, em determinados aspectos, cristianismo brasileiro.

Gravação do evento:

Minha mãe e meus irmãos?

Minha mãe e meus irmãos?

   

Na tarde do dia 23 de julho, no Grupo Espírita Casa do Caminho, em São Paulo, em reunião pública e transmitida pela internet Célia Maria Rey de Carvalho discorreu sobre o versículo de Mateus e Marcos: “quem é minha mãe e quem são meus irmãos”, com base no Capítulo XIV de “O evangelho segundo o espiritismo”. A reunião foi coordenada por Inês Bareia Peres, com atuação da equipe Vilma, Marcely e Violeta. Houve apresentação em piano pelo jovem Lucca Casagrande. O Grupo Espírita Casa do Caminho, localizado na Vila Clementino em São Paulo, mantém reuniões públicas de 2ª a 6ª feiras em horários vespertinos e noturnos e sábados e domingos pela manhã, cursos, reuniões mediúnicas, atividades assistenciais em outro bairro.

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Ações humanas e a paciência

Ações humanas e a paciência

Na reunião pública da Instituição Nosso Lar (Araçatuba), aos domingos pela manhã, no dia 21 de julho contou com exposições de Guilherme Francisco Fernandes sobre o tema “móvel das ações humanas”, com base em “O Livro dos Espíritos” e, por Roberto César dos Santos, sobre “a paciência”: item 7, capítulo IX de “O Evangelho segundo o Espiritismo”. A reunião também é transmitida pela Instituição e pela Estação Dama da Caridade Benedita Fernandes.

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