Nas sendas do mundo e o início de novo ano

Nas sendas do mundo e o início de novo ano

  

Na manhã do dia 02 de janeiro de 2025, Cesar Perri prosseguiu focalizando o “Livro da Esperança”. Entre os capítulos comentados pelo expositor, “Nas sendas do mundo” ensejou reflexões sobre o final e início de ano. Essa obra foi elaborada pelo espírito Emmanuel, psicografia de Chico Xavier, para homenagear o centenário do Evangelho de autoria de Kardec (Ed. CEC, Uberaba, 1964). Essas transmissões da Estação Dama da Caridade Benedita Fernandes completam um ano no final de janeiro e objetivam valorizar os 160 anos da publicação de “O Evangelho segundo o Espiritismo”.

Acesse pelo link (copie e cole):

https://www.youtube.com/live/XiX_6RPM3co

 

 

O consolador na Casa do Caminho

O consolador na Casa do Caminho

  

Na tarde do dia 02 de janeiro de 2025, na reunião pública do Grupo Espírita Casa do Caminho, de São Paulo, Neusa Santos fez a palestra sobre o tema “o consolador prometido por Jesus”, com base no capítulo VI de “O Evangelho segundo o Espiritismo”. A reunião foi aberta por Célia Maria Rey de Carvalho, e teve atuação do presidente Régis Lang e de Marceli Casagrande. Houve transmissão simultânea pela internet. Em seguida ocorreram as reuniões dos grupos mediúnicos.

Acesse pelo link:

 

Projeto Educando os sentimentos

Projeto Educando os sentimentos

Marcus De Mario

Justificativa

Somente seres sensibilizados para o amor, como sentimento e ação, podem renovar a humanidade.

Objetivos

1. Promover a compreensão dos valores. 2. Compreender a família enquanto núcleo de amor. 3. Incentivar a caridade através de ações pessoais no bem coletivo.

Tempo previsto: 4 aulas.

Problematização

As crianças necessitam ser sensibilizadas para a convivência fraterna, solidária, e para ações de amor ao próximo, em contrapartida ao egoísmo e agressividade.

Conteúdo a ser desenvolvido

1ª Aula Tema: Trabalhando valores Objetivo específico: Classificar os valores, destacando as virtudes e os vícios. Demonstrar que o mal nunca será o bem. Conteúdos a serem desenvolvidos através de atividades: Os valores materiais e os valores morais podem ser classificados como bons ou maus, dependendo de como os consideramos e aplicamos na vida. Os bons valores nos trazem virtudes (honestidade, fraternidade, humildade, etc.) e os maus valores estão ligados aos vícios (egoísmo, desonestidade, mentira, etc.). Muitas vezes praticamos o mal e queremos que os outros acreditem que isso é uma coisa boa. Na verdade estamos defendendo apenas nosso próprio interesse. Para Deus, o bem é sempre o bem e o mal é sempre o mal.

2ª Aula Tema: Vivendo em família Objetivo Específico: Compreender a família como espaço social coletivo de convivência para crescimento do amor. Conteúdos a serem desenvolvidos através de atividades: A família é a reunião de espíritos reencarnados – todos nós somos – para trabalhar os laços de convivência e solidariedade. É o melhor local para o exercício do sentimento coletivo. Ninguém nasceu no lar errado, pois os laços de família estão ligados às reencarnações. Vivemos com quem precisamos viver, tanto para a reparação de erros do passado como para construção de uma vida melhor.

3ª Aula Tema: Desenvolvendo a sensibilidade.

Objetivo específico:

Sensibilizar o educando diante do sofrimento alheio, estimulando a ajuda fraterna. Mostrar que a dor pode acontecer com qualquer indivíduo e que o melhor remédio é a prática do bem.

Conteúdos a serem desenvolvidos através de atividades:

Diante dos problemas dos outros – a fome, a sede, uma dor de cabeça, a doença, a dificuldade de andar e tantos outros problemas – precisamos estar prontos para ajudar, para praticar o bem e o amor ao próximo. Isso se chama ser sensível à dor alheia, mesmo porque esses problemas podem acontecer conosco. E quem não quer, e precisa, de ajuda? Ajudar a mamãe em casa, arrumar os brinquedos evitando a bagunça, saber dividir seus pertences com o(a) irmão(ã) ou amigo(a), ajudar a carregar as compras do supermercado, e outras pequenas ajudas, auxiliam o próximo e o beneficiam, deixando a vida mais alegre e feliz

4ª Aula Tema: Amando para ser feliz

Objetivo específico:

Relacionar o amor à criação divina e aos exemplos de Jesus.

Conteúdos a serem desenvolvidos através de atividades:

O amor não é simplesmente a relação entre duas pessoas (os pais ou os namorados). O amor é um sentimento que acaba com as nossas diferenças e deve ser usado para com todos, pois ele é sentimento que nos leva a ter disposição afetiva por alguém. Fazem parte do amor: a caridade e a fraternidade. Deus é amor, e Jesus é o nosso maior modelo de amor. (Do livro Educação do Espírito, Edição Clube de Autores). REE

Transcrito de: Revista Educação Espírita. No 6 – Janeiro/Fevereiro 2025. P. 22-23.

Nas Sendas do Mundo

Nas Sendas do Mundo

“Não ajunteis tesouros na Terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem e onde os ladrões minam e roubam.” JESUS – MATEUS, 6: 19.

“Meus filhos, na sentença: “Fora da caridade não há salvação”, estão encerrados os destinos dos homens, na Terra e no Céu; na Terra, porque à sombra desse estandarte eles viverão em paz; no Céu, porque os que a houverem praticado, acharão graças diante do Senhor.” (ESE, cap, 15, 10).

Deus que nos auxilia sempre nos permite possuir, para que aprendamos também a auxiliar.

Habitualmente, atraímos a riqueza e supomos detê-la para sempre, adornando-nos com as facilidades que o ouro proporciona…

Um dia, porém, nas fronteiras da morte, somos despojados de todas as posses exteriores e se algo nos fica será simplesmente a plantação das migalhas de amor que houvermos distribuído, creditadas em nosso nome pela alegria, ainda mesmo precária e momentânea, daqueles que nos fizeram a bondade de recebê-las.

Via de regra, amontoamos títulos de poder e admitimo-nos donos deles, enfeitando-nos com as vantagens que a influência prodigaliza…

Um dia, porém, nas fronteiras da morte, somos despojados de todas as primazias de convenção e se algo fica será simplesmente o saldo dos pequenos favores que houvermos articulado, mantidos em nosso nome pelo alívio, ainda mesmo insignificante e despercebido, daqueles que nos fizeram a gentileza de aceitar-nos os impulsos fraternos.

Geralmente repetimos frases santificantes, crendo-as definitivamente incorporadas ao nosso patrimônio espiritual, ornando-nos com o prestígio que a frase brilhante atribui…

Um dia, porém, nas fronteiras da morte, somos despojados de todas as ilusões e se algo nos fica será simplesmente a estreita coleção dos benefícios que houvermos feito, assinalados em nosso nome pelo conforto, ainda mesmo ligeiro e desconhecido, daqueles que nos deram oportunidade a singelos ensaios de elevação.

Serve onde estiveres e como puderes, nos moldes da consciência tranquila.

Caridade não é tão-somente a divina virtude, é também o sistema contábil. do Universo, que nos permite a felicidade de auxiliar para sermos auxiliados.

Um dia, nas alfândegas da morte, toda a bagagem daquilo de que não necessites ser-te-á confiscada, entretanto, as Leis Divinas determinarão recolhas, com avultados juros de alegria, tudo o que destes do que és, do que fazes, do que sabes e do que tens, em socorro dos outros, transfigurando-te as concessões em valores eternos da alma, que te assegurarão amplos recursos aquisitivos no Plano Espiritual.

Não digas, assim, que a propriedade não existe ou que não vale dispor disso ou daquilo.

Em verdade, devemos a Deus tudo o que temos, mas possuímos o que damos.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Livro da esperança. Cap. Nas sendas do mundo. Uberaba: CEC)

Refeições e apoio espiritual em praça de Washington

Refeições e apoio espiritual em praça de Washington

Junto a uma comunidade carente na Praça McPherson, em Washington, DC (EUA), membros da Sociedade Espírita da Virgínia (Spiritist Society of Virginia- SSVA), gelando com um frio a -3o C, na passagem de novembro/dezembro, entregaram refeições, orações e apoios. Foi um momento de gentileza e fraternidade para a distribuição de mercadorias recebidas em doação.

A SSVA foi fundada por Vanessa Anseloni, que também dirige a Kardec Radio e é editora-chefe da revista The Spiritist Magazine. Esta revista foi autorizada pelo CEI, editada em inglês há 16 anos pela Sociedade Espírita da Virgínia (SSVA).

Informações:

https://www.facebook.com/vanessa.anseloni;

info@thespiritistmagazine.com

Ano Novo e as Previsões

Ano Novo e as Previsões

Antonio Cesar Perri de Carvalho

Em toda passagem de ano, são comuns as ideias sobre previsões e expectativas.

Em artigo que publicamos na Revista Internacional de Espiritismo (1), expusemos as motivações para escrevermos sobre o tema.

Com algumas adequações, eis sinteticamente o raciocínio desenvolvido no artigo citado. De início, torna-se importante recorrermos à Obra da Codificação. Em A Gênese, há trechos marcantes do Codificador: “O resultado final de um acontecimento pode, pois, ser certo, já que está nos desígnios Deus. Mas, como frequentemente, os detalhes e o modo de execução são subordinados às circunstâncias e ao livre-arbítrio dos homens; os caminhos e os meios podem ser eventuais. Os Espíritos podem nos alertar sobre o conjunto, se for útil que sejamos prevenidos. Mas para precisar o lugar e a data, eles deveriam conhecer previamente a decisão que tal ou qual indivíduo tomará.” Inclusive Kardec comenta sobre “a forma misteriosa e cabalística da qual Nostradamus nos oferece o exemplo mais completo dá-lhe certo prestígio aos olhos do homem comum, que lhe atribui tanto mais valor quanto mais sejam incompreensíveis.”

Em outra parte, Kardec lembra que “a humanidade contemporânea tem também seus profetas; mais de um escritor, poeta, literato, historiador ou filósofo pressentiu, em seus escritos, a marcha futura dos acontecimentos que se veem realizar atualmente. […] Mas, frequentemente também, ela é o resultado de uma clarividência especial…” Sobre o futuro, o Codificador também alerta que “a fraternidade será a pedra angular da nova ordem social, mas não há fraternidade real, sólida e efetiva sem estar apoiada sobre uma base inabalável. Essa base é a fé; não a fé em tais ou quais dogmas particulares que mudam com o tempo e os povos e que se apedrejam mutuamente…”

Portanto, Kardec pondera que “a época atual é a da transição: os elementos das duas gerações se embaralham. Colocados no ponto intermediário, presenciamos a partida de uma e a chegada da outra, a cada qual se distingue no mundo pelas características que lhe são próprias.” Na sequência, tece considerações sobre a “nova geração marchará para a realização de todas as ideias humanitárias compatíveis com o grau de adiantamento ao qual tenha chegado. […] A nova geração, devendo fundar a era do progresso moral, distingue-se por uma inteligência e uma razão geralmente precoces, somadas ao sentimento inato do bem e das crenças espiritualistas. É o sinal incontestável de um certo grau de adiantamento anterior.”

Interessante notar que Kardec dá mais importância às transformações morais e espirituais do que às alterações físicas cíclicas de nosso orbe. Em histórica obra elaborada antes da eclosão – A caminho da luz -, da 2ª Guerra Mundial, Emmanuel discorre sobre o porvir, de uma forma bem geral, analisando no capítulo “A América e o futuro” alguns aspectos como: “Em torno dos seus celeiros econômicos, reunir-se-ão as experiências europeias, aproveitando o esforço penoso dos que tombaram na obra da civilização do Ocidente para a edificação do homem espiritual, que há de sobrepor-se ao homem físico do planeta, no pleno conhecimento dos grandes problemas do ser e do destino. […] Nos campos exuberantes do continente americano estão plantadas as sementes de luz da árvore maravilhosa da civilização do futuro.” E surgem algumas anotações sérias sobre o futuro da Humanidade: “Mas é chegado o tempo de um reajustamento de todos os valores humanos. Se as dolorosas expiações coletivas preludiam a época dos últimos ”ais” do Apocalipse, a espiritualidade tem de penetrar as realizações do homem físico, conduzindo-as para o bem de toda a Humanidade. […] O cajado do pastor conduzirá o sofrimento na tarefa penosa da escolha e a dor se incumbirá do trabalho que os homens não aceitaram por amor. Uma tempestade de amarguras varrerá toda a Terra. […] Condenada pelas sentenças irrevogáveis de seus erros sociais e políticos, a superioridade europeia desaparecerá para sempre, como o Império Romano, entregando à América o fruto das suas experiências, com vistas à civilização do porvir. Vive-se agora, na Terra, um crepúsculo, ao qual sucederá profunda noite; e ao século XX compete a missão do desfecho desses acontecimentos espantosos.”

As anotações de Emmanuel são, no geral, coerentes com textos evangélicos: “No mundo tereis grandes tribulações, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo” (João, 16,33). O versículo seguinte, no entendimento espírita, pode ser interpretado como intensos intercâmbios com o “céu aberto”, ou seja, manifestações de ordem espiritual: “Na verdade, na verdade vos digo que daqui em diante vereis o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem” (João, 1, 51).

A essa altura, são cabíveis as advertências registradas no Novo Testamento com relação aos “falsos profetas”. Entre outras: “Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas,… Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? […] Portanto, pelos seus frutos os conhecereis (Mateus, 7, 15, 20).

As interpretações deturpadoras e alarmantes de profecias e previsões de domínio público e ainda outras que são atribuídas a médiuns já desencarnados muitas vezes causam inseguranças e temores. Isso sem se discutir a questão doutrinária e a coerência do perfil e das obras públicas dos eventuais envolvidos.

Sobre isso, Emmanuel analisa em tom esclarecedor: “[…] em sobrevindo a divisão das angústias da cruz, muitos aprendizes fogem receando o sofrimento e revelando-se indignos da escolha. Os que assim procedem, categorizam-se à conta de loucos, porquanto, subtrair-se à colaboração com o Cristo, é menosprezar um direito sagrado.” Em entrevista concedida a Fernando Worm (Janela para a vida) Chico Xavier atribui a Emmanuel a resposta a questão sobre o futuro da humanidade daqui um milênio: “Com a cooperação do homem, a Divina Providência, no curso de um milênio, pode esculpir primores indefiníveis de paz e amor, progresso e união para a Humanidade”.

E, finalmente, para os novos crentes na “parusia” – que ainda aguardam um retorno do Cristo -, Emmanuel anotou de forma clara: “Os homens esperam por Jesus e Jesus espera igualmente pelos homens.”

Nessas rápidas pinceladas sobre o polêmico tema profecias, entendemos que merece ser estudado e analisado com base nas Obras Básicas da Codificação e aquelas que são coerentes e complementares às mesmas. Há necessidade de bom senso e fundamentação em conhecimentos científicos atuais e, no nosso caso, fidelidade às obras de Allan Kardec. O pouco estudado livro A Gênese, deve merecer mais atenção na seara espírita!: “O progresso da Humanidade tem seu princípio na aplicação da lei de justiça, de amor e de caridade, lei que se funda na certeza do futuro” – Allan Kardec (LE, Conclusão IV).

Referência:

1) Carvalho, Antonio Cesar Perri. Base para interpretação das profecias. Revista Internacional de Espiritismo. Ano XCIV. N. 7. Agosto de 2019. p. 370-372.

Carta de Ano Novo

Carta de Ano Novo

Ano Novo é também renovação de nossa oportunidade de aprender, trabalhar e servir.

O tempo, como paternal amigo, como que se reencarna no corpo do calendário, descerrando-nos horizontes mais claros para a necessária ascensão.

Lembra-te de que o ano em retorno é novo dia a convocar-te para execução de velhas promessas, que ainda não tiveste a coragem de cumprir.

Se tens inimigo, faze das horas renascer-te o caminho da reconciliação.

Se foste ofendido, perdoa, a fim de que o amor te clareie a estrada para frente.

Se descansaste em demasia, volve ao arado de tuas obrigações e planta o bem com destemor para a colheita do porvir.

Se a tristeza te requisita, esquece-a e procura a alegria serena da consciência feliz no dever bem cumprido.

Novo Ano! Novo Dia!

Sorri para os que te feriram e busca harmonia com aqueles que te não entenderam até agora.

Recorda que há mais ignorância que maldade, em torno de teu destino.

Não maldigas, nem condenes.

Auxilia a acender alguma luz para quem passa ao teu lado, na inquietude da escuridão.

Não te desanimes, nem te desconsoles.

Cultiva o bom ânimo com os que te visitam, dominados pelo frio do desencanto ou da indiferença.

Não te esqueças de que Jesus jamais se desespera conosco e, como que oculto ao nosso lado, paciente e bondoso, repete-nos de hora a hora: – Ama e auxilia sempre.

Ajuda aos outros, amparando a ti mesmo, porque se o dia volta amanhã, eu estou contigo, esperando pela doce alegria da porta aberta de teu coração.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Espíritos diversos. Vida e Caminho. Cap. 17. São Bernardo do Campo: GEEM)

CONFRATERNIZAÇÃO DE FINAL DE ANO NO CCDPE – SÃO PAULO

CONFRATERNIZAÇÃO DE FINAL DE ANO NO CCDPE – SÃO PAULO

No dia 14 dezembro houve almoço de confraternização na sede do CCDPE em São Paulo. Reunião fraterna que reuniu dirigentes, como a presidente Júlia Nezu, Pedro Nakano mostrando o acervo, vários colaboradores e participantes das diversas atividades presenciais e virtuais, inclusive de outras cidades. Equipe esmerada com o cardápio, alguns preparados no local. O Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo funciona na Alameda dos Guaiases, no bairro Planalto Paulista/Indianópolis, em São Paulo. Informações: www.ccdpe.org.br