OLHAI OS LÍRIOS

OLHAI OS LÍRIOS

“…Considerai como crescem os lírios do campo…” – Jesus (Mateus, 6:28)

“Olhai os lírios do campo …” – exortou-nos Jesus.

A lição nos adverte contra as inquietações improdutivas, sem compelir-nos à ociosidade.

Os lírios para se evidenciarem quais se revelam não se afligem e nem ceifam; no entanto, esforçam-se com paciência, desde a germinação, no próprio desenvolvimento, abstendo-se de agitações pela conquista de reservas desnecessárias com receio do futuro, por acreditarem instintivamente nos suprimentos da vida.

Não fiam nem tecem para mostrarem na formosura que os caracteriza; todavia, não desdenham fazer o que podem, a fim de cooperar no enriquecimento do esforço humano.

Não se preocupam em ser gerânios ou cravos e sim aceitem-se na configuração e na essência de que se viram formados, segundo os princípios da espécie.

Não cogitam de criticar as outras plantas que lhes ocupam a vizinhança, deixando a cada uma o direito de serem elas mesmas, nas atividades que lhes dizem respeito à própria destinação.

Admitem calor e frio, vento e chuva, deles aproveitando aquilo que lhes possam doar de útil, sem se queixarem dos supostos excessos em que se exprimam.

Não indagam quanto à condição ou à posição daqueles a quem consigam prestar serviço, seja acrescentando beleza e perfume à Terra ou ornamentando festas e colaborando no interesse das criaturas em valor de mercado.

E, sobretudo, desabrocham e servem, no lugar em que foram situados pela Sabedoria Divina, através das forças da natureza, ainda mesmo quando tragam as raízes mergulhadas no pântano.

Evidentemente, nós, os espíritos humanos, não somos elementos do reino vegetal, mas podemos aprender com os lírios, serenidade e aceitação, paz e trabalho, com as responsabilidades e privilégios do discernimento e da razão que uma simples flor ainda não tem.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Espíritos diversos. Aulas da vida. Cap. 23. São Paulo: IDEAL)

Reflexões sobre a passagem do tempo e os caminhos

Reflexões sobre a passagem do tempo e os caminhos

Interessante reflexão intitulada “Caminhos do tempo”, foi escrita e divulgada por José Luiz Ricchetti(1).

Aposentado de ações como empresário, inclusive em nível internacional, com formação em engenharia mecânica e várias pós-graduações, agora reside em São Carlos (SP). Dedica-se como autor de crônicas, contos e livros com linguagem simples, clara e objetiva; e abordam normalmente fatos do cotidiano, que se entrelaçam com presente, passado, futuro, e pela espiritualidade.

Eis o texto:

“Caminhos do tempo

Há um silêncio que chega com os anos, e ele não é feito apenas da ausência de ruídos, mas da transição suave entre o que éramos e o que nos tornamos.

Aos 60, você começa a sentir a sutileza do distanciamento. A sala que antes pulsava com suas ideias agora parece cheia de vozes que não pedem mais sua opinião. Não é uma rejeição, é o ritmo da vida. É quando aprendemos que nossa contribuição não está no presente imediato, mas nos rastros que deixamos nos corações e mentes ao longo do caminho.

Aos 65, você percebe que o mundo corporativo, outrora tão vital, é um fluxo incessante. Ele segue, indiferente ao que você fez ou deixou de fazer. Não é uma derrota, é a libertação. Esse é o momento de olhar para si mesmo, despir-se do ego e vestir a serenidade. Não se trata mais de provar, mas de ensinar, de compartilhar, de ser mentor. A verdadeira realização não é a que se exibe, mas a que inspira.

Aos 70, a sociedade parece lhe esquecer, mas será mesmo? Talvez seja apenas um convite para reavaliar o que realmente importa. Os jovens não o reconhecerão pelo que você foi, e isso é uma bênção disfarçada: você pode agora ser apenas quem você é. Sem máscaras, sem títulos, apenas a essência. Os velhos amigos, aqueles que não perguntam quem você era, mas como você está, tornam-se joias preciosas, diamantes que brilham no crepúsculo da vida.

E então, aos 80 ou 90, é a família que, na sua correria, se afasta um pouco mais. Mas é aí que a sabedoria nos abraça com força. Entendemos que amor não é posse; é liberdade. Seus filhos, seus netos, seguem suas vidas, como você seguiu a sua. A distância física não diminui o afeto, mas ensina que o amor verdadeiro é generoso, não exigente. Quando a Terra finalmente chamar por você, não há motivo para medo.

É a última dança de um ciclo natural, o encerramento de um capítulo escrito com suor, lágrimas, risos e memórias. Mas o que fica, o que realmente nunca será eliminado, são as marcas que deixamos nas almas que tocamos.

Portanto, enquanto há fôlego, energia, enquanto o coração bate firme, viva intensamente. Abrace os encontros, ria alto, desfrute os prazeres simples e complexos da vida. Cultive suas amizades como quem cuida de um jardim. Porque, no final, o que resta não são as conquistas, nem os títulos, nem os aplausos.

O que resta são os laços, os momentos partilhados, a luz que espalhamos. Seja luz, seja presença, e você será eterno.

Dedico a todos que entendem que o tempo não apaga, mas apenas transforma.

José Luiz Ricchetti (11/12/2024)”.

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A propósito é oportuna a mensagem de Emmanuel (2):

“O tempo “Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz.” — Paulo (ROMANOS 14,6).

A maioria dos homens não percebe ainda os valores infinitos do tempo.

Existem efetivamente os que abusam dessa concessão divina. Julgam que a riqueza dos benefícios lhes é devida por Deus. Seria justo, entretanto, interrogá-los quanto ao motivo de semelhante presunção.

Constituindo a Criação Universal patrimônio comum, é razoável que todos gozem as possibilidades da vida; contudo, de modo geral, a criatura não medita na harmonia das circunstâncias que se ajustam na Terra, em favor de seu aperfeiçoamento espiritual.

É lógico que todo homem conte com o tempo, mas, se esse tempo estiver sem luz, sem equilíbrio, sem saúde, sem trabalho?

Não obstante a oportunidade da indagação, importa considerar que muito raros são aqueles que valorizam o dia, multiplicando-se em toda parte as fileiras dos que procuram aniquilá-lo de qualquer forma.

A velha expressão popular “matar o tempo” reflete a inconsciência vulgar, nesse sentido. Nos mais obscuros recantos da Terra, há criaturas exterminando possibilidades sagradas.

No entanto, um dia de paz, harmonia e iluminação, é muito importante para o concurso humano, na execução das leis divinas.

Os interesses imediatistas do mundo clamam que o “tempo é dinheiro”, para, em seguida, recomeçarem todas as obras incompletas na esteira das reencarnações…

Os homens, por isso mesmo, fazem e desfazem, constroem e destroem, aprendem levianamente e recapitulam com dificuldade, na conquista da experiência.

Em quase todos os setores de evolução terrestre, vemos o abuso da oportunidade complicando os caminhos da vida; entretanto, desde muitos séculos, o apóstolo nos afirma que o tempo deve ser do Senhor”.

Fontes:

1) Consulta em 23/02/2025 – (copie e cole): https://uiclap.bio/jlricchetti

2) Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Caminho, verdade e vida, Cap. 1. FEB.

(GEECX)

RENOVEMO-NOS HOJE

RENOVEMO-NOS HOJE

Meus amigos: Que Nosso Senhor Jesus-Cristo nos conserve o amor no coração e a luz no cérebro, para que nossas mãos permaneçam vigilantes e diligentes no bem.

Quem assinala os dramas de aflição a emergirem da treva nas sessões mediúnicas, percebe facilmente a importância da vida humana como estação de refazimento e aprendizado.

Principalmente para nós, os que procuramos no Espiritismo uma porta iluminada de esperança para o acesso à verdade, a existência na terra se reveste de subido valor, porque não desconhecemos os perigos da volta à retaguarda.

Sentimos de perto o martírio das criaturas desencarnadas que se deixaram arrastar pelos furacões do crime e o tormento das almas, sem a concha física, que ainda se apegam desvairadamente à ilusão.

Somos testemunhas de culpas e remorsos que passaram impunes diante de tribunais terrestres, e anotamos a Justiça Imanente, Universal e Indefectível, que confere a cada Espírito o galardão da vitória ou o estigma da derrota, segundo as realizações que edificou para si mesmo.

Sabemos que não vale perguntar com a Ciência, menoscabando a consciência, e não ignoramos que as tragédias e as lágrimas que fazem o inferno, nas regiões sombrias, se originam, de maneira invariável, do sentimento desgovernado e vicioso.

Vede, pois, que em nos conchegando ao Cristo de Deus, buscando-lhe a inspiração para os nossos serviços e ideais, nada mais fazemos que situar os nossos princípios no lugar que lhes é próprio, porque a nossa Doutrina Renovadora é, sobretudo, um roteiro de aperfeiçoamento do homem, com a sublimação do caráter.

Entre as realidades amargas que nos visitam os templos de intercâmbio e certas predicações de companheiros cultos e entusiastas, mas imperfeitamente acordados para as responsabilidades que lhes competem, lembremo-nos de que quase vinte séculos de Cristianismo verbal viram passar no mundo tronos e Estado, organizações e monumentos, guerras e acordos, casas de caridade e santuários de estudo em todas as linhas da civilização do Ocidente, erguendo-se em nome de Jesus e tornando ao pó de que nasceram, tão-somente com o benefício da experiência dolorosa, haurida entre a sombra e a desilusão.

Levantemo-nos para a fé que nos redima por dentro. Deus é o Senhor do Universo e da Natureza, mas determina sejamos artífices de nossos próprios destinos.

Renovemo-nos hoje ao Sol do Evangelho! Cada qual de nós use a ferramenta das ideias superiores de que já dispõe e de conformidade com a lição de nosso Divino Mestre, estudada por nós nesta noite.

Trabalhemos, “enquanto é dia”, na preparação do futuro de paz.

O Espiritismo não é um esporte de inteligência. É um caminho de purificação para a glória eterna.

No cume da montanha que nos compete escalar, aguarda-nos o Senhor como o Sol da Vida.

Desentranhemos, assim, a gema de nossa alma do escuro cascalho da ignorância, para refletir-lhe a Divina Luz!

Cairbar Schutel

(Xavier, Francisco Cândido. Espíritos diversos. Vozes do grande além. FEB)

Yvonne Pereira – renúncia, superação e consolação

Yvonne Pereira – renúncia, superação e consolação


O programa “Conversando sobre Espiritismo”, na noite de 17 de fevereiro, transmitiu exposição virtual de Cesar Perri (São Paulo) sobre o tema “Yvonne Pereira – renúncia, superação e consolação”. Esse programa é coordenado por Murilo Machado, realização do Centro Espírita "Fé, Cristo e Caridade" e apoios: FEC (Federação Espírita Catarinense); 4ªURE (União Regional Espírita); RAETV; TVCEECAL; Rádio Web Fraternidade.
Acesse pelo link (copie e cole):

https://www.youtube.com/live/Cm7mOYXRKXw

 

Palestras comemorativas do Centenário da RIE em Matão

Palestras comemorativas do Centenário da RIE em Matão

        

No dia 15 de fevereiro, ocorreu a comemoração do Centenário da RIE – Revista Internacional de Espiritismo, no Centro Espírita O Clarim, sito à rua Rui Barbosa 1070, em Matão (SP). Esta Revista foi fundada por Cairbar Schutel em 15/02/1925.

A cerimônia foi iniciada com saudação pelo presidente do Centro, José Luiz Alberto Marchesan, prece por Laudicea Belvedere, seguindo-se palestras por Luciano Klein (Fortaleza), Antonio Cesar Perri de Carvalho (São Paulo) e Artur Valadares (São Carlos). A diretora Lúcia Marchesan proferiu a prece de encerramento.

Em meio às palestras houve momento para lanches e autógrafos por Luciano Klein e Cesar Perri. Presentes o dirigente da USE Intermunicipal de Matão, representantes dos centros espíritas da cidade e de várias localidades. Ao final foi distribuída gratuitamente a revista RIE do mês de fevereiro. Perri estava acompanhado da esposa Célia, e, Valadares da esposa Flávia e do filho.

Em Matão o primeiro prefeito municipal, Cairbar Schutel, é homenageado com um busto na praça principal da cidade. A uma quadra de distância estão Centro e Casa Editora O Clarim, e, o Memorial Cairbar Schutel. O evento foi transmitido ao vivo pela TV O Clarim, RAETV e outras emissoras.

Acesse as palestras pelo link da TV O Clarim no YouTube:

Expositores e colaboradores entrevistados sobre os 100 anos da Revista Internacional de Espiritismo

Expositores e colaboradores entrevistados sobre os 100 anos da Revista Internacional de Espiritismo

O evento comemorativo do Centenário da RIE foi transmitido ao vivo pela TV O Clarim, RAETV e outras emissoras. A TV O Clarim entrevistou os expositores convidados na comemoração do Centenário da RIE: Luciano Klein, Cesar Perri e Artur Valadares e os dirigentes e colaboradores do Centro e Casa Editora O Clarim.

Ao longo do ano de 2025, para celebrar o Centenário, a RIE terá conteúdos especiais, que recordarão sua trajetória. Interessados em assinaturas da RIE, pelo site: https://assinaturas.oclarim.com.br/; ou pelo WhatsApp: (16) 99270-6575. Entrevista com os expositores – acesse pelo link do Facebook da Casa Editora (copie e cole) : https://www.facebook.com/casaeditoraoclarim/videos/2072406486520816

Entrevista com dirigentes e colaboradores do Centro e Casa Editora:

 

Missão dos profetas

Missão dos profetas

Na tarde do dia 18 de fevereiro, na reunião pública do Grupo Espírita Casa do Caminho, de São Paulo, Célia Maria Rey de Carvalho fez a palestra sobre o tema “missão dos profetas”, com base no capítulo XXI de “O Evangelho segundo o Espiritismo”. A reunião foi coordenada por Inês Bareia Peres, com apresentações de canto por Sandro Salas. Houve transmissão simultânea pela internet.

Acesse pelo link:

Casa do Caminho: estudo, prática e confraternização

Casa do Caminho: estudo, prática e confraternização

O Grupo Espírita Casa do Caminho, bairro Vila Mariana, em São Paulo, promove vários cursos virtuais, principalmente obras de Kardec; promove reuniões públicas à tarde e à noite, de 2a a 6a feiras, e, pela manhã aos sábados e domingos.

Há vários grupos mediúnicos. Um desses promoveu confraternização no final da tarde do dia 13 de fevereiro para comemoração de aniversários de participantes.

Link sobre os cursos oferecidos (copie e cole): https://casadocaminho.com.br/cursos/

Tempo de aferição de valores

Tempo de aferição de valores

 

Na noite do dia 18 de fevereiro no estudo virtual sobre "A Caminho da Luz", Cesar Perri comentou a Introdução do livro, com foco na colocação de “tempo de aferição de valores”. Programa anual do Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo-CCDPE (São Paulo), coordenado por Perri. A reunião foi dirigida por Pedro Nakano, com o apoio técnico de Kátia Golinelli. Houve participação de mais de 130 inscritos. Esse estudo é desenvolvido às 3as feiras, 20 horas. Trata-se de estudo de livro de autoria do espírito Emmanuel, psicografia de Chico Xavier.

Ficha de inscrição no link (copie e cole): http://bit.ly/A-Caminho-da-Luz

Leopoldo Cirne venceu

Leopoldo Cirne venceu

Antonio Cesar Perri de Carvalho

Alertado pelo amigo Luciano Klein, acessamos comentários de periódico de Belém do Pará de 1915(1) que se refere a uma querela do jornal Tribuna Espírita, com relação a três vultos marcantes do movimento espírita brasileiro da primeira metade do século XX.

O historiador Klein é pesquisador da vida de Vianna de Carvalho e é o prefaciador de nossa obra biográfica sobre Leopoldo Cirne(2).

Eis o trecho do periódico paraense Alma e Coração:

“Não nos quiseram entender os irmãos da Tribuna... […] Leopoldo Cirne venceu. Se o silêncio do Reformador foi, como acreditamos, seguido também por ele por suas palavras, e em seu coração contra essa onda de ódios e malquerenças. Leopoldo Cirne venceu em toda a linha, porque suportou com valor a prova dolorosa, servindo-se das armas brancas da calma e da humildade, da tolerância e do perdão. Agora é Vianna de Carvalho e Ignácio Bittencourt que vêm seus nomes envoltos no trapo da injúria bimbalhados aos ventos da publicidade. É um órgão da doutrina espírita que assim procede? Não. Não pode ser.” (1)

Torna-se oportuna uma breve informação a respeito dos citados, interativos contemporâneos, e que comentamos na biografia sobre Cirne(2).

Em virtude de disputas internas, Leopoldo Cirne (1870-1941), dinâmico e inovador gestor, não foi reeleito presidente da Federação Espírita Brasileira em 1914 e foi afastado da instituição. A vida e obra de Leopoldo Cirne, representa uma valiosa experiência vivencial e se constitui em formidável repositório para se analisar e se refletir sobre a trajetória, o estado atual e as perspectivas do Espiritismo no Brasil.

Manuel Vianna de Carvalho (1874-1926) foi militar e grande divulgador do Espiritismo, notabilizando-se como orador. À medida que era transferido de cidades em funções no Exército, passava a apoiar movimentos espíritas locais. Foi amigo e colaborador de Cirne na sua gestão como presidente da FEB.

Inácio Bittencourt (1862-1943) fundou e dirigiu durante 30 anos o semanário Aurora, no Rio de Janeiro. Exerceu a Vice- Presidência da Federação Espírita Brasileira, presidiu o Centro Humildade e Fé, onde nasceu a Tribuna Espírita, por ele dirigida durante alguns anos. Foi amigo de Vianna de Carvalho e de Leopoldo Cirne. Sob sua presidência foi fundado em 1919 o Abrigo Tereza de Jesus, no Rio de Janeiro, e Cirne proferiu a palestra na inauguração dessa instituição.

Realmente as “armas brancas” citadas no periódico Alma e Coração alimentaram a resiliência e a superação pelo trabalho dos três seareiros envoltos em “ondas de malquerenças”. Marcante a expressão “Leopoldo Cirne venceu em toda a linha”.

Há registros notáveis sobre as contribuições ao movimento espírita dos três vultos e esses espíritos assinam mensagens em obras psicográficas de Chico Xavier.

Fontes:

1) Alma e coração. Outubro de 1915. P. 5 (copie e cole): https://obrasraras.fcp.pa.gov.br/publication/file/colecaoexterna/alma-e-coracao/1915/10/

2) Carvalho, Antonio Cesar Perri. Leopoldo Cirne. Vida e propostas por um mundo melhor. São Paulo: CCDPE/Araçatuba: Cocriação. 2023. 194p.