A “posse do ouro” e dupla vista em Nosso Lar

A “posse do ouro” e dupla vista em Nosso Lar

Na reunião pública matinal no dia 02 de agosto, na Instituição Nosso Lar, em Araçatuba, Paulo Sérgio Perri de Carvalho discorreu sobre “Não vos inquieteis pela posse do ouro”, com base em “O Evangelho segundo o Espiritismo” e encerrou com uma mensagem de Emmanuel. Vanderlei Galdino de Araújo comentou itens de “O Livro dos Espíritos”, sobre “dupla vista”.

A reunião foi transmitida pelo canal da Instituição e pela Estação Dama da Caridade Benedita Fernandes.

Acesse as palestras pelo link:

 

Vida em outros mundos na revista digital

Vida em outros mundos na revista digital

A revista digital Visão DuBEM, na 28ª edição, do dia 30 de julho de 2026, tem como tema central "Pluralidade dos Mundos Habitados", um dos assuntos mais fascinantes da Doutrina Espírita.

Com apresentação de Sirlaine Aiala, a revista propõe uma viagem pelo conhecimento espírita, pela ciência e pela reflexão:

📖 Francisco Cardec mostra como as obras psicografadas por Chico Xavier ampliaram nossa compreensão sobre a existência de vida em outros mundos e em outras dimensões.

✉️ César Perri analisa as epístolas de Paulo à luz da Doutrina Espírita, destacando referências às "muitas moradas" mencionadas pelo grande divulgador do Cristianismo.

📚 Eduardo Miyashiro apresenta uma seleção de obras clássicas e contemporâneas que abordam a pluralidade dos mundos habitados e a visão espírita sobre a ufologia. 🔭 Marco Milani fala sobre a Astrobiologia e explica por que, sob a ótica espírita, a vida não se restringe à matéria biológica como a conhecemos.

⚠️ Roberto Beletati aborda um dos problemas que mais crescem no Brasil: a dependência das apostas on-line, as conhecidas BETs, e seus impactos na vida das famílias.

🎉 E esta edição traz duas importantes estreias!

✨ Geraldo Campetti, passa a assinar uma coluna dedicada às Leis Morais.

📰 A jornalista Aline Moura estreia o quadro Notícia e Consciência, trazendo uma análise dos fatos da atualidade à luz dos princípios espíritas.

🌟Virada espiritual – evento para os dias 22 e 23 de agosto, anunciado por Júlia Nezu, presidente da USE-SP, e dirigentes de diversas grandes instituições.

🌟 Canal DuBEM – Web-TV Espírita, há 14 anos divulgando a Doutrina Espírita e promovendo a Arte Espírita! #CanalDuBEM #RevistaVisãoDuBEM #Espiritismo #PluralidadeDosMundosHabitados #OLivroDosEspíritos #AllanKardec #ChicoXavier #Astrobiologia #Ufologia #FéRaciocinada #DuBEMRecords

Acesse pelo link:

 

Utilidade providencial da riqueza

Utilidade providencial da riqueza

O tema “não servir a Deus e a Mamon”, do Capítulo XVI de “O Evangelho segundo o Espiritismo” foi desenvolvido Cesar Perri na noite do dia 03 de agosto, no estudo semanal oferecido pelo Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo-CCDPE, em São Paulo. A reunião é presencial e transmitida pela internet, às 2as feiras, 20 horas. Em seguida há passes.

O Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo Eduardo Carvalho Monteiro, de São Paulo localiza-se na Alameda dos Guaiases, 16 – Indianópolis/Planalto Paulista, São Paulo.

Acesse pelo link:

 

Influências espirituais e obsessão na infância

Influências espirituais e obsessão na infância

Na noite do dia Valkíria Takahara, fez exposição sobre “Crianças no centro espírita; influências espirituais e obsessão na infância”, empregando projeção de power point. A convidada é integrante do Departamento de Infância da USE Regional da Capital. Com esse tema foi reiniciado o estudo semanal virtual “Espiritismo: das obras básicas às vivências e visão de futuro", depois de um recesso em julho.

O coordenador do programa Cesar Perri fez a abertura da reunião, que contou a participação de Pedro Nakano para as questões para a expositora e apoio técnico de Marcel Moretti.

Esse programa do Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo, de São Paulo, coordenado por Perri, mantém transmissões às 20 horas das 3as feiras, pelo canal do You Tube do CCDPE-SP, e com parcerias da Estação Dama da Caridade Benedita Fernandes/RAETV e da WebRadio Portal da Luz.

Acesse pelo link:

 

DIREITO SAGRADO

DIREITO SAGRADO

“Porque a vós foi concedido, em relação ao Cristo, não somente crer nele, como também padecer por ele.” — Paulo. (FILIPENSES, CAPÍTULO 1, VERSÍCULO 29.)

Cooperar pessoalmente com os administradores humanos, em sentido direto, sempre constitui objeto da ambição dos servidores dessa ou daquela organização terrestre.

Ato invariável de confiança, a partilha da responsabilidade, entre o superior que sabe determinar e fazer justiça e o subordinado que sabe servir, institui a base de harmonia para a ação diária, realização essa que todas as instituições procuram atingir.

Muitos discípulos do Cristianismo parecem ignorar que, em relação a Jesus, a reciprocidade é a mesma, elevada ao grau máximo, no terreno da fidelidade e da compreensão. Mais entendimento do programa divino significa maior expressão de testemunho individual nos serviços do Mestre.

Competência dilatada — deveres crescidos.

Mais luz — mais visão.

Muitos homens, naturalmente aproveitáveis em certas características intelectuais, mas ainda enfermos da mente, desejariam aceitar o Salvador e crer n'Ele, mas não conseguem, de pronto, semelhante edificação íntima.

Em vista da ignorância que não removem e dos caprichos que acariciam, falta-lhes a integração no direito de sentir as verdades de Jesus, o que somente conseguirão quando se reajustem, o que se faz indispensável.

Todavia, o discípulo admitido aos benefícios da crença, foi considerado digno de conviver espiritualmente com o Mestre.

Entre ele e o Senhor já existe a partilha da confiança e da responsabilidade.

Contudo, enquanto perseveram as alegrias de Belém e as glórias de Cafarnaum, o trabalho da fé se desdobra maravilhoso, mas, em sobrevindo a divisão das angústias da cruz, muitos aprendizes fogem receando o sofrimento e revelando-se indignos da escolha.

Os que assim procedem, categorizam-se à conta de loucos, porqüanto, subtrair-se à colaboração com o Cristo, é menosprezar um direito sagrado.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Pão nosso. Cap. 104. FEB)

OS ESPÍRITAS E A ELEIÇÃO

OS ESPÍRITAS E A ELEIÇÃO

Aylton Paiva

“Sirva de base às instituições sociais, às relações legais de povo a povo e de homem a homem o princípio da caridade e da fraternidade e cada um pensará menos na sua pessoa, assim veja que outros nela pensaram. Todos experimentarão a influência moralizadora do exemplo e do contato.” (Questão nº 917 de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec )

Esclarecem os Espíritos, em O Livro dos Espíritos, que o progresso moral decorre do progresso intelectual, porém nem sempre a ele se segue ( Questão no. 780). Nós espíritas sabemos que temos um compromisso intransferível com a autoeducação: “Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas más inclinações”.( Cap. XVII, item 4, “in fine” de O Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec )

Mas, esse aperfeiçoamento pessoal deve refletir-se em nossa atuação consciente para transformar a sociedade em uma sociedade justa e amorosa, pois advertem os Espíritos: “Numa sociedade organizada segundo as leis do Cristo, ninguém deve morrer de fome” e adita Allan Kardec: “… Quando praticar ( o homem) a Lei de Deus, terá uma ordem social fundada na justiça e na solidariedade e ele próprio será melhor”.( Questão 930 de O Livro dos Espíritos); Também no livro A Gênese, de Allan Kardec, encontramos o esclarecimento: “O Espiritismo não cria a renovação social: a madureza da humanidade é que fará dessa renovação uma necessidade. Pelo seu poder moralizador, por suas tendências progressistas, pela amplitude de vistas, pela generalidade das questões que abrange, o Espiritismo é mais apto do que qualquer outra doutrina para secundar o movimento de regeneração; por isso, é ele contemporâneo desse movimento. Surgiu na hora em que podia ser de utilidade, visto que também para ele os tempos são chegados”.( in A Gênese, de Allan Kardec – ed. FEB ).

Destaca-se, então, o compromisso do espírita com uma nova ordem social, fundada no Direito e no Amor. Obviamente, essa transformação dependerá da ação consciente dos bons e ao lado deles, os espíritas atuando com uma “consciência política “, fundamentada nos princípios éticos das Leis Morais de O Livro dos Espíritos. Portanto, não pode o espírita alienar-se da sociedade e deve agir, com conhecimento e amor, nessa transformação, em importante momento histórico da civilização humana: “Aproxima-se o tempo em que se cumprirão as coisas anunciadas para a transformação da Humanidade”.(O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XX, item 5).

Observando a ousadia da maldade e a confusão entre bondade e omissão, Allan Kardec indagou aos Espíritos: “Porque, no mundo, tão amiúde, a influência dos maus sobrepuja a dos bons?”. Os Mentores Espirituais responderam: “ Por fraqueza destes. Os maus são intrigantes e audaciosos, os bons são tímidos. Quando estes o quiserem, preponderarão.”(Questão 932 de O Livro dos Espíritos – Ed. FEB ).

A resposta é clara e precisa, não permite dúvidas àqueles que pretendem ser bons. O mundo e, especificamente, a estrutura social brasileira, está precisando de transformações urgentes para coibir a ação dos maus que solapam os bons costumes, que semeiam a miséria, que se utilizam dos instrumentos da corrupção, da fraude e da mentira para atingirem seus objetivos egoísticos e antiéticos.

Momento significativo para a transformação da sociedade é a realização de eleições para os poderes Legislativo e Executivo.

Em breve seremos novamente chamados às urnas. O espírita precisa estar consciente da sua responsabilidade nesse momento, seja pleiteando cargos eletivos, seja simplesmente sinalizando o seu voto na urna. O voto é uma procuração que se passa ao candidato para que, se eleito, ele aja em nosso nome a bem da coletividade. É a maior manifestação de amor e respeito ao povo. Não votar, anular o voto, omitir-se é apoiar as forças do mal, é permitir que maus sobrepujem os bons.

Para que o espírita tenha critérios de avaliação do candidato, compare a sua conduta como membro da família, na atividade profissional, seu interesse e envolvimento com a comunidade e os princípios contidos em O Livro dos Espíritos – 3ª Parte – Das Leis Morais, onde estão os conceitos sobre: o Bem e o Mal, a Sociedade, o Trabalho, o Progresso e a Igualdade, Justiça e Amor. Não se deve levar as questões político-partidárias para dentro do Movimento, Centro ou Instituição Espírita. Estas devem ser debatidas no seio da sociedade, mas o espírita deve estar consciente e responsável nas aplicações dessas questões, visando sempre o bem comum. Vote consciente. VOTE COM AMOR!

O céu e o inferno: arrependimento, expiação e reparação

O céu e o inferno: arrependimento, expiação e reparação

Antonio Cesar Perri de Carvalho

O Codificador Allan Kardec viveu no Século XIX, época de “grandes luzes”, com marcantes descobertas e teorias que modificaram o modo de vida do homem, a sua própria concepção e o papel que representa no planeta; um período de polêmicas em todos os setores da vida francesa, choques entre momentos de autoritarismo, de liberalismo e de democracia, convivendo com o surgimento de diversas propostas sociais e impasses no âmbito da religião.

O livro O céu e o inferno, tendo por subtítulo de “A Justiça Divina Segundo o Espiritismo” é marcante!

Obra histórica e inédita lançada por Kardec há 161 anos, em agosto de 1865, em Paris.

Para fundamentar a nova visão, analisa estados de alma com base nas comunicações de espíritos desencarnados. No Prefácio, Kardec comenta: “O título desta obra indica claramente o seu objetivo. Nela reunimos todos os elementos destinados a esclarecer o homem quanto ao seu destino. Como em nossas publicações anteriores sobre a Doutrina Espírita, nada colocamos neste livro que seja produto de um sistema preconcebido ou de concepção pessoal, que aliás, não teria nenhuma autoridade. Tudo foi deduzido da observação e da concordância dos fatos”.

A 1a Parte do livro trata de Doutrina, com o exame comparado de diversas crenças sobre: O porvir e o nada; Temor da morte; O céu; O inferno; O purgatório; As penas futuras segundo o Espiritismo; Os anjos; Os demônios; Intervenção dos demônios nas modernas manifestações.

No ítem “código penal da vida futura”, Kardec esclarece que não “formula um código de fantasia no que respeita ao futuro da alma”, mas deduz “das observações de fatos”. Nessa visão caem naturalmente as penas eternas e os desdobramentos adoção de penitências, indulgências e complexos de culpa.

Como introdução aos textos das manifestações, Kardec acrescentou algumas informações sobre o espírito comunicante e até sobre o tipo de desencarnação que ocorreu, para sua melhor identificação e compreensão do teor da mensagem. Dessa maneira, elaborou uma classificação dos espíritos de acordo com as caraterísticas de seus estados de alma.

Trata-se de um marco oferecido pelo Codificador, rompendo com séculos de domínio de consciências, e descortinando uma nova visão sobre a Justiça Divina.

O livro contém análise de “Exemplos” e há numerosos casos que sustentam seu raciocínio. Sem pieguismo e com método de estudo, como em seus trabalhos em geral, analisa as manifestações dentro de uma classificação que estabeleceu de: Espíritos felizes; Espíritos em condições medianas; Espíritos sofredores; Suicidas; Criminosos arrependidos; Espíritos endurecidos; Expiações terrestres.

Há cinco mensagens de espíritos arrependidos. Destacamos a do espírito Verger. Eis a síntese do fato e da narrativa espiritual: no dia 03 de janeiro de 1857, o Monsenhor Sibour, arcebispo de Paris, ao sair da igreja de Saint-Étienne du Mont, foi ferido mortalmente pelo jovem padre Verger. O culpado foi condenado à morte e executado em 30 de janeiro. Sua narrativa: “Arrependo-me do que fiz e sofro por isso. Sou punido, porque reconheço meu erro e peço perdão a Deus. Sou punido pela consciência de minha falta de fé em Deus e porque sei agora que não devemos de forma alguma acabar com os dias de nossos irmãos”. Em seguida, o espírito comenta que se prepararia para uma nova existência…

A propósito, sobre o futuro da alma, deduzida das observações dos fatos, Kardec alinha algumas etapas ou momentos: “O arrependimento, conquanto seja o primeiro passo para a regeneração, não basta por si só; são precisas a expiação e a reparação. Arrependimento, expiação e reparação constituem, portanto, as três condições necessárias para apagar os traços de uma falta e suas consequências. O arrependimento suaviza os travos da expiação, abrindo pela esperança o caminho da reabilitação; só a reparação, contudo, pode anular o efeito destruindo-lhe a causa. Do contrário, o perdão seria uma graça, não uma anulação.”

O entendimento dessas distintas situações de espíritos desencarnados – diferentes estados de alma -, de encarnados ou de desencarnados, se enquadra no conceito de que “a Natureza não dá saltos”, e este raciocínio é válido num continuum de espírito encarnado/processo de desencarnação/espírito desencarnado. Fica claro que “a lei divina se encontra escrita na consciência” de cada um. O Espiritismo responde às dúvidas existenciais mais frequentes: “para onde vou após a morte?”, o livro O céu e o inferno indica a resposta clara e fundamentada!

Fonte:

Kardec, Allan. Trad. Quintão, Manuel. O céu e o inferno. A Justiça Divina segundo o espiritismo. Rio de Janeiro: FEB. 425p.

MANIFESTAÇÕES ESPIRITUAIS

MANIFESTAÇÕES ESPIRITUAIS

“Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um, para o que for útil.” — Paulo. (1ª EPÍSTOLA AOS CORÍNTIOS, CAPÍTULO 12, VERSÍCULO 7.)

Com a revivescência do Cristianismo puro, nos agrupamentos do Espiritismo com Jesus, verifica-se idêntica preocupação às que torturavam os aprendizes dos tempos apostólicos, no que se refere à mediunidade.

A maioria dos trabalhadores na evangelização inquieta-se pelo desenvolvimento imediato de faculdades incipientes.

Em determinados centros de serviço, exigem-se realizações superiores às possibilidades de que dispõem; em outros, sonha-se com fenômenos de grande alcance.

O problema, no entanto, não se resume a aquisições de exterior.

Enriqueça o homem a própria iluminação Intima, intensifique o poder espiritual, através do conhecimento e do amor, e entrará na posse de tesouros eternos, de modo natural. Muitos aprendizes desejariam ser grandes videntes ou admiráveis reveladores, embalados na perspectiva de superioridade, mas não se abalançam nem mesmo a meditar no suor da conquista sublime. Inclinam-se aos proventos, mas não cogitam do esforço.

Nesse sentido, é interessante recordar que Simão Pedro, cujo espírito se sentia tão bem com o Mestre glorioso no Tabor, não suportou as angústias do Amigo flagelado no Calvário.

É justo que os discípulos pretendam o engrandecimento espiritual, todavia, quem possua faculdade humilde não a despreze porque o irmão mais próximo seja detentor de qualidades mais expressivas.

Trabalhe cada um com o material que lhe foi confiado, convicto de que o Supremo Senhor não atende, no problema de manifestações espirituais, conforme o capricho humano, mas, sim, de acordo com a utilidade geral.

Emmanuel

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Pão nosso. Cap. 162. FEB)

Almoço de confraternização no Centro de Cultura em São Paulo

Almoço de confraternização no Centro de Cultura em São Paulo

No dia 26 de julho, domingo, houve um almoço de confraternização no Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo Eduardo Carvalho Monteiro, em São Paulo, reunindo diretores, colaboradores e alguns visitantes. Os pratos salgados e doces foram cortesia dos participantes, sendo o prato principal preparado pelo diretor Fernando Rós.

O CCDPE promove várias ações relacionadas com acervo, memória e edição de obras espíritas, reuniões de estudo presenciais e alguns virtuais.

O CCDPE-SP promoverá o 21º ENLIHPE – Encontro Nacional da Liga de Pesquisadores Espíritas, que será realizado nos dias 29 e 30 de agosto de 2026 na sede Santana da USE União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo. Informações e inscrições (copie e cole): http://bit.ly/21enlihpe

Palestra sobre Evangelho com simplicidade em Fernandópolis

Palestra sobre Evangelho com simplicidade em Fernandópolis

A Comunidade Espírita Cristã Esperança, de Fernandópolis (SP), promoveu palestra com Cesar Perri, em reunião pública, na noite do dia 27 de julho. O expositor abordou o tema “evangelho com simplicidade” e, em seguida, foram disponibilizados livros de sua autoria. O visitante foi recepcionado pelos dirigentes Ortolan e o casal de fundadores Nilza e José Luiz.

O expositor cumpriu um roteiro de palestras em Votuporanga.

Acesse pelo Facebook (copie e cole):

https://www.facebook.com/cece.espiritismo/