Em defesa da vida e cidadania pela Vida – Brasil sem aborto

Em defesa da vida e cidadania pela Vida – Brasil sem aborto

O tema “em defesa da vida e aborto” foi focalizado em entrevista com Cesar Perri (São Paulo), feita por Bruno Tavares (Recife), na noite do dia 12, no Canal Bruno Tavares (You Tube).

O entrevistado relatou as experiências de campanhas “em defesa da vida”, “viver em família” e “cidadania pela Vida – Brasil sem aborto” dinamizadas entre 1994 e 2015, com sua participação em seminários, marchas públicas, publicações e entrevistas com representantes dos três poderes da República.

Perri é entrevistado mensalmente sobre capítulos de seu livro “Pelos caminhos da vida. Memórias e reflexões” (Ed. Cocriação, 2021.

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A realeza de Jesus

A realeza de Jesus

Em palestra presencial e transmitida pela internet no dia 09 de fevereiro, Cesar Perri desenvolveu o tema “A realeza de Jesus”, comentando a frase do Mestre: “Sou rei, mas o meu reino não é deste mundo”, com base no Capítulo II de “O Evangelho segundo o Espiritismo”. Na sede do Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo de São Paulo, às 2as feiras, 20 horas, desenvolve-se uma série de palestras sobre essa obra de Allan Kardec. Em seguida há passes. O Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo Eduardo Carvalho Monteiro, de São Paulo localiza-se na Alameda dos Guaiases, 16 – Indianópolis/Planalto Paulista, São Paulo. A reunião do dia 16 – entre feriados – está suspensa. Retorna no dia 23/02.

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Bem-aventuranças e a vida espiritual

Bem-aventuranças e a vida espiritual

Na tarde do dia 11 de fevereiro, Cesar Perri (São Paulo) desenvolveu virtualmente o tema “Bem-aventuranças e as leis morais da vida espiritual” no programa “Evangelho no lar – Campanha Mundial” coordenado por Josi e Luiz Martinez. Em canal TV-CETE (Canal da Organização Social: Complexo de Ensino e de Trabalho Emmanuel), parceria com a RAETV. Nesses programas participam internautas de diversos países, unidos pelo projeto “Evangelho no lar – campanha mundial.

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Em favor da alegria

Em favor da alegria

“Assim também não é vontade de vosso Pai que está nos Céus, que um destes pequeninos se perca.” — JESUS — Mateus, 18.14.

“A verdadeira caridade não consiste apenas na esmola que dais, nem, mesmo, nas palavras de consolação que lhe aditeis. Não, não é apenas isso o que Deus exige de vós. A caridade sublime, que Jesus ensinou, também consiste na benevolência de que useis sempre e em todas as coisas para com o vosso próximo.” — ESE, Cap. XI, 14.

Muito grande no mundo o cortejo das moléstias que infelicitam as criaturas, no entanto, maior é o fardo de inquietação que lhes pesa nos ombros.

Onde haja sinal de presença humana, aí se amontoam os supliciados morais, lembrando legiões de sonâmbulos, fixados ao sofrimento.

Não apenas os que passeiam na rua a herança de lágrimas que trouxeram ao renascer… Esmagadora percentagem dos aflitos carrega temerosos no refúgio doméstico que, levantado em louvor da alegria familiar, se transforma, não raro, em clausura flagelante.

Daí procede o acervo dos desalentados que possuem tão somente a fria visão da névoa para o dia seguinte.

São pessoas desacoroçoadas na luta pela aquisição de suprimento à exigências primárias:

pais e mães transidos de pesar, diante de filhos que lhes desdouram a existência;

mulheres traumatizadas em esforço de sacrifício; 8 crianças e jovens desarvorados nos primeiros passos da vida;

companheiros encanecidos em rijas experiências, atrelados à carga de labores caseiros, quando não são acolhidos nos braços da caridade pública, de modo a não perturbarem o sono dos descendentes…

Somemos semelhantes desgostos às tribulações dos que clamam por equilíbrio nas grades dos manicômios:

dos que sonham liberdade na estreiteza do cárcere;

dos que choram manietados em leitos de expiação

e dos milhares de Espíritos desencarnados, ainda em pesadelos indescritíveis, que comunicam à Esfera Física os rescaldos do próprio desespero, e verificaremos que a tristeza destrutiva é comparável à praga fluídica, prejudicando todos os flancos da evolução na Terra.

Ponderando tudo isso, respeitemos a dor, mas plantemos a alegria e a esperança, onde nossa influência logre chegar.

Falemos de otimismo, cultivemos serviço, ensinemos confiança e exercitemos serenidade.

Ninguém espera sejamos remédio a toda angústia e rio a toda sede, entretanto, à frente da sombra e da secura que atormentam os homens, cada um de nós pode ser a consolação do raio de luz e a bênção do copo d’água.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Livro da esperança. Cap. 31. Uberaba: CEC).

As diversas expansões de alegria e o carnaval

As diversas expansões de alegria e o carnaval

Antonio Cesar Perri de Carvalho

Em várias partes do mundo e em todas as épocas sempre aconteceram festejos populares e em vários diapasões e motivações: religiosos, políticos, militares, cívicos, datas memoráveis, comemorações de feitos marcantes e várias formas no estilo de carnaval.

No Brasil, as manifestações de carnaval tiveram um intenso desenrolar envolvendo clubes, salões aristocráticos, desfiles de rua – os antigos “corsos” como eram chamados -, blocos de ruas e shows variados. Músicas que se tornaram históricas.

Inquestionavelmente são dos poucos momentos de afrouxamentos de tensões e expressões de alegria do povo em geral.

Nesse ponto – da alegria – é que se pode refletir.

A alegria pode ser natural ou induzida por vários procedimentos.

É lamentável que nessas comemorações ocorram condições que facilitam várias formas de excesso. A mídia em geral alerta sobre contextos que favorecem diversos tipos de desrespeito ao próximo. Criam-se ambientes e formas oportunistas de se romper limites interpessoais e de aceitável convivência social. Em consequência podem advir algumas repercussões não adequadas à saúde, à economia pessoal e várias formas que podem interferir nas relações equilibradas.

No movimento espírita, em décadas passadas houve momentos em que os feriados prolongados eram aproveitados para eventos reflexivos, de estudo e de confraternização.

Houve época que um texto do espírito André Luiz com afirmações que eram sempre lembradas: “O espírita não se prende a exterioridades. […] Afastar-se de festas lamentáveis, como aquelas que assinalam a passagem do carnaval, inclusive as que se destaquem pelos excessos de gula, desregramento ou manifestações exteriores espetaculares. A verdadeira alegria não foge da temperança” (Vieira, Waldo. Pelo espírito André Luiz. Conduta espírita, cap. 37. FEB. 1960).

Com certeza, na atualidade, podem surgir opiniões críticas, resistentes a esse registro espiritual, e, utilizando várias adjetivações e jargões vinculadas a determinadas compreensões relacionadas com alguns conceitos de “liberdade”.

Sem dúvida, a liberdade individual termina quando se delineia a do próximo.

E isso nas relações entre os espíritos encarnados e os desencarnados. Aí emerge uma antiga frase popular: “diga-me com quem andas e direi quem és”.

Essa ideia tem fundamento em dizeres de Jesus e nos esclarecimentos espíritas sobre a sintonia vibratória, parâmetros válidos para qualquer ambiente.(*)

Cada pessoa, empregando o livre-arbítrio, é responsável por seus atos e repercussões.(*) São anotações que podem sugerir algumas reflexões na ótica espiritual.

Todavia, sem dúvida, como considerou André Luiz: “A verdadeira alegria não foge da temperança”…

Ponderação válida para qualquer ocasião da vida.

(*) Sugestões para leituras e estudos:

1) Kardec, Allan. O evangelho segundo o espiritismo. Cap. VIII. FEB;

2) Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Caminho, verdade e vida. Cap. 93. FEB;

3) Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito André Luiz. No mundo maior. Cap. A casa mental. FEB.

4) Franco, Divaldo Pereira. Pelo espírito Manoel Philomeno de Miranda. Sexo e obsessão. Posfácio – Cidade estranha. FEB;

5) Xavier, Francisco Cândido; Vieira, Waldo. Pelo espírito André Luiz. Sexo e destino. 1ª parte: Cap. 8 e 12. FEB.

MONTURO

MONTURO

“Nem presta para a terra, nem para o monturo; lançam-no fora. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.” — Jesus. (LUCAS, CAPÍTULO 14, VERSÍCULO 35.)

Segundo deduzimos, Jesus emprestou significação ao monturo.

Terra e lixo, nesta passagem, revestem-se de valor essencial.

Com a primeira, realizaremos a semeadura, com a segunda é possível fazer a adubação, onde se faça necessária.

Grande porção de aprendizes, imitando a atitude dos fariseus antigos, foge ao primeiro encontro com as “zonas estercorárias” do próximo; entretanto, tal se verifica porque lhes desconhecem as expressões proveitosas.

O Evangelho está cheio de lições, nesse setor do conhecimento iluminativo.

Se José da Galiléia ou Maria de Nazaré simbolizam terras de virtudes fartas, o mesmo não sucede aos apóstolos que, a cada passo, necessitam recorrer à fonte das lágrimas que escorrem do monturo de remorsos e fraquezas, propriamente humanos, a fim de fertilizarem o terreno empobrecido de seus coraçoes.

De quanto adubo dessa natureza precisaram Madalena e Paulo, por exemplo, até alcançarem a gloriosa posição em que se destacaram?

Transformemos nossas misérias em lições. Identifiquemos o monturo que a própria ignorância amontoou em torno de nós mesmos, convertamo-lo em adubo de nossa “terra íntima” e teremos dado razoável solução ao problema de nossos grandes males.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Ennanuel. Pão nosso. Cap. 121. FEB)

A SACRALIZAÇÃO DOS CARGOS

A SACRALIZAÇÃO DOS CARGOS

Artigo de Jorge Hessen (DF): "A SACRALIZAÇÃO DOS CARGOS DO “ÓRGÃO MÁXIMO” DO MOVIMENTO ESPÍRITA BRASILEIRO"

O Espiritismo nasceu como projeto de emancipação moral e intelectual. Allan Kardec estruturou a doutrina sobre bases de liberdade de exame, controle racional e participação fraterna.

Nada mais distante desse ideal do que o cenário atual, em que parcelas do movimento espírita passaram a tratar dirigentes de órgãos federativos como se fossem autoridades sagradas, intocáveis e — pior — vitalícias. Forma-se uma casta administrativa que, em nome da “tradição”, converte serviço em poder.

Kardec advertiu com clareza que a doutrina não comportaria chefes permanentes e infalíveis: “o Espiritismo não terá pontífices; sua autoridade será a da razão e do controle universal” (1).

Em O Livro dos Médiuns o Codificador reforça que toda instituição espírita deve submeter-se ao crivo do bom senso e à rotatividade natural das funções (2).

No entanto, multiplicam-se diretorias que atravessam décadas, estatutos moldados para reconduções sucessivas e um vocabulário eclesiástico incompatível com a proposta kardeciana. O cargo, que deveria ser encargo transitório, converte-se em título honorífico.

Essa sacralização produz efeitos corrosivos.

O primeiro é o culto à personalidade. Médiuns e diretores passam a ser vistos como “eleitos da espiritualidade”, quando a doutrina ensina que mediunidade é prova e serviço, não certificado de elevação. Emmanuel recorda que “na obra cristã não há lugar para dominadores; somos todos servos imperfeitos em aprendizado” (3). Apesar disso, questionar decisões administrativas tornou-se quase heresia, e a crítica fraterna é confundida com perturbação espiritual.

O segundo efeito é o imobilismo doutrinário. Instituições capturadas por grupos perenes temem a renovação e repelem os mais jovens pensantes. Léon Denis já alertava que “toda ideia que se cristaliza em mãos de homens transforma-se em dogma morto” (4). Quando o movimento prefere preservar cadeiras a formar consciências, deixa de ser escola de almas para tornar-se cartório clerical.

O terceiro dano é o desvio metodológico. O Espiritismo avançou graças ao método kardequiano de comparação, debate e universalidade do ensino dos Espíritos. Substituí-lo por decisões de gabinete federativo é negar a própria gênese da doutrina. Kardec foi categórico: “melhor rejeitar dez verdades que aceitar uma mentira” (5). Hoje, porém, muitas deliberações federativas são acolhidas sem exame, apenas pelo peso do timbre institucional. Não se trata de negar a relativa importância da organização, mas de recordar que autoridade moral não nasce de eleição nem de carimbo. Emmanuel observa que “o poder que não serve converte-se em sombra para quem o detém” (6).

A instituição espírita deveria ser oficina de trabalho anônimo e não palanque de biografias. Urge resgatar medidas simples e kardecianas: urgente limitação de mandatos, prestação pública de contas, participação efetiva das bases, estudo rigoroso das obras fundamentais e separação entre gestão administrativa e direção doutrinária. Sem isso, continuaremos assistindo à metamorfose do movimento em vaticanismos inócuos com “igreja burocrática”, lotados de “bispos leigos” e carreiras “eclesiais”.

O maior inimigo do Espiritismo sempre foi o mesmo: orgulho e desejo de mando. Denis preveniu que “a verdade se obscurece quando os homens pretendem administrá-la como propriedade” (7).

Permaneceremos fiéis a Kardec apenas quando nenhum trabalhador se julgar dono da obra — e quando todo cargo voltar a ser o que nunca deveria ter deixado de ser: simples oportunidade de servir.

Referências Bibliográficas:

1 KARDEC, Allan. Revista Espírita. Paris: 1864.

2 KARDEC, Allan. O Livro dos Médiuns. Paris: 1861. 3 .

XAVIER, Francisco C.; EMMANUEL. Fonte Viva. Rio de Janeiro: FEB, 1956.

4 DENIS, Léon. O Problema do Ser, do Destino e da Dor. Paris: 1919.

5 KARDEC, Allan. A Gênese. Paris: 1868

6 XAVIER, Francisco C.; EMMANUEL. Pão Nosso. Rio de Janeiro: FEB, 1950.

7 DENIS, Léon. Depois da Morte. Paris: 1905.

DE (copie e cole): https://jorgehessenestudandoespiritismo.blogspot.com/2026/02/a-sacralizacao-dos-cargos-do-orgao.html?m=1

Contexto histórico e elaboração de “O Evangelho segundo o Espiritismo”

Contexto histórico e elaboração de “O Evangelho segundo o Espiritismo”


Na noite do dia 04 de fevereiro teve início o estudo semanal virtual sobre “O Evangelho segundo o Espiritismo” promovido pelo Grupo Espírita Casa do Caminho, de São Paulo. Na abertura do estudo Cesar Perri desenvolveu o tema sobre o contexto histórico e como Kardec elaborou o livro. A coordenação da reunião foi feita por Salete Romero e Simone Botte. Este estudo coordenado por Perri será desenvolvido pela internet, às 4as feiras, com duração até o final de novembro de 2026. Está sendo oferecido pelo sexto ano consecutivo.
Informações e inscrições pelo link da Casa do Caminho – Copie e cole:

https://acesso.casadocaminho.com.br/inscricoes/ESE/ODc=

ESPIRITISMO: DAS OBRAS BÁSICAS ÀS VIVÊNCIAS E VISÃO DE FUTURO

ESPIRITISMO: DAS OBRAS BÁSICAS ÀS VIVÊNCIAS E VISÃO DE FUTURO

CCDPE – Diretoria de Cultura e Estudos Espíritas – Comunicado

Estudo das 3ªs.fs para 2026 com Cesar Perri:

Aos participantes do estudo sobre “A Caminho da Luz” de 2025: Informamos sobre o estudo para 2026: “ESPIRITISMO: DAS OBRAS BÁSICAS ÀS VIVÊNCIAS E VISÃO DE FUTURO" (PROJETO “ESPAÇO DE ESTUDO, PRÁTICA E DIVULGAÇÃO DO ESPIRITISMO”)

Coordenação: Antonio Cesar Perri de Carvalho. Suporte Técnico: Kátia Golinelli.

1) Tópicos da programação: – Anotações históricas e doutrinárias; – Centro Espírita; – Estudo; – Mediunidade; – Movimento e união. Temas fundamentados nas Obras básicas e clássicas, psicográficas de Chico Xavier, e, obras atuais específicas sobre os temas.

2) O estudo virtual será iniciado no dia 24 de fevereiro de 2026 3ªf às 20h.

3) Inicialmente todos os participantes do grupo de estudo “A Caminho da Luz” (de 2025) terão acesso ao estudo com acesso pelo link a ser fornecido até dia 13 de fevereiro;

4) Após essa fase inicial os participantes do grupo de 2025 e os novos, farão inscrição específica e completa em link que será fornecido pelo CCDPE;

5) Os novos interessados deverão fazer contato com o coordenador do estudo Cesar Perri (acperri@gmail.com) ou com a Kátia Golinelli (kgolinelli@hotmail.com);

6) Independente do estudo virtual tradicional das 3ªs.fs, para esse programa de 2026 serão realizadas reuniões presenciais mensais na sede da CCDPE. Serão reuniões teórico/práticas, de troca de ideias sobre o conteúdo do estudo em andamento e sobre sua aplicabilidade. Essas reuniões extras será uma opção para os que residam na cidade de São Paulo ou em outras cidades e que queiram participar. Não há exigência para que os integrantes do estudo virtual das 3ªs.fs. participem das reuniões presenciais.

7) Assim, convidamos a todos para frequentarem o estudo virtual a ser iniciado no dia 24/02/2026, 3ªf.

8) Aos frequentadores do estudo interessados e que tiverem disponibilidade, convidamos para comparecerem na sede do CCDPE (Alameda dos Guaiases, 16 – Indianópolis/Planalto Paulista -São Paulo), no dia 11 de abril – sábado – às 15h.

Maiores esclarecimentos sobre estas reuniões serão fornecidas na abertura do estudo virtual e presencialmente no dia 11/04/2026.

Abraços, Cesar Perri e Pedro Nakano

A nova era no pensamento espírita

A nova era no pensamento espírita

Em palestra presencial e transmitida pela internet no dia 02 de fevereiro, Cesar Perri abordou o tema “A nova era”, comentando mensagens espirituais, em continuidade ao Capítulo I – Não vim destruir a Lei, de “O Evangelho segundo o Espiritismo”. A reunião pública aconteceu no Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo de São Paulo, sendo uma série de palestras sobre essa obra de Allan Kardec. Em seguida há passes.

O Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo Eduardo Carvalho Monteiro, de São Paulo localiza-se na Alameda dos Guaiases, 16 – Indianópolis/Planalto Paulista, São Paulo.

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